Archive for dezembro, 2012

A arte de enxergar longe… – (Fonte: Veja ed.2302)

Gostei desta frase da “Carta ao Leitor” da Veja desta semana

“OS ECONOMISTAS PREVIRAM NOVE DAS SEIS ÚLTIMAS RECESSÕES”

 

29/12/2012 at 11:46 AM Deixe um comentário

Feliz Ano Novo!!!

Contra a Raiva e o Ódio: Tolerância e Paciência
Contra o Medo e a Ansiedade: Motivação sincera e honesta
Contra o baixo amor próprio e o excesso de confiança em si: Honestidade

Feliz 2013!!

28/12/2012 at 12:08 PM Deixe um comentário

Os 25 livros de gestão de negócios mais influentes, segundo a Time Magazine

Esta lista é muito interessante!!!

Acho que o nome de alguns destes livros em Português não bate exatamente com o que está no texto, pois acredito que foi feita uma tradução literal.

Mas, se for o caso, pesquise estes livros na internet pelo nome dos autores.

Vejam a lista:

1.  A Era da Irracionalidade – Charles Handy – 1989

2. Feitas para Durar – Práticas bem sucedidas de empresas visionárias –  Jim Collins e Jerry Porras – 1994

3. Competindo pelo Futuro – Gary Hamel e C.K. Prahalad – 1996

4. Estratégia Competitiva – Técnicas para Análise de Indústrias e da Concorrência – Michael Porter – 1980

5. Inteligência Emocional – Daniel Goleman – 1995

6. O Mito do Empreendedor – Michael  E. Gerber – 1985

7. O Essencial de Drucker – Peter Drucker – 2001

8. A Quinta Disciplina – Peter Senge – 1990

9. Primeiro Quebre todas as Regras – Markus Buckingham e Curt Coffman – 1999

10. A Meta – Eliyahu Goldratt – 1984

11. Empresas Feitas para Vencer – Jim Collins – 2001

12. Marketing de Guerrilha – Jay Conrad Levinson – 1984

13. Como fazer amigos e influenciar pessoas – Dale Carnegie – 1936

14. Gerenciando o Lado Humano da Empresa – Douglas McGregor – 1960

15. O Dilema do Inovador – Clayton Christensen – 1997

16. Liderando a Mudança – John P. Kotter – 1996

17. On Becoming a Leader – Warren Bennis – 1989

18. Saia da Crise – W. Edwards Deming – 1982

19. Meus anos com a General Motors – Alfred P Sloan Jr. – 1964

20. O Gerente Minuto – Kenneth Blanchard e Spencer Johnson – 1982

21. Reengenharia da Corporação – James Champy e Michael Hammer – 1993

22. Os Sete Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes – Stephen R. Covey – 1989

23. Estratégia Seis Sigma – Peter S. Pande, Robert P. Neuman e Roland R. Cavanagh – 2000

24. Sistema Toyota de Produção – Taiichi Ohno – 1988

25. Quem mexeu no meu queijo? – Spencer Johnson – 1998

http://www.sobreadministracao.com/os-25-livros-de-gestao-de-negocios-mais-influentes-segundo-a-times/

(Obrigado ao Anderson pela Dica!!)

24/12/2012 at 11:01 AM 2 comentários

E o mundo não acabou…. (II)

Já que o mundo não acabou…… Vamos fazê-lo melhor?

21/12/2012 at 6:48 PM Deixe um comentário

E o mundo não acabou…. (I)

21/12/2012 at 6:36 PM 1 comentário

Esse beco tem saída, basta estar disposto a mudar – Texto de Betania Tanure – Fonte: www.valor.com.br

Compartilho a seguir a análise cruzada de três recentes pesquisas que fizemos com dirigentes de empresas que compõem a lista das 500 melhores e maiores do país: 51% deles consideram que o modelo de gestão de sua empresa precisaria se adaptar para atender às necessidades atuais de construção de um futuro competitivo; 81% entendem que seu quadro de executivos está apenas parcialmente preparado; 44% delegam para cima; 59% não discutem o mau desempenho das pessoas com elas próprias; 74% afirmam que, em se tratando de gestão, o que se fala é diferente do que se faz.

Parece que nos colocamos em um beco sem saída. Se os executivos não têm as competências certas, não formulam um modelo de gestão adequado. Se o modelo não é adequado, as pessoas não são desafiadas na direção correta. Se, além de tudo, não se fala a verdade em busca da clareza e da confiança nas relações, não se obtém o real comprometimento das pessoas – fundamental para a consistência dos resultados.

Se essa é a situação da maioria das pessoas que tomam as mais importantes decisões na empresa, qual a chance de haver uma mudança significativa na performance dessa maioria em nível individual? A resposta é: perto de zero. Mas sou otimista em relação ao futuro. É absolutamente possível sair do enrosco de uma performance empresarial que não apresenta bases consistentes para uma excepcional. Essa é uma virada que o executivo e a empresa podem e devem fazer.

Ele precisa se questionar sempre e analisar seu próprio desempenho. Deve ainda, como líder, preparar-se para discutir, munido de fatos e dados, o desempenho dos seus subordinados com eles próprios. A empresa, por sua vez, precisa reconhecer que é, fundamentalmente, o conjunto das pessoas que nela trabalham. Nesse conjunto está o coletivo da sua liderança, que tem o poder de dar a direção, de ajustar a cultura interna e de estabelecer novos paradigmas e desafios.

Do ponto de vista da cultura organizacional, uma característica do brasileiro merece ajuste: a enorme dificuldade de dar feedbacks duros. Ele teme comprometer o afeto e causar sofrimento às pessoas. Na contramão dessas preocupações, no entanto, estão relatos que ouvimos com certa frequência. Eles revelam que algumas pessoas sofrem com o fato de nunca terem recebido um feedback sincero, ainda que duro, que as levasse a acordar, a se mexer e a se desenvolver. Sentem-se “paradas no tempo” ou “encostadas” com base no passado ilusório a seu respeito.

Não seria mais digno encerrar o ciclo desses indivíduos na empresa? Não duvide de que há chance de eles serem mais felizes lá fora. Considere a mensagem de coerência e respeito percebida internamente com essa atitude, que tem impacto nos laços das pessoas com a empresa e em sua admiração por ela. Ademais, antes mesmo de haver a necessidade de desligamento, o exemplo de avaliar corretamente o mau desempenho e discuti-lo pode gerar resultados surpreendentes. Pode mudar não apenas a performance do profissional, mas a sua forma de ver a vida. E mais: é justo.

Surpreende que algo simples e efetivo seja ainda tão pouco praticado genuinamente, para além das avaliações de desempenho formais. Infelizmente, eu diria, porque ele pode melhorar as estatísticas que abrem este artigo e desencadear o hábito virtuoso de falar a verdade. Encare este desafio começando um processo de feedback competente com você mesmo. Depois, faça com seus subordinados e – por que não? – com seu chefe.

Não será difícil constatar que essas atitudes contribuem para que todos os envolvidos se tornem pessoas melhores e mais competentes em suas funções. Para a empresa, essa articulação de responsabilidade individual e coletiva é um aspecto indispensável para o alcance do desempenho excepcional.

Betania Tanure é doutora, professora da Puc Minas e consultora da BTA

Obrigado Renato pela dica..

17/12/2012 at 4:12 PM Deixe um comentário

Parabéns aos novos tecnólogos gráficos da Faculdade Senai de Tecnologia Gráfica!!!

Ontem terminamos mais um ciclo de apresentações dos TCCs do 8o. semestral da Faculdade Senai de Tecnologia Gráfica.

E confesso que fiquei emocionado com o que vi.

Muita dedicacão. Muito nervosismo.

As familias presentes para ver (e se orgulhar) os nossos alunos (agora, tecnólogos)

Alunos chorando ao final da apresentação

Muita seriedade na apresentação dos trabalhos!!

 

Tudo isso me deixou muito feliz, muito orgulhoso e com uma sensação deliciosa de dever cumprido.

 

Parabéns a todos!! Estarei à distância acompanhando o sucesso profissional e pessoal que vocês certamente alcançarão.

 

Um grande abraço a todos!!!!

14/12/2012 at 10:16 AM Deixe um comentário

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