Archive for agosto, 2010

Conhecimento em finanças é diferencial no Marketing – Texto de Amalia Sina (HSM Online)

Hoje não basta o profissional apenas realizar uma bela campanha, é preciso saber interpretar os resultados financeiros

Não é segredo para ninguém que há muito tempo os números assustam profissionais de várias áreas. Como diz o ditado popular, os números não mentem. Em inglês a expressão que se usa na construção das estratégias nas empresas multinacionais, “You only get what you measure”, deixa claro que um objetivo que não pode ser mensurado, não será atingido. Diferente de áreas como, por exemplo, Direito e Comunicação, que não são ciências exatas, a matemática sempre tem como ser conferida e os resultados constatados.

Sendo assim, a promoção do produto, que é um dos 4 P´s de marketing, por vezes confundida com o marketing por si só, acaba sendo o foco desta área. Por conta deste equívoco, o profissional de marketing cria um distanciamento das análises financeiras, comprometendo os negócios. Esta visão acarreta, ainda, um grande número de erros estratégicos, pois se trata de decisões que não refletem resultados financeiros positivos.

Hoje em dia, a empresa voltada para o mercado exige dos profissionais plena capacidade para tomar decisões com base nos números. O profissional de marketing deve saber, no mínimo, interpretar os resultados financeiros. Já se sabe que de nada adianta uma bela campanha ou uma inovadora embalagem se o resultado financeiro não for favorável.

Sendo assim, dominar os números e ter habilidade analítica financeira se tornou uma obrigação para quem quer atuar em marketing. Quem tem habilidade com números, em geral, consegue se virar nas áreas que envolvem ações ao consumidor. O contrário, ou seja, quem só navega bem nestas áreas, e não se relaciona bem com finanças, pode ficar para trás e perder na competição para os profissionais dos números.

Não por coincidência se vê cada vez mais o especialista da área financeira ser içado a cargos de CEO de grandes empresas, deixando para aqueles que atuam em marketing, caminhar à margem das decisões estratégicas. Talvez este seja um dos motivos que levam os dois departamentos, finanças e marketing, a criar uma rixa interna nada velada. É rara uma reunião onde não haja fricção entre as duas áreas. Como resultado, uma aponta os problemas da outra, gerando ação defensiva quando números negativos são apresentados.

Por outro lado, também não é raro o profissional de finanças ser visto como alguém que tem como foco descobrir problemas. Em geral, tende a indicar que são derivados de estratégias lideradas pelo departamento de marketing. Para piorar o quadro, também se constata nas empresas uma briga séria entre as áreas de Marketing, Finanças e Vendas, que são pilares de uma organização. A empresa sempre sai prejudicada, pois uma briga destas pode destruir uma empresa.

Desta forma, uma das maneiras para diminuir este estresse entre as equipes, é dotar cada uma delas de capacidade e interesse pelas análises financeiras. Ainda assim, entenda-se aqui que ser analítico não é suficiente já que é necessário conhecer os conceitos financeiros, o que requer estudo e talento.
Aliás, querer sucesso na área de Marketing sem gostar de estudar é praticamente impossível. Sem contar que parte do trabalho desse departamento é buscar formas de mensuração para a projeção do valor da marca, retorno sobre campanhas, definição da vantagem competitiva, redução de custos e maximização dos lucros. Sendo assim, dominar finanças é fundamental para o profissional que deseja evoluir em marketing, pois até na construção da carreira, só se consegue atingir o que se pode mensurar.

Amalia Sina (Presidente da Sina Cosméticos. É autora dos livros “Mulher e Trabalho” e “Marketing Global – Soluções Estratégicas para o Mercado Brasileiro”. Foi presidente da Philip Morris do Brasil, da Walita do Brasil e vice-presidente da Philips para a América Latina. Possui MBA em Marketing pela FEA/USP e Pós-graduada em Gestão pelo Triton College, Chicago)

Fonte: Mundo do Marketing (www.mundodomarketing.com.br)

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31/08/2010 at 10:45 AM Deixe um comentário

ANJ – “O futuro da mídia digital”

(Obrigado ao amigo e ex-aluno João Carlos Cardoso pela informação)

A cultura da internet se constituiu sobre um pilar questionável: conteúdos grátis e livres do pagamento de direitos autorais. Gavin O’Reilly, CEO do Independent News Media PLC e presidente da WAN-IFRA, chamou a atenção para a necessidade de investimento em tecnologia em prol do rastreamento do copyright.
“Não quero culpar o Google por seu modelo de negócios, mas acho que fracassamos ao não proteger nosso próprio conteúdo e nossos direitos”, diz Gavin. “Os jornais (em papel ou online) deveriam ser um browser, apostando mais em seu histórico de credibilidade e transparência.”

O presidente do Yahoo Brasil, André Izay, disse que a palavra-chave de seus negócios é “relevância”. “Buscamos a integração não apenas de todos as plataformas, mas também integrar e fazer acordos com nossos concorrentes, com o intuito de atrair ainda mais o consumidor.”
Izay encara o futuro da mídia digital em termos de ciência, arte e escala. Ciência é o processo de realizar; arte é o investimento no prazer do consumidor ao interagir; e escala é o entendimento do novo meio como mais que apenas “de massa”. “O futuro das empresas jornalísticas vai depender da capacidade competitiva de cada uma, caso a caso.”

Osvaldo Barbosa de Oliveira, diretor de consumo online da Microsoft, aposta que os tablets e smartphones vão superar o computador em número de acessos nos próximos anos. “Estamos trocando a conveniência de um browser por um aplicativo que permita uma experiência mais rápida e focada.”

Rodrigo Velloso, diretor de desenvolvimento de novos negócios do Google, acredita que a indústria jornalística fala muito em conteúdo, mas ignora o fator serviço. “Nos meios analógicos, o serviço era levar o conteúdo até o consumidor. Isso não mudou, mas o cliente agora está consciente de que o custo de entrega é praticamente zero”, diz Velloso. “

Por Sergio Vilas-Boas

30/08/2010 at 11:38 AM Deixe um comentário

O Futuro do Livro!! – Leia até o final – FANTÁSTICO!

Uma citação que eu acho que vocês vão gostar:

“A atividade humana aumenta numa progressão pasmosa. Já os homens de hoje são forçados a pensar e a executar em um minuto o que seus avós pensavam e executavam em uma hora. A vida moderna é feita de relâmpagos no cérebro e de rufos de febre no sangue. O livro está morrendo, justamente porque já pouca gente pode consagrar um dia todo, ou ainda uma hora toda, à leitura de cem páginas impressas sobre o mesmo assunto.”
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Isso é um trecho de um texto do Olavo Bilac nos idos de 1904!

27/08/2010 at 11:16 AM Deixe um comentário

Gestão de Recursos 2 – Aula: Motivação – Material de Apoio

Quem se interessou pelo assunto “Motivação” dado nas aulas de 18 e 25/08/2010, pode acessar um artigo que escrevi sobre o tema e que é praticamente um “resumo” das aulas.

O artigo é: “MOTIVAR A SUA EQUIPE: O GRANDE DESAFIO DA LIDERANÇA”.

Este artigo foi postado aqui no blog no dia 14 de Abril de 2010. É só clicar no calendário ao lado que você acessa, ou

Este artigo foi publicado na Revista Tecnologia Gráfica – Edição 71. A revista está disponível na biblioteca da Faculdade e também está disponível no site da revista (www.revistatecnologiagrafica.com.br) na pasta “Gestão”

Leiam e façam os seus comentários. Eu gostaria de ter a opinião de vocês….

26/08/2010 at 10:52 AM 3 comentários

Os modelos mentais e seus prejuízos – Texto de Abraham Shapiro (HSM Online)

Abraham Shapiro afirma: “Pressupostos nos empurravam a julgamentos errôneos e falsos sobre fatos e pessoas”. Leia mais!

A história é conhecida.

“Uma mulher compra uma xícara de capuccino e cinco biscoitos de nata num café do shopping, e senta-se numa mesa próxima para comê-los. Logo à sua frente está um senhor desconhecido, lendo uma revista. Ela prova o capuccino e tira um biscoito do pacote. Assim que começa a comer, o homem tira um biscoito do mesmo pacote para si.

Descrente do que acaba de ver, ela come o primeiro biscoito e pensa no que fazer em seguida. Curiosa, ela pega um segundo biscoito. Confiante, o homem faz o mesmo, estampando um enorme sorriso no rosto enquanto saboreia o seu biscoito. Somente o autocontrole impede a mulher de protestar contra este autêntico cara de pau.

Com apenas um biscoito sobrando agora, ela vai novamente ao pacote. Mas o homem é mais rápido. Com um sorriso e nenhuma palavra, ele quebra o biscoito que sobra ao meio e oferece o pedaço a ela. A mulher está inconformada. Ela então se levanta, pega sua bolsa e dirige-se rapidamente ao exterior do shopping rumo ao seu carro. Já no estacionamento, enquanto procura as chaves na bolsa, até deixa escapar uma pequena ofensa de seus lábios. É quando seus dedos acham, ao lado do molho de chaves, o pacotinho dos biscoitos que ela havia comprado no café, e está fechado, do jeitinho que a atendente lhe deu no balcão!”

A base sobre a qual fazemos julgamentos, a régua com que medimos as pessoas, nosso modo próprio de enxergar e compreender os eventos ao nosso redor são frutos de nossos “modelos mentais” – também chamados paradigmas. Eles são construídos a partir das nossas crenças e convicções.
Como a mulher nessa história descobriu, nossos modelos mentais não são necessariamente corretos, já que mudanças em nosso ponto de vista sobre o mesmo evento podem ocorrer tão logo tenhamos novas informações adicionais a respeito. Construir paradigmas flexíveis é um talento. Não só. É uma virtude indispensável ao perfil de grandes seres humanos, antes de excelentes profissionais. Só inteligências elevadas dominam esta arte.

Você deve imaginar que após o evento dos biscoitos, a mulher sofreu uma mudança abrupta na visão de seu próprio comportamento. Ela estava enganada. Seus pressupostos a empurravam a fazer julgamentos errôneos e falsos sobre o homem. Até achar o seu próprio pacote de biscoitos na bolsa, ela reputava o senhor como invasivo e mal educado, quando, na verdade, ele não era. A verdade apareceu após ela ter visto o quadro completo.

É sempre assim! Muitos de nós estamos em pé de igualdade com aquela mulher, julgando situações e pessoas, levando em conta um modelo mental tendencioso, parcial e egoísta. Como ficaríamos ao ver o quadro completo? Calma ao julgar. Conhecer fatos antes de agir sumariamente faz bem a alma. E também ao corpo. Não se conformar com o que se sabe é amor a justiça.
Melhor que tudo? É não julgar.

Abraham Shapiro (É consultor e Coach – shapiro@shapiro.com.br)

HSM Online

25/08/2010 at 10:21 AM 1 comentário

Como adaptar a gestão para a Geração Y? – Texto de Danilca Galdini (HSM Online)

Aproveitar ao máximo as qualidades desses jovens e trabalhar a favor da coexistência das diferentes gerações é o melhor caminho, afirma sócia-diretora da NextView People

Você já experimentou fazer uma pesquisa no Google sobre a Geração Y? Sou usuária assídua desta ferramenta e também extremamente curiosa sobre como as pessoas enxergam os jovens, portanto já fiz esta pesquisa algumas vezes, para não dizer muitas, e confesso que a cada dia fico mais impressionada com a quantidade e variedade de artigos sobre o tema.

O termo Geração Y apareceu pela primeira vez nos Estados Unidos no início dos anos 90. Desde então, o assunto tem sido discutido no mundo empresarial e, por consequência, nos diferentes meios de comunicação. Grande parte do conteúdo já publicado tem como objetivo caracterizar os jovens pertencentes a esta geração, abordando seus interesses, valores, desejos e o que devemos esperar deles enquanto profissionais. Este também era o objetivo da maioria das empresas que entravam em contato conosco há alguns anos. Queriam que conversássemos com seus gestores e líderes sobre os jovens da Geração Y, para ajudá-los a entender sobre seus hábitos e valores tão peculiares.

Com o tempo – e com a ajuda de diferentes mídias e do Google –, as empresas passaram a conhecer o termo Geração Y e as principais características dos jovens pertencentes a ela, mas por algum motivo haviam construído uma imagem pessimista sobre eles enquanto profissionais. No inicio, fiquei intrigada. Não que estes jovens sejam perfeitos (afinal ninguém é, certo?), mas também não eram o anúncio do fim dos tempos. O que fazia com que fossem vistos apenas pelo viés de seus gaps?

A resposta era mais simples do que imaginava: quando temos uma situação nova (quem são os jovens da Geração Y?) tentamos aproximá-la de situações já conhecidas, sejam iguais ou semelhantes (o que sabemos dos profissionais das outras gerações?) para identificar as melhores ferramentas para lidar com ela. Na prática, comparamos os jovens da Geração Y com as gerações anteriores e descobrimos tudo o que eles não eram: não eram comprometidos como eram os Veteranos, não eram engajados como os Baby Boomers, não eram flexíveis como a Geração X.

Realmente não eram (e não são) iguais, mas isto não é necessariamente um problema! Nosso recente trabalho dentro das empresas tem sido orientá-las a entenderem estes jovens a partir do que eles são: inteligentes, multimídias, prezam a transparência, acreditam nas ferramentas colaborativas, compartilham ideias e informações, entendem que o bom produto é aquele que possibilita uma boa experiência, desejam crescer rapidamente, querem dar resultados, querem aprender, gostam de feedback mas não sabem como usá-lo, aceitam desafios e não têm medo de ousar.

Estamos ajudando gestores e líderes a entenderem como podem aproveitar ao máximo cada uma dessas características a favor da empresa e dos negócios, como potencializar aquilo que precisam e como desenvolver aquilo que ainda não está pronto ou adequado para a realidade de mercado. Por meio de encontros, palestras e workshops, estimulamos a reflexão dos gestores sobre o tema; ao apresentarmos o modus operandi da Geração Y, o líder começa a desenhar novas estratégias para incluir este jovem nos processos de decisão e inovação da empresa, assim como em qualquer outro processo onde o empenho, o foco em resultados e a aprendizagem sejam importantes. Os resultados costumam ser muito positivos!

Tem sido muito interessante acompanhar essas novas movimentações. Grande parte das empresas estão realmente empenhadas em difundir entre seus líderes e gestores este olhar diferente para a Geração Y. Temos exemplos de organizações que estão revendo seus valores, culturas e processos para incorporar alguns hábitos e crenças desta nova geração; revendo seu processo de recrutamento e seleção, de desenvolvimento, de preparação para a liderança e sucessão a fim de realmente atrair e reter esses jovens.

Essas mudanças estão em curso, o que significa que ainda não é possível observar todos os resultados. Mas ao acompanhar diferentes empresas, dos mais diversos segmentos e portes, podemos dizer que as empresas estão trabalhando a favor da coexistência das diferentes gerações em um mesmo ambiente de trabalho, algo que, se soubermos aproveitar, será de grande valia para os negócios e para o desenvolvimento profissional.

Danilca Galdini (Graduada em Psicologia pela PUC –SP. Atualmente é sócia-diretora da NextView People, empresa especializada em realizar estudos e pesquisas com o objetivo de identificar tendências para o segmento de Recursos Humanos)

HSM Online

24/08/2010 at 12:16 PM Deixe um comentário

Copa do Mundo e Olimpíadas: ainda dá tempo de desistir? – Texto de André Barcinski (Blogs da Folha) que eu gostaria de ter escrito!!

Dias estranhos esses.

Primeiro, a Gol cancela 300 vôos e deixa milhares de passageiros dormindo em aeroportos.

Depois, um avião cai na Baía de Guanabara e fecha o Aeroporto Santos Dumont.

Na sequência, o governador do Rio, Sergio Cabral, chama de “otário” um menino que pediu a construção de quadras de tênis em sua comunidade. E Lula, num gesto de nobreza olímpica digna do Barão de Coubertin, diz que tênis é “esporte de burguês”. O que leva à inevitável pergunta: o que o presidente acha de badmington ou nado sincronizado?

Não parou por aí. Logo depois, o governador de São Paulo, Alberto Goldman, descobre a pólvora e escreve um artigo dizendo que teremos caos no transporte aéreo se um novo aeroporto não for construído no Estado. E uma pesquisa mostrou que 57% dos brasileiros não querem dinheiro público usado nas obras da Copa. Tá bom.

No dia seguinte, leio que o Cubo D’Água, uma das obras mais espetaculares e caras das Olimpíadas de Pequim, reabriu como um parque aquático, mais de dois anos depois do fim dos Jogos. Um parque aquático de meio bilhão de dólares.

Depois, leio na Folha que o governo finalmente percebeu que as obras dos estádios da Copa estão atrasadas e pediu pressa às cidades-sede. No mesmo dia, um grupo de marginais, voltando de uma festinha de arromba carregando metralhadoras e fuzis, é surpreendido pelo polícia e acaba invadindo um hotel de luxo em São Conrado.

Eram muitos os sinais.

Daí, tive a idéia de viajar de São Paulo ao Rio de Janeiro pela Rio-Santos. Pude constatar algumas coisas:

A marginal Tietê e a Avenida Brasil continuam disputando pau a pau o posto de acesso mais lúgubre a uma metrópole.

A Rio-Santos até que vai bem até a fronteira de São Paulo e Rio. Logo depois da placa, uma cratera de três metros de diâmetro dá as boas-vindas ao Rio de Janeiro.

A estrada Paraty-Cunha, rota de fuga em caso de acidente nuclear em Angra, continua interditada, 20 meses depois de uma tromba d’água em janeiro de 2009.

A Rio-Santos tem pelo menos seis locais com obras interrompendo o tráfego. Aparentemente, oito meses não foram tempo suficiente para consertar os trechos afetados pelos desabamentos de janeiro deste ano, que causaram mortes em Angra e na Ilha Grande.

O trecho em que a Rio-Santos encontra a Avenida Brasil lembra uma mistura de Bagdá com os desertos de “Mad Max”. Caminhões ziguezagueiam em alta velocidade fugindo dos buracos, enquanto pedestres suicidas cruzam a via a pé correndo por baixo de passarelas.

Quase fomos abalroados por um caminhão. O motorista estava sem camisa, falando no celular, e com olhos esbugalhados de que está sem dormir há cinco dias, à base de bolinha. E o melhor: transportando um carregamento de bujões de gás!

Fico imaginado o que acontecerá com um turista que vem assistir à Copa, resolve conhecer as belezas de Angra dos Reis e precisa passar por ali.

Mas o que eu realmente gostaria de saber é: o que acontecerá com os estádios da Copa e com as instalações das Olimpíadas depois que as competições terminarem?

Será que dá tempo de ligar na FIFA e no COI e desistir?

Escrito por André Barcinski

23/08/2010 at 4:32 PM 4 comentários

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