Archive for março, 2017

Gestão da empresa gráfica familiar: se não for bem tratado, é um problema; se for bem tratado é uma solução!

 

A grande maioria das gráficas no Brasil são pequenas e médias empresas familiares. E este tipo de empresa tem, como tudo na vida, vantagens e desvantagens.

Normalmente, mas nem sempre, os aspectos ligados a confiança, cooperação e zelo são mais fortes em empresas familiares. Porém, existem vários pontos que podem ser problemáticos: a falta de competência, o pouco envolvimento ou simplesmente a falta de vocação para o negócio são questões delicadas que podem inclusive colocar em risco a continuidade da empresa.

Portanto, uma boa gestão é fator primordial para o bom desempenho e a continuidade das empresas familiares. E quando se fala de boa gestão, o que se quer dizer é uma gestão mais profissional e focada em resultados.

O assunto é bastante extenso e por conta disso quero fazer um convite a todos.

No próximo dia 01/04 estarei dando um curso sobre este tema na ABTG – Associação Brasileira de Tecnologia Gráfica

“Profissionalização da gestão familiar na indústria gráfica”

O curso será num Sábado, na sede da ABTG em São Paulo, das 09:00 às 17:00

Para maiores informações entrem no site: www.abtg.org.br ou pelo telefone (11) 2797 6700

 

Aguardo vocês lá

16/03/2017 at 11:24 AM Deixe um comentário

Reter talentos é mais difícil do que criá-los!!

 

No meu último post falei da importância de se criar talentos para se estruturar uma empresa sólida e forte no longo prazo.

Porém, existe uma corrente de pessoas que tem dúvidas em relação a essa estratégia. A principal argumentação é de que “após o funcionário ficar pronto, depois de ter sido treinado e preparado, ele vai embora, sendo que todo o meu investimento acaba não tendo retorno”.

Quero fazer algumas argumentações a respeito:

Primeiro, isso realmente acontece e eu entendo a decepção de quem fez o investimento e não teve o retorno. Portanto, a preocupação é válida.

Mas o fato é que precisamos entender o “porquê” isso acontece. O que faz um funcionário, que foi incentivado e financiado por uma empresa a se capacitar, a mudar de emprego algum tempo depois de encerrar o processo.

Existem, na minha opinião, algumas causas, porém a que me parece mais frequente provém de um erro de gestão das empresas. Elas pagam a estes funcionários capacitados um valor menor (e às vezes muito menor) do que o valor do mercado, acreditando que, pelo fato de ter financiado a capacitação do funcionário, esta atitude seja correta e justa.

Ora, esta estratégia definitivamente não funciona. Por mais grato que o funcionário seja, chegará uma hora onde a possibilidade de crescimento na carreira e na melhoria do padrão de vida vão falar mais alto e ele irá procurar um novo local que reconheça a sua nova capacitação.

Portanto, o que me parece mais adequado para as empresas que querem crescer apoiadas na criação de talentos é: a) criar os talentos e b) reconhecer o novo trabalho deles. Tenho uma grande convicção de que, na grande maioria dos casos, um funcionário que foi ajudado pela empresa a se capacitar e que é reconhecido corretamente por esta capacitação, tenderá a ser um parceiro de longo prazo da empresa.

 

O que vocês acham? Vocês concordam com esta abordagem? Têm algum caso para comentar?

09/03/2017 at 10:01 AM 3 comentários

Tá difícil encontrar talentos? Crie um…

 

Não restam dúvidas que o sucesso de uma empresa é quase sempre diretamente proporcional à quantidade de talentos que nela trabalham. E infelizmente também não restam dúvidas que os talentos estão cada vez mais raros e cada vez mais caros.

Uma saída que tenho visto algumas empresas adotarem com bastante sucesso é o investimento na criação de futuros talentos. É um projeto de médio/longo prazo mas que traz bons resultados.

Vejo empresários analisando suas equipes à procura de colaboradores com vontade de aprender, dispostos a enfrentar desafios e com uma ambição (positiva) de crescer na vida e ter sucesso.

E estes empresários investem nestas pessoas! Capacitam, preparam, apoiam nos seus estudos e dão oportunidades a eles, sendo que raramente o resultado é decepcionante

Acho esta uma saída muito interessante para esta escassez de talentos disponíveis. Acho que sempre vale a pena tentar…

Resta uma outra questão que é como reter este talento depois que ele está formado… mas isto é assunto para o próximo post.

 

Obs.: Se você tem algum case parecido com o que relatei, compartilhe conosco!

02/03/2017 at 7:04 PM 2 comentários


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