Archive for novembro, 2011

Seminário ABTG: “Planejamento Estratégico para uma Era de Incertezas” com Flávio Botana e José Pires

Na próxima segunda-feira, dia 05/12, a ABTG estará realizando um seminário sobre aspectos estratégicos para a indústria gráfica. Eu e o Pires seremos os palestrantes.

Quem tiver interesse, é só entrar em contato com a ABTG: http://www.abtg.org.br

Seguem os links de divulgação e a programação

Espero vocês lá!!!!

30/11/2011 at 12:40 PM Deixe um comentário

Pesquisa aponta tendência de trabalho em “terceiros lugares” além do home office e do escritório tradicional – (Fonte: VIANEWS Comunicação Integrada)

Estudo da ZZA Responsive User Environments, encomendado pela Regus, revela alternativa ao home office ou escritório tradicional

Uma pesquisa independente da ZZA Responsive User Environments acabou com o mito de que o trabalho flexível significa necessariamente trabalhar em casa. O relatório, que combina dados de uma pesquisa feita com 17.000 grandes empresas em vários países por meio de entrevistas detalhadas com seus principais executivos, mostra que o trabalho remoto, em outros locais além do escritório e do home office, é cada vez mais comum. Esses “terceiros lugares” abrangem centros empresariais, clubes, bibliotecas e áreas informais, como lanchonetes e cafeterias, por exemplo. O relatório também revela que trabalhar nesse “terceiro lugar” traz uma série de benefícios, como o equilíbrio entre a vida profissional e pessoal, menos estresse e maior produtividade do funcionário. E para as empresas, uma diminuição dos custos com a manutenção dos espaços de trabalho.

De autoria da professora e antropóloga Ziona Strelitz, o relatório aponta que “as condições atuais da sociedade, da economia, aliados ao desenvolvimento da tecnologia criam novas oportunidades para todos e impõem novos paradigmas para as organizações. Atrair e manter talentos é um dos maiores desafios de qualquer empresa nos dias de hoje. A opção de trabalhar em outros locais melhora a qualidade de vida do profissional.”

A pesquisa foi encomendada pela Regus, fornecedora global de soluções para o ambiente de trabalho. “Esse é um estudo independente que destaca como o trabalho em um ‘terceiro lugar’ é uma opção cada vez mais utilizada pelo mundo corporativo. Comercialmente, trata-se ainda de uma tendência que torna o trabalho produtivo e estimulante”, afirma Mark Dixon, CEO da Regus.

As principais conclusões do relatório incluem:
• 52% dos profissionais que trabalham em um “terceiro lugar” em todo o mundo usam centros empresariais em tempo integral ou durante uma parte do tempo.
• 72% desses usuários de “terceiros lugares” passam três dias ou mais por semana no seu centro empresarial favorito ou outro “terceiro lugar”.
• 70% dos usuários de centros empresariais consideram esses ambientes mais produtivos do que os locais informais.
• A maioria dos entrevistados não quer trabalhar em casa. Eles preferem desenvolver suas atividades junto com outros profissionais, motivados por um propósito em comum, sem distrações, e com acesso às tecnologias e recursos que não estão à sua disposição em casa, e que permite maior concentração em suas tarefas diárias.
• Os “migrantes digitais” (pessoas que utilizam um “terceiro lugar” com frequência) são de todas as idades. A pesquisa mostra que não existe uma relação entre a faixa etária e a preferência por um “terceiro lugar”.
• A oportunidade de trabalhar em um local próximo de casa traz maior equilíbrio entre vida profissional e particular, deixa a pessoa muito mais satisfeita e aumenta a produtividade também. Um local próximo e conveniente foi citado por 73% dos entrevistados como o maior benefício de se trabalhar em um “terceiro lugar”.
• Estar próximo de casa, a reduzir o estresse e o tempo gasto em trânsito, principalmente nos horários de picos, além de diminuir a exposição diária aos poluentes do ar.
•  Os funcionários moram em regiões diferentes, por isso é inviável que as organizações estejam próximas de todas as residências de seus funcionários. Por isso, para aumentar a produtividade, a estratégia por parte das empresas é investir no “terceiro lugar” profissional.
• Para as corporações, o trabalho em “terceiros lugares” reduz os custos e a burocracia com imóveis, viabiliza o uso flexível de recursos sob demanda, além de manter uma imagem eficiente e profissional

Você pode fazer o download do relatório da ZZA User Responsive Environments, “Why place still matter in the digital age; third place working in easy reach of home” (Por que o local de trabalho continua a ser tão importante na era digital?), agosto de 2011, em: http://www.regus.com/futureofwork

O relatório apresenta aspectos importantes para que profissionais e organizações possam avaliar os benefícios do trabalho em “terceiros lugares”, com informações sobre qual o “terceiro lugar” mais adequado ao seu perfil de trabalho.

Para mais informações acesse: http://www.regus.com.br

VIANEWS Comunicação Integrada

30/11/2011 at 9:29 AM Deixe um comentário

GEP3 – 8º Semestral – Notas de Aula – Liderança na Indústria Gráfica

Seguem os links das 3 apresentações que discutimos ontem em sala

O Papel do Líder

Qualidade através da melhoria da equipe

O Líder para 20…..

29/11/2011 at 10:05 AM Deixe um comentário

CTPR1 – 5º Semestral – Entrevista Silvio Meira – “Os 6 Cs do Futuro do Trabalho” (Fonte: Revista HSM Management – Edição 79)

Mais uma excelente entrevista para discutirmos

Silvio Meira – Entrevista HSM

28/11/2011 at 8:38 AM Deixe um comentário

CTPR1 – 5º Semestral – Notas de Aula – Planejamento de Investimentos

É só clicar no link abaixo e salvar em seu computador

Planejamento de Investimentos

25/11/2011 at 10:19 AM Deixe um comentário

Quem sabe mais, pode mais – Texto de Alfredo Duarte (Fonte: exame.com.br)

Informação sempre foi fator determinante em negociação e vendas. Nas negociações comerciais, onde produtos e serviços são o foco do processo, características, benefícios, desejos, interesses e necessidades representam informações vitais que integram e orientam a estratégia dos negócios.

Foi decisiva quando era restrita e detida por poucos e segue ainda mais relevante nestes tempos de profusão, disponibilidade e acesso ilimitado. Concorda?

No passado recente, muito recente, vendedores e negociadores bem informados eram essenciais para que clientes e empresas fizessem bons negócios.

Se o atendimento fosse feito por profissionais menos proficientes, que não dominassem o conjunto de informações negociais, a conseqüência mais comum traduzia algum grau de insatisfação. Compras mal feitas, clientes frustrados, imagem profissional e empresarial manchadas. Todo mundo tem uma história triste sobre uma compra ou negócio onde faltou boa informação.

Agora estamos presenciando uma importante mudança no centro de gravidade desse conhecimento específico. Clientes e consumidores, antes dependentes de vendedores “sabe tudo”, agora são também protagonistas no potencial de influência derivado da posse de informações relevantes.

Esse novo cliente, o consumidor informado, procura o vendedor já de posse de muitas informações, referências, consultas e indicações de amigos, recomendações enfáticas, pesquisas na web e nas redes sociais. Parece pouco profissional? Não é.

Especialmente a informação calcada em indicações e recomendações diretas ou em manifestações de usuários contentes e insatisfeitos mudam o processo e a dinâmica da interação e influência. O boca a boca positivo e a nova “boca no trombone” das redes sociais estão repaginando o atendimento e o relacionamento com clientes.

Conhecimento, nesse contexto, é poder autêntico, balizado por relevância e propósito. Vendedores e negociadores precisam se cuidar. Quando prevalece a lógica do quem sabe pode, quem sabe mais, pode mais.

Alfredo Duarte escreve sobre Negociação e Vendas, sua especialidade. Consultor, escritor e palestrante associado da Empreenda, é professor no MBA Madia Marketing School.

blogdomanagement@empreenda.net

24/11/2011 at 9:05 AM Deixe um comentário

Manual da pequena empresa sustentável – João Francisco de Carvalho (Fonte: hsm.com.br)

Aprenda o passo a passo para tornar a sustentabilidade o diferencial competitivo de uma pequena empresa

O dia a dia corrido e atribulado de pequenas empresas muitas vezes não permite a empresários perceber a importância competitiva que a sustentabilidade pode trazer aos negócios.

Mas por incrível que possa parecer, tornar sustentável uma pequena empresa requer pouco investimento financeiro e pode trazer, em contrapartida, lucratividade, diminuição de custos, melhoria na reputação e diferenciação perante à concorrência.

“Porém, muitas destas empresas travam uma luta diária para não fecharem as portas e dificilmente se preocuparão com a sustentabilidade se não forem estimuladas a perceber os benefícios desta mudança”, alerta João Francisco de Carvalho, presidente da consultoria em sustentabilidade The Key.

Para o especialista, tornar sustentável a pequena empresa vai além de enxergar as ações de sustentabilidade como oportunidades de crescimento e os gestores devem seguir sete princípios fundamentais:

Horizontalidade: não existe sustentabilidade que seja ligada apenas a uma área da empresa. As ações devem ser transversais, envolvendo todas as áreas de diferentes formas;

Verticalidade: o líder deve ser exemplo, tendo uma conduta ética e responsável, estabelecendo diretrizes sem focar na hierarquia, mas na proximidade com a equipe;

Cultura: a sustentabilidade deve estar inserida no dia a dia da empresa, fazendo parte dos valores e princípios defendidos pela organização;

Institucionalidade: regras como metas e critérios para avaliação de desempenho devem estar claras a todos os colaboradores;

Governança: em pequenas empresas a estrutura das tomadas de decisão é mais enxuta. Para facilitar, o proprietário deve se reunir com a equipe constantemente, além de saber atribuir e cobrar;

Engajamento: o universo “micro” de funcionários, acionistas, fornecedores e comunidades deve ser o primeiro a ser impactado com a causa da pequena empresa;

Cadeia de valor: escolher as empresas parceiras pautando-se nas práticas sustentáveis que elas mantém é uma forma ingressar em um ciclo de melhoria contínua para todos os participantes da cadeia.

Carvalho ainda explica que, tendo estes preceitos estabelecidos, a pequena empresa precisará passar por cinco etapas até tornar-se efetivamente sustentável:

Formalização. “O governo dá todas as condições para o pequeno empresário sair da informalidade. Sem estar em dia com as questões tributárias, trabalhistas e sindicais é impossível que ela se torne sustentável”, diz Carvalho;

Educação Interna: é preciso preparar os funcionários para a implementação das novas práticas. “Reuniões, palestras educativas, envio de referências e fontes de consultas, ajudam muito no processo”;

Cesta de indicadores para os funcionários: no caso da pequena empresa, é preciso escolher quais indicadores como, por exemplo, os do GRI (Global Reporting Iniciative), poderão ser adaptados à realidade da organização;

Estabelecimento de metas: mesmo em equipes enxutas, o crescimento sustentável da empresa depende do estabelecimento claro das atribuições de cada participante e de prazos para controle e avaliação;

Avaliação constante: cada parte da organização deve cumprir o seu papel para o estabelecimento de um ciclo sustentável permanente.

Portal HSM

23/11/2011 at 9:24 AM Deixe um comentário

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