Archive for agosto, 2011

Redefinindo desperdício na Indústria Gráfica –(Fonte: Impressão Lean – Trajetória para o Sucesso – Heidelberg)

Conceito de Perdas dentro dos princípios da “Produção Enxuta” (Lean Production)

São oito os geradores de perda:

1) Super Produção: Produzir mais do que o cliente pede

2) Inventário: Inventários de matéria prima, material acabado e em processo de fabricação representam perda em um ambiente Lean. Produções antecipadas, ao invés de subsequentes operações, exigem inventário desnecessário de produtos e perda de recursos (capital, espaço, recursos humanos)

3) Excesso de Processamento: Produção que exija mais recursos do que o cliente pede. A maioria dos processos de fabricação são variações do “modo como sempre foi feito”, desperdiçando-se mais tempo nesses fundamentos. As indústrias raramente questionam se cada passo agrega valor ao cliente.

4) Movimento: Usam mais movimentos do que é necessário para se criar o produto. É interessante ficar parado no meio da linha de produção e observar a atividade acontecendo. Quantos funcionários estão movimentando material de um lugar para outro, apressadamente, com empilhadeiras? Quantos funcionários estão a procura de instruções, peças ou algo assim? Qual a distância que o funcionário percorre para executar sua função? Quais atividades observadas realmente agregam valor ao produto do cliente?

5) Defeito: Esta tradicional perda é entendida por todos. Defeitos são particularmente danosos quando chegam ao cliente. E quanto mais tarde são descobertos, mais recursos são consumidos no ciclo de produção, já que o valor subsequente foi incorporado ao produto.

6) Tempo de Espera: Tempo gasto pelos funcionários, esperando por produtos de processos prévios é perda. A manufatura Lean foca na fluidez de produção a fim de minimizar tempos de espera.

7) Transporte: Movimentar ou transportar produtos de um lado para o outro não agrega valor. Layouts ineficientes, excesso de produtos e inventário, são todos adicionados ao transporte, e são perdas.

8 ) Recursos subutilizados: Esses recursos podem ser humanos ou técnicos, que não são plenamente utilizados ou ocupados. Falhar em capacitar sua força de trabalho e soltar a força criativa deles é um bom exemplo deste tipo de perda. A existência de excesso de capacidade de máquinas é outro exemplo de perda nesta categoria.

Fonte: Livro Impressão Lean – Trajetória para o Sucesso.
Print Media Academy – Heidelberg

31/08/2011 at 10:29 AM Deixe um comentário

Controle de Processos 1 – CTPR1 – 5º Semestral – Notas de Aula – Teoria das Restrições

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CTPR1 – Aula 9 – Teoria das Restrições

30/08/2011 at 11:45 AM Deixe um comentário

Você é um dependente tecnológico? (Fonte: www.hsm.com.br)

A falta de bom senso no uso de meios eletrônicos pode roubar as boas experiências da vida real

Você já calculou quanto tempo passa navegando na internet? Tem se preocupado ou fica irritado quando não pode estar conectado? Tem dividido mais seu tempo com o mundo virtual do que com pessoas presentes fisicamente?

Se a resposta for positiva a uma dessas perguntas, você pode ser um dependente tecnológico. De acordo com o Programa de Dependência de Internet do Hospital das Clínicas de São Paulo, esses são sintomas do vício tecnológico.

O problema se manifesta com a incapacidade do indivíduo em administrar o uso e o envolvimento crescente com a internet. Isso acaba conduzindo a uma perda progressiva do controle e aumento do desconforto emocional.

O pesquisador John O’Neill, diretor da Menninger Clinic, em Houston, nos Estados Unidos, para tratamento contra vícios, considera que os dependentes de telefones celulares ou emails “dividem alguns dos mesmos componentes que pessoas viciadas em álcool ou drogas”. Elas não conseguem deixar o uso de lado, mesmo sabendo das consequências.

Segundo o conceito estabelecido pelo programa do HC, essas pessoas procuram os meios eletrônicos como forma de aliviar a tensão e a depressão.

Os mais tímidos, por exemplo, podem usá-los como ferramenta social e de comunicação. Para os especialistas,é possível considerar o vício tecnológico como uma doença impulsiva, capaz de provocar sérios danos nas relações sociais, tal como acontece com o alcoolismo.

O’Neill vê como sinais de relação doentia o uso excessivo de mensagens de texto ou de voz e envio de emails quando o contato pessoal, seja com a família, amigos ou colegas de trabalho, seria mais apropriado.

Há cerca de um ano, uma britânica, viciada em jogos online, foi proibida de usar computadores porque não alimentava corretamente os filhos e deixou dois animais de estimação morrerem de fome.

De acordo com as investigações, ela recebeu o convite para jogar por um site de relacionamento. No começo, era por uma hora, mas em pouco tempo, o comportamento obsessivo se instalou e a mulher passou a dormir só duas horas por dia, além de não cumprir com determinadas obrigações.

O psicólogo Cristiano Nabuco de Abreu, coordenador do programa de Dependência de Internet do HC, diz que o problema começa a ser endêmico, caso de saúde pública.

“Em alguns países, como os tigres asiáticos, já existe essa preocupação. No Brasil, essa percepção ainda está longe de acontecer. Isso é alarmante, pois o País é líder de tempo em conexões domésticas no mundo”, ressalta Abreu.

O Brasil também está entre os maiores consumidores de produtos tecnológicos para uso pessoal. As vendas de computadores, por exemplo, bateram recorde no segundo trimestre deste ano: foram quase quatro milhões de unidades.
Os brasileiros só ficaram atrás dos consumidores chineses e americanos. Um levantamento feito pela consultoria Accenture revelou que o Brasil, entre oito dos principais países emergentes e industrializados, foi o que mais vendeu celulares em 2010.

Para o psicólogo, as pessoas perderam o bom senso do que seria o uso razoável da tecnologia de comunicação disponível hoje em dia. “O uso razoável é a utilização da internet de uma forma que ela não roube experiências que você poderia ter na vida real”, alerta o professor.

Os casos mais graves podem ser tratados com a psicoterapia, que vai orientar a mudança de comportamento.Para evitar o diagnóstico de dependência e garantir a saúde mental e emocional, trocar alguns hábitos modernos podem ajudar:

– na hora das refeições, dedique-se ao prazer que isto proporciona, principalmente se estiver na companhia de outra pessoa, e deixe o celular de lado;
– desligue o telefone também quando estiver no cinema ou no teatro e aprecie a apresentação ou o filme;
– ao invés de passar horas na frente do computador, aproveite um dia bonito para dar um passeio ao ar livre;
– se for inevitável, determine um intervalo de tempo de acesso à internet ou ao uso do computador, principalmente se estiver em casa.

A tecnologia está à disposição para facilitar o dia-a-dia, agilizar as tarefas, levar diversão e conhecimento. No entanto, é preciso cuidado para não se tornar refém desses meios.

Referências bibliográficas: Instituto de Psiquiatria – Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP e Uso consciente da internet

Portal HSM

29/08/2011 at 11:10 AM Deixe um comentário

Curso ABTG – Planilha para Simulação de Faturamento

Conforme combinado no curso segue o link da planilha apresentada.

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Simulador Faturamento

28/08/2011 at 2:17 PM 1 comentário

Controle de Processos 1 – CTPR1 – 5º Semestral – Notas de Aula – Gestão de Produção e Operações

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CTPR1 – Aulas 7 e 8 – Gestão de Produção e Operações

26/08/2011 at 1:57 PM Deixe um comentário

Jeanne Brett: Negócios que ultrapassam fronteiras (Fonte: www.hsm.com.br)

Como a cultura pode determinar o sucesso de uma negociação e como tirar proveito das diferenças entre os grupos

É inegável que as diferentes culturais entre as partes negociadoras têm grande influência sobre o resultado final. E com base nessa diversidade que compõe a mesa das negociações que Jeanne Brett, professora de Resolução de Conflitos e Negociações Globais na Kellogg School of Management, realiza diversas pesquisas sobre negociações transculturais.

A pesquisadora abriu o segundo dia do Fórum HSM Negociação 3.0 falando sobre os estudos realizados no campo da negociação e as dicas para negociar acordos ultrapassando as fronteiras nacionais.

Jeanne define a cultura como um caráter específico de um determinado grupo e é resultado das diferentes personalidades e valores dos que o compõem, o que excerce forte influência sobre o que é mais importante em uma negociação.

“As culturas definem as normas de um grupo e os negociadores podem pensar: ‘será que eu minto? Será que o outro grupo vai mentir?’ Por isso, crenças e expectativas também fazem parte do aspecto psicológico”, explica.

A psicologia das negociações

Ao sentar em uma mesa de negociações com pessoas de diferentes culturas, é importante entender quais são seus interesses e prioridades, bem como as estratégias que usam para alcançar esses objetivos. “Estamos interessados em ganhos mútuos”, lembra Jeanne.

E para isso, as partes envolvidas terão que ceder em vários momentos da negociação. Assim, defina quais são os principais interesses do seu grupo para não haver perda de foco, já que não é possível atender todos os desejos dos negociadores.
“Você tem que escolher uma prioridade e todas as questões não podem ser a número 1. O que é mais importante e o que é menos importante?”, afirma Jeanne.

Por isso é fundamental conhecer as necessidades do grupo com o qual você negocia e será este entendimento que ditará o sucesso da negociação, afinal, são as diferenças nas prioridades que darão o cenário dos desfechos possíveis.

“Os negociadores de uma maneira geral querem chegar a um acordo e não perdem tempo com um grupo que não seja um parceiro em potencial”, avalia.

Relações ou resultados?

Nesse momento entra em cena um item determinante para a condução das negociações: o grupo com o qual você negocia dá mais valor às relações resultantes dessa parceria ou aos resultados financeiros?

A partir de estudos, Jeanne afirma que negociadores vindos de países ocidentais tendem a levar em consideração, primeiramente, as relações resultantes das negociações e só depois os benefícios diretamente econômicos. A situação inversa é observada também em negociadores de origem oriental.

Essas características também interferem na maneira como conduzem a negociação. O primeiro grupo, focado nas relações, tende a confiar mais nos parceiros comerciais e lançar mão de perguntas e respostas, enquanto o segundo prefere ir direto às ofertas e à fundamentação de suas ideias.

Portal HSM

25/08/2011 at 11:21 AM Deixe um comentário

Trabalho em equipe: garantia de que os valores da empresa resultarão em alta performance – Texto de Maria Cristina Gelmetti (Fonte: Press Página – www.ppagina.com.br)

O grande desafio dos líderes é fazer com que suas equipes atinjam os objetivos comuns da empresa, dentro de prazos e condições específicas. Suas equipes podem trabalhar como um grupo ou como um time. Das duas formas, os objetivos podem ser atingidos. Então, qual a diferença?

A definição de grupo é “um conjunto de pessoas com objetivos comuns, reunidas por afinidades”. E de equipe é “um conjunto de pessoas com objetivos comuns atuando no cumprimento de metas específicas”.

A diferença é que em equipe – ou em time – a sinergia é muito maior. Além dos papéis e responsabilidades estarem muito claros, há uma forte relação de confiança, autonomia bem definida, comunicação aberta, valorização de todos, importância de um ouvir o outro e, por consequência, um ambiente com condições propícias para manter as pessoas motivadas. O resultado disso é ter profissionais mais satisfeitos, dando o melhor de si e uma natural retenção dos talentos.

Quando se trabalha em grupo, esses elementos não estão exatamente presentes. Por conseguinte, o custo para atingir os objetivos se torna mais alto. O processo é mais lento, talentos são perdidos, há desgastes nas relações e a excelência fica distante.

Não há dúvida de que em determinadas situações é necessário trabalhar em grupo. Um bom exemplo são as situações de crise, quando o comando tem que ser forte e focado. Mas é muito importante ter equipes que saibam atuar como times, com alta sinergia e entrosamento. Trabalhando como um time é que se faz possível atingir alta performance.

Um dos pontos altos de se trabalhar em time é ter os valores da empresa claros e difundidos em todas as instâncias. São eles que formam o conjunto de princípios e crenças que definem as ações da empresa. Quando isso não acontece, as pessoas agem conforme seus próprios valores – que se não estiverem em consonância com os valores da empresa, as possibilidades de conflito e consequente ausência de sinergia serão potencializadas.

Tudo deve estar de acordo com os valores da empresa. Desde o atendimento ao telefone, até a entrega dos serviços e produtos aos clientes. O departamento de recrutamento e seleção tem um papel importante nesse sentido, já que deve utilizar os valores da empresa como critério de seleção. Ou seja, selecionar pessoas com valores alinhados aos da organização.

Aos líderes cabe garantir que esses valores sejam uma verdade em todas as suas ações e nas de seu time. Por isso, é importante investir no desenvolvimento da liderança, que precisa estar apta a utilizar ferramentas efetivas nessa direção, como, por exemplo, o feedback. Essa é uma das principais ferramentas para o desenvolvimento de equipes e alinhamento das expectativas.

Difundir os valores da empresa e preparar a liderança para garantir que todas as ações estejam alinhadas a esses princípios são, dessa forma, os primeiros passos para formar um time de alta performance.

*Maria Cristina Gelmetti é gerente de RH da UNIONE – http://www.unione.com.br

24/08/2011 at 11:10 AM Deixe um comentário

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