Archive for dezembro, 2011

Vamos falar do “Ano Novo”?

No meu último post de 2011, após falar tanto de gestão, negócios, etc. quero deixar para vocês momentos de genialidade de duas pessoas fantásticas do mundo das artes.

O primeiro é apenas(!!!) uma frase dita por John Lennon:

“ Vida é aquilo que acontece enquanto planejamos o futuro”

E o segundo é uma das cenas mais fantásticas do cinema. Al Pacino, interpretando o deficiente visual Frank Slade, dançando um tango em “Perfume de Mulher”.

Durante a cena ele também diz uma frase marcante.

“Vive-se a vida em um momento!”

Al Pacino dançando tango

29/12/2011 at 2:53 PM 2 comentários

7 hábitos de pessoas altamente produtivas – Luciano Meira. Texto de Camila Lam (Fonte: www.exame.com.br)

Saber dizer não e estabelecer objetivos profissionais são algumas atitudes características

Ser produtivo não é estar ocupado o tempo todo. Uma pessoa altamente produtiva é aquela que consegue tomar decisões, concluir tarefas e ainda se destacar com ideias inovadoras.

Para ter sucesso na carreira é recomendável fazer uma autoavaliação sobre o rendimento no trabalho. Se antes ser uma pessoa produtiva era associado a produção em massa, hoje espera-se de um profissional produtivo ser capaz de fazer as escolhas certas.

Confira abaixo sete hábitos que merecem ser adotados:

1 – Estabelecer critérios e saber dizer não

Para o diretor de conteúdo e facilitação da FranklinCovey Brasil, Luciano Meira, não é humanamente possível atender a todas as demandas que surgem ao longo do dia ou da semana. “É preciso dizer não para algumas coisas e dizer sim para outras. Quando você aceita fazer todas as tarefas, você gasta energia, tempo e atenção e não faz nenhuma com qualidade”, explica.
Uma pessoa altamente produtiva tem um filtro extremamente eficaz e, por isso é capaz de detectar a todo o momento quais atividades realmente merecem atenção. Nesse caso, menos é mais.

2 – Ter os objetivos profissionais e pessoais estabelecidos

Que tipo de resultado faz sentido para você? Ao estabelecer qual o resultado você quer atingir no seu papel profissional ou mesmo na família, chegar ao equilíbrio pode parecer mais fácil.
“Metas levam tempo para serem cumpridas e quando você sabe exatamente onde você quer chegar fica claro como você deve agir no trabalho, em casa ou nas horas vagas”, explica Meira.

3 – Planejar diariamente o que precisa ser feito

De acordo com Meira, o planejamento semanal deve ser feito antes de a semana começar e não é recomendável economizar tempo na hora de pôr tudo no papel. Ao fim de um dia também é indicado dedicar dez minutos para anotar o que precisa ser feito no dia seguinte.
Para o especialista, a rotina de uma pessoa produtiva se conecta com as grandes metas e isso só é possível realizando pequenas tarefas.

4 – Acessar o e-mail periodicamente

Entre computadores e smartphones, fica difícil de manter a concentração no ambiente de trabalho. Mas pequenas atitudes podem economizar tempo, energia e evitar distrações. Estabeleça horários para acessar o correio eletrônico. E se for usuário do Microsoft Outlook, aprenda a utilizar suas ferramentas.
Meira diz que simples mudanças como aplicar regras, direcionar mensagens para a pasta de spam ou para que e-mails de determinada pessoa sejam marcadas como importantes podem evitar com que você acesse a caixa incessantemente.
“A tecnologia tem que ser um meio de produtividade e não de distração”, resume o diretor de conteúdo da FranklinCovey Brasil.

5 – Evitar ser “multitarefa”

Ser “multitarefa” pode parecer uma vantagem, mas não é. Trabalhar em mais de uma tarefa alternadamente além de não garantir que fique pronta mais rápido, a qualidade também ficará aquém do desejável.
“Ser preciso evita um desgaste de energia e tempo”, afirma Meira.

6 – Adotar intervalos

Em vez de mandar e-mail ou telefonar, caminhe até a mesa do seu colega de trabalho se deseja falar com ele pontualmente. Saia, nem que seja por cinco minutos, do seu ambiente de trabalho em intervalos de uma hora ou uma hora e meia. Trabalhar interruptamente não é garantia de um trabalho melhor.
Caso esteja concentrado e não quer ser interrompido, tranque a porta e avise que não deseja ser incomodado.

7 – Cuidar da saúde

“Pessoas sedentárias tendem a perder muito mais energia e se sentirem muito cansadas rapidamente”, diz Meira.
Não se surpreenda se uma pessoa que é altamente produtiva no trabalho também encontra tempo para ter hobbies, como praticar esportes. Além disso, o especialista afirma que é preciso prestar atenção na alimentação e na qualidade do sono.

29/12/2011 at 9:32 AM 1 comentário

Energia Solar: Como anda o uso dessa tecnologia no Brasil (Fonte: www.hsm.com.br)

Há potencial e mercado, mas tecnologia de energia solar ainda é restrita a grandes empresas

Investir em fontes renováveis de energia pode gerar ganhos dos mais diversos para as empresas: desde a redução de custos até o desenvolvimento de uma cultura de sustentabilidade com forte apelo de marketing. Para pequenas empresas, pode auxiliar a reduzir custos em processos ou rotinas específicas.

Conforme relatório da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o uso dessa energia concentra-se em regiões mais isoladas do país, como o Norte e o Nordeste, por apresentar-se como uma alternativa para o aquecimento da água e à falta de energia elétrica das usinas.

Já como matriz energética sustentável, a energia solar em comparação à energia eólica conta com grandes investimentos na região Sul e a vem sendo utilizada por pequenos negócios como uma solução criativa para economizar custos e reduzir passivos ambientais.

Barreiras ainda são grandes

Uma das restrições técnicas à difusão de projetos de aproveitamento de energia solar
é o alto custo de instalação dos painéis fotovoltaicos que captam o calor solar para transformar em energia, tanto do equipamento quanto a mão-de-obra especializada para a instalação, ainda incipiente no País.

Para Mauro Passos, presidente do Instituto para o Desenvolvimento de Energias Alternativas da América Latina (Ideal) o alto custo de implantação e a falta de incentivo do governo para disseminar esse tipo de energia também dificultam a implementação do sistema.

Por isso, a Aneel começou esse ano a sinalizar que deverá promover leilões energéticos na mesma linha do que acontece hoje com a energia eólica – que já aparece no balanço de consumo com um percentual pequeno, de 0,4%.

Pequena empresa

Embora falta muito para a energia solar ser considerada matriz energética, pequenas iniciativas podem auxiliar custos e manutenção em pequenas empresas e negócios.

Especialistas afirmam que o uso de equipamentos de captação de energia solar pode gerar economia como complemento no consumo elétrico em pequenos empreendimentos. Nesse caso, alguns passos devem ser observados:

• Determine o consumo energético do empreendimento;
• Decida onde a energia gerada a partir da luz solar será empregada. Muitas vezes ela pode gerar economias ao substituir sistemas de aquecimento de água, ou mesmo atender à demanda elétrica de processos ou aparelhos específicos;
• Contrate mão-de-obra especializada para a instalação de painéis e equipamentos;
• Verifique a legislação vigente a respeito desse tipo de instalação; muitos municípios possuem normas específicas;
• Direcione as células solares para o gerador, para que a energia possa ser distribuída no sistema;
• Faça medições e relatórios constantes, para verificar a eficiência do uso e analisar ganhos de custo e eficiência.

Portal HSM

28/12/2011 at 9:28 AM Deixe um comentário

Estamos pensando diferente mesmo? – Texto de Francisco Albuquerque (Fonte: www.hsm.com.br)

Eu gosto de contar histórias, pois elas de alguma forma inspiram e nos fazem refletir acerca do meio em que estamos envolvidos. Também gosto de colocar algumas pitadas dos assuntos que estudo e provar que a teoria, na prática, funciona sim.

Estou lendo neste momento o livro “Design Thinking” de Tim Brown, CEO da IDEO, uma empresa de design industrial que fica em Palo Alto, Vale do Silício, EUA. Para ser mais específico, estou no capítulo 4 (Construindo para pensar – O poder da prototipagem), que nos ensina algumas ferramentas sobre como construir uma ideia por meio de protótipos.

Pois bem. Em uma das minhas experiências profissionais atuando com projetos de engenharia, mais especificamente na área de automação industrial, por vezes fui considerado o cara “chato” no que dizia respeito à criação do plano do projeto. E realmente eu era, mas simplesmente porque eu observava que alguns profissionais, por mais que fossem extremamente competentes em suas atividades, sempre deixavam para trás detalhes importantes do projeto pressionados pelas principais restrições (tempo, escopo e custo).

Geralmente, os profissionais que atuam na execução de projetos não estão tão preocupados em detalhes de gestão. Eles querem o quê? Executar! Simples assim.

Infelizmente, convivi com profissionais que, algumas vezes, não se preocupavam em executar as suas atividades com um grau mínimo de qualidade ou com um pouco de inovação, pois eles já estão de certa forma em suas zonas de conforto e pensam que não precisam “fazer diferente” ou agregar valor ao resultado do trabalho.

Essa afirmação pode ser um pouco categórica e nem estou tentando estereotipar, mas tenho certeza que muitos irão concordar comigo.

Em empresas que vendem projetos, estes costumam nascer na mão da área comercial, e, em alguns casos, os profissionais que atuam nessa área não são técnicos para poder dar a solução mais adequada ao cliente final, o que pode prejudicar a entrega. Não estou julgando a equipe comercial, pois entendo que muitos profissionais altamente competentes na técnica não têm aptidão para ser bons vendedores e, felizmente, precisamos de pessoas com tino e atitudes comerciais nos negócios.

Lembro que o principal guia para a montagem dos projetos que produzíamos era uma especificação técnica e alguns desenhos em Autocad. Desses documentos e reuniões, nasciam outros documentos, muito maiores e mais detalhados, alguns destes em Autocad também, que englobavam todas as informações que a equipe de execução (montagem) iria utilizar como guia.

Os desenhos aqui comentados podem ser comparados aos protótipos de que falei acima, e por que estou dizendo isso? “Protótipo não é isso, você está viajando!”

Pois é, pode ser que, em alguns casos, os protótipos sejam caixas de papelão, peças de Lego, ou um monte de ferros soldados, mas, especificamente neste caso, a projeção em Autocad já nos permitia a prototipagem.

Eu participava de grande parte das reuniões junto às equipes comerciais para entender tecnicamente o projeto com o objetivo de ajudá-los na concepção técnica da proposta comercial. Naquele estágio, eu já criava um “esboço”, ou “protótipo”, para apresentar ao cliente final, pois entendia que visualmente era mais fácil o entendimento de todos os envolvidos.

Vocês já pensaram que uma interface de software ou um site pode ser construído com vários post-it antes mesmo de alguma linha de código ser escrita? O que eu estou querendo dizer é que, independente da forma com que desenvolvemos projetos, podemos utilizar e motivar a criatividade para a criação de “coisas diferentes”.

As expressões “pensar fora da caixa” e “think different” estão sendo muito utilizadas hoje em dia. Viraram até slogan de empresas e estão inspirando muitos executivos e empreendedores, mas eu vejo que isso tudo ainda é muito difícil de ser utilizado na prática.

Será que é o medo das mudanças? Medo do novo? Medo de arriscar? Falta de tempo? Falta de criatividade? Falta de conhecimento técnico?

Recentemente vi um vídeo no TED que passa uma mensagem muito clara sobre isto. Todos nós nascemos criativos, mas a escola e o nosso trabalho nos ensinam a perder a nossa criatividade.

É simples entender o que estou dizendo.

É só olhar para uma criança, que não tem medo de nada, pois ainda está conhecendo o mundo, e se questionar como elas inventam as falas de seus heróis favoritos e histórias para brincar. Isso tudo com os recursos que elas possuem (brinquedos, pedras e colheres) e, claro, a imaginação.

Em estratégia, fala-se tanto na construção de cenários prospectivos e nós que atuamos como planejadores utilizamos dados de mercado, estudo de concorrentes e avaliações econômicas para construir um plano que direcionará os negócios nos próximos anos.

Já que o assunto é inovar e criatividade, será que não podemos utilizar técnicas cinematográficas e de teatro para criar um cenário fictício com os recursos que temos para entender o perfil de um determinado tipo de consumidor? Ou até mesmo buscar entender o comportamento das pessoas e criar estratégias de RH mais assertivas em vez de ouvir somente o que especialistas estão falando na Harvard Business Review ou em congressos pela desculpa de ir a um encontro ou viajar para fora do país?

O que podemos fazer com o pouco que temos indo em busca de um resultado mais assertivo usando a criatividade como meio de encontrar respostas?

Algo a se pensar, não?

27/12/2011 at 8:49 AM Deixe um comentário

Brasil supera Reino Unido e se torna 6ª maior economia do mundo, diz entidade (Fonte : BBC Brasil – www.uol.com.br)

O Brasil deve superar o Reino Unido e se tornar a sexta maior economia do mundo ao fim de 2011, segundo projeções do Centro de Pesquisa Econômica e de Negócios (CEBR, na sigla em inglês) publicadas na imprensa britânica nesta segunda-feira.

Segundo a consultoria britânica especializada em análises econômicas, a queda do Reino Unido no ranking das maiores economias continuará nos próximos anos com Rússia e Índia empurrando o país para a oitava posição.

O jornal “The Guardian” atribui a perda de posição à crise bancária de 2008 e à crise econômica que persiste em contraste com o boom vivido no Brasil na rabeira das exportações para a China.

O “Daily Mail”, outro jornal que destaca o assunto nesta segunda-feira, diz que o Reino Unido foi “deposta” pelo Brasil de seu lugar de sexta maior economia do mundo, atrás dos Estados Unidos, da China, do Japão, da Alemanha e da França.

Segundo o tabloide britânico, o Brasil, cuja imagem está mais frequentemente associada ao “futebol e às favelas sujas e pobres, está se tornando rapidamente uma das locomotivas da economia global” com seus vastos estoques de recursos naturais e classe média em ascensão.

Um artigo que acompanha a reportagem do Daily Mail, ilustrado com a foto de uma mulher fantasiada sambando no Carnaval, lembra que o Império Britânico esteve por trás da construção de boa parte da infraestrutura da América Latina e que, em vez de ver o declínio em relação ao Brasil como um baque ao prestígio britânico, a mudança deve ser vista como uma oportunidade de restabelecer laços históricos.

“O Brasil não deve ser considerado um competidor por hegemonia global, mas um vasto mercado para ser explorado”, conclui o artigo intitulado “Esqueça a União Europeia… aqui é onde o futuro realmente está”.

A perda da posição para o Brasil é relativizada pelo “Guardian”, que menciona uma outra mudança no sobe-e-desce do ranking que pode servir de consolo aos britânicos.

“A única compensação (…) é que a França vai cair em velocidade maior”. De acordo com o jornal, Sarkozy ainda se gaba da quinta posição da economia francesa, mas, até 2020, ela deve cair para a nona posição, atrás do tradicional rival Reino Unido.

O enfoque na rivalidade com a França, por exemplo, foi a escolha da reportagem do site This is Money intitulada: “Economia britânica deve superar francesa em cinco anos”.

26/12/2011 at 9:09 AM 1 comentário

FELIZ NATAL !!!!

Muita paz, felicidade, harmonia e serenidade!!!

23/12/2011 at 5:55 PM 2 comentários

Marcas pessoais e o caminho do tesouro – Marcos Le Pera (Fonte: www.hsm.com.br)

Marcos Le Pera estabelece sete passos para a construção de uma marca pessoal bem-sucedida

O grau de proximidade criado pelas novas mídias e a propagação das tendências de liderança e colaboração nas empresas reforçaram ainda mais a importância do personal branding no dia a dia do profissional e do executivo.

Mas muitas vezes, a construção de uma marca pessoal é um caminho complexo e árduo até criar uma reputação sólida, que requer um trabalho duro e dispendioso, fácil de perdê-la quando não observados os cuidados para sua manutenção.

Para Marcos Le Pera, autor do livro Eu S.A, propõe sete passos rumo ao “tesouro” da marca pessoal bem-sucedida, construindo uma imagem de sucesso e liderança:

• O mapa: identificação dos dons e de como eles se colocam em relação à marca pessoal, definindo sua missão, visão e valores próprios;

• O garimpo: buscar dentro de si as potencialidades e como expô-las ao mercado e construção do DNA da marca pessoal;

• A descoberta: desenvolvimento de posturas, aparência e credenciais que possam auxiliar no trabalho da marca pessoal;

• A lapidação: planejamento e táticas para aplicação da marca pessoal no mercado;

• A exposição: para estabelecer as melhores técnicas de comunicação e divulgação para conseguir grande visibilidade a partir da marca;

• Mantendo o brilho: trabalhar a frequência e o impacto para aprender a inovar e demonstrar flexibilidade em relação à própria marca;

• Guardando no cofre: mantenha o equilíbrio dos fatores emocionais e racionais para a manutenção e perpetuação da marca pessoal.

Tudo é uma questão de posicionamento

Além de um posicionamento pessoal e profissional, marcas pessoais podem contribuir como fator-chave na construção de marcas corporativas bem-sucedidas, conforme defende o empresário e consultor americano Kristian Andersen, presidente da consultoria KA+A e fundador de companhias como Pathagility e TinderBox.

Andersen defende que líderes com fortes marcas pessoais podem ampliar a visibilidade e publicidade de corporações, construir credibilidade, ampliar níveis de engajamento entre funcionários e aumentar a influência da marca da empresa, ao mesmo tempo emprestando um caráter humano e de proximidade ao seu negócio.

Para auxiliar no desenvolvimento da marca pessoal, Andersen trabalha com perguntas, regras e passos, em um sistema “5-5-5”. O executivo diz que, antes de definir uma marca, deve-se fazer cinco perguntas:

• Quais são suas metas?

• Ao que você dá valor?

• O que lhe apaixona?

. o que lhe motiva?

• O que o faz memorável?

O consultor afirma que se deve responder as perguntas com diligência, consistência, relevância, interesse e sendo você mesmo.

Ele propõe, ainda, cinco passos para a criação de marcas duradouras, lembrando que não há soluções instantâneas e que o processo leva tempo.

• Colete e categorize todas as potencialidades e características encontradas com as respostas às questões;

• Desenvolva um planejamento de marca, com metas e objetivos;

• Crie e desenvolva sua identidade;

• Escolha as ferramentas e canais certos para sua divulgação e expansão;

• Meça resultados e repita as boas práticas.

Portal HSM

22/12/2011 at 9:41 AM Deixe um comentário

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