Archive for dezembro, 2013

2014!!!

A gentileza é a essência do ser humano. Quem não é suficientemente gentil não é suficientemente humano. (Joseph Joubert)

 

Um gentil ano novo para todos!!!!

30/12/2013 at 1:54 PM 1 comentário

O que a indústria gráfica espera de 2014

Em assembleia extraordinária no mês de novembro, com a presença de regionais de 18 estados, a Abigraf elegeu suas bandeiras para o próximo ano

Desde maio, quando publicou um Manifesto à Nação com reivindicações essenciais à recuperação da competitividade do setor, a Associação Brasileira da Indústria Gráfica (Abigraf) teve vitórias, como o fim da majoração do imposto de importação de seis tipos de papel de impressão. Conquistou também a desoneração da folha de pagamentos do segmento de embalagens, responsável por 40% do PIB gráfico. Outro ganho foi a rotulagem do papel imune, ao qual somou seu apoio à Campanha de Conscientização da Imunidade do Papel Destinado à Impressão de Livros, Jornais e Periódicos, lançada em outubro, em conjunto com Andipa, Afeigraf e Bracelpa.

Houve avanços ainda em relação ao fim da bitributação, cujo objetivo é limitar a incidência de ISS a impressos para uso direto do consumidor (como convites e cartões) e restringir a incidência de ICMS a impressos embarcados em outros produtos, como rótulos, embalagens e etiquetas. Em novembro, o Senado aprovou o projeto, que tramita agora pelo Congresso.

O setor comemora também a inclusão, no início de dezembro, de embalagens de papel cartão como item financiável pelo cartão BNDES, o que facilitará a aquisição desses produtos pelos clientes. Mais uma vitória se concretizará, hoje, dia 17, às 14h30, quando o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, oficializa uma benéfica mudança de data limite para recolhimento do ICMS pelo segmento de embalagens.

Outras questões, porém, continuam na pauta de reivindicações da indústria gráfica para 2014. Confira.

– Redução da importação de serviços gráficos para impressão de livros, que inclui pleitos como:

* alíquota zero de PIS/Cofins na impressão de livros;

* adoção de margem de preferência nas compras públicas de livros e material didático – a margem de preferência é um recurso previsto no programa Brasil Maior e pode chegar a 25% desde que o produto obedeça à regra de origem estipulada, em geral, 60% de matéria-prima nacional.

– Desoneração de IPI, PIS e Cofins sobre materiais escolares, como cadernos e agendas. O projeto de lei 6.705/09, em trâmite na Câmara Federal, defende essa causa.

– Criação do Cartão Material Escolar, com crédito de R$ 200 para famílias com filhos na rede pública de ensino hoje beneficiadas pela distribuição de kits adquiridos pelo governo. Para uso restrito nas papelarias credenciadas, o Cartão beneficiaria mais de 40 milhões de alunos e injetaria cerca de R$ 8 bilhões na cadeia de fabricantes de material escolar, como cadernos e agendas, e de varejistas.

– Isenção de PIS/Cofins na importação de equipamentos gráficos sem similar nacional.

– Fim do registro de preço em licitações públicas. O objetivo é estabelecer quantidade mínima de aquisição de cada tipo de impresso por fornecimento.

– Resgate da competitividade.

26/12/2013 at 8:20 AM Deixe um comentário

Os sete pecados capitais na gestão de empresas – Texto de Pedro Luiz de Oliveira Costa Neto (Fonte: Livro “Qualidade e Competência nas Decisões” – Editora Blucher)

Recorremos a uma advertência bíblica para mostrar que também pode servir para a orientação de decisões adequadas de empresas e pessoas, evitando situações que apresentam analogia com os sete pecados capitais.

a. GULA

As empresas devem ponderar bastante antes de decidir se lançar em empreendimentos que visem assambarcar o mercado a qualquer custo, engolindo fatias de mercado dos concorrentes por meios anti-éticos, mediante propaganda enganosa, por artifícios ilícitos, burlando a legislação, etc. Da mesma forma que as pessoas que comem demais e acabam por sofrer indigestão ou problemas causados pela obesidade, essas empresas poderão sentir as conseqüências dos seus atos atrabiliários, e provavelmente arregimentarão contra elas uma coalizão de concorrentes, que leve a situações adversas à sua tranqüila participação no mercado.

b. IRA

Muitas vezes, a direção da empresa pode sentir-se indignada com ações  que lhe são prejudiciais por parte dos concorrentes, de ex-colaboradores ou do próprio governo, levando-as a decisões precipitadas de revanche ou retaliação contra os seus adversários. Não estamos sugerindo que nada se faça, a empresa tem todo o direito de se defender, mas aqui cabe a recomendação de se evitar decidir em condições emocionais adversas. A recomendação , que vale também para pessoas, é deixar os espíritos se acalmarem, protelando um pouco a decisão, para poder exercê-la de forma o mais racional possível.

c. INVEJA

Este pecado capital é, sem dúvida, um mau conselheiro e a nada leva. Não há que se remoer e blasfemar, porque um concorrente é mais bem sucedido. O melhor a fazer é buscar aprimorar os próprios processos e procedimentos, a fim de melhorar a operação, conseguir melhores resultados e eliminar as diferenças. Um bom remédio para isso pode ser o benchmarking.

d. LUXÚRIA

Este pecado capital costuma ocorrer quando começam a sobrar recursos. Resultado de uma tendência oriunda da fraqueza humana, que leva a gastar uma parte ou a totalidade destes recursos em inutilidades, em coisas fúteis, como o luxo exagerado, viagens desnecessárias, festas, ostentações e coisas do gênero. Não é condenável destinar sobras de recursos para premiar colaboradores, mas o exagero costuma ser prejudicial, até por acostumar mal. Por outro lado, muitas vezes não se percebe que há outras possibilidades de melhor investir estes recursos, que passam desapercebidas em face da ânsia por exibicionismo. Dentre os efeitos perniciosos da luxúria, estão a indignação que pode causar em terceiros e a criação de uma imagem de grandeza que pode não corresponder à realidade e se desfazer em seguida, levando os ostentadores ao ridículo.

e. SOBERBA

Este é um pecado talvez mais grave que o anterior, em geral a ele associado, pois costuma levar a decisões em que se supõe infalibilidade, tomadas sem os devidos cuidados, pois os espíritos estão tão imbuídos da própria superioridade que não admitem a possibilidade de falhas ou erros. A soberba tem esse aspecto de cegar as pessoas, fazê-las saborear uma superioridade sustentada pelas próprias convicções, levá-las a atitudes inaceitáveis por terceiros, tomando decisões que, a médio ou longo prazo, se mostrarão inadequadas ou mesmo desastrosas.

f. PREGUIÇA

Este pecado capital se manifesta na demora em tomar decisões quando são necessárias. As decisões frequentemente envolvem pessoas e seus interesses e, muitas vezes, necessitam de coragem e atitude para serem tomadas. A preguiça, ou o receio de desencadear situações novas, pode levar ao protelamento indevido dessas decisões, com prejuízos para a organização ou para o próprio decisor. A preguiça se vence com determinação, com espírito mantido sempre sensível ao que apontam os controles, ao exercício de vontade de acertar e à não adoção das atitudes passivas e cômodas do status quo.

g) AVAREZA

Este pecado capital pode consistir na negativa de decidir por investimentos necessários à modernização da empresa, ou a urgentes programas de qualidade e/ou segurança no trabalho, ou para cumprir determinações legais. Há também situações em que as empresas ou pessoas preferem resguardar seus ativos financeiros aplicando-os no mercado de capitais, gerando dividendos pequenos mas certos, ao invés de investi-los em oportunidades de negócio. A provável conseqüência da avareza é a estagnação da empresa, levando-a a ser superada pela concorrência.

14/12/2013 at 10:48 AM Deixe um comentário

2014: Vai faltar Tempo e Dinheiro – Texto de Christian Barbosa (Fonte: www.exame.com.br)

Ano que vem com certeza será um ano atípico como raramente tivemos nesse País. Teoricamente teremos no ano 253 dias úteis. Porém com eventos como a Copa e Eleições pode ter certeza que dias úteis de fato serão menos.

Provavelmente para resolver problemas de mobilidade urbana, teremos “feriados” durante os jogos para evitar trânsito. As empresas vão evitar ao máximo, eventos, reuniões ou treinamentos durante esses períodos mais críticos.

Se já falta tempo para as pessoas com um ano com todos os dias úteis, imagina como será o próximo ano. Nunca se fez tão necessário saber escolher o que realmente precisa ser feito e aquilo que simplesmente não dá e precisa sair da lista.

Todas as empresas, executivos e colaboradores precisam pensar em 2014 com esse espírito de seleção e prioridade. Pois será a única forma de fazer o ano render sem tantos percalços. Pare e discuta o que realmente será importante, quando chegar a um consenso corte um pouco dessa lista. É melhor ser pessimista nesse caso e concluir do que ser otimista e morrer de urgências.

Fora isso ainda tem um cenário na economia que não parece tão favorável. Com juros, inflação e cambio em alta. Tempo e dinheiro serão fatores determinantes no próximo ano. Tenho ouvido muita gente falar sobre seus planos financeiros para 2014, só espero que não vire uma promessa de ano novo.

 

E que venha 2014!

09/12/2013 at 7:29 PM Deixe um comentário


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