Archive for abril, 2012

CTPR1 – 5º Semestral – Notas de Aula – “Vencedoras por Opção”

Este é o material apresentado na última aula

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CTPR1 – Aula – Vencedoras por Opção

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30/04/2012 at 1:20 PM Deixe um comentário

Sem educação não há salvação ( Fonte: O Estado de São Paulo)

A depressão de 1929 teve efeitos devastadores nos Estados Unidos. Da noite para o dia boa parte da riqueza virou pó. A produção industrial caiu 50% e o comércio internacional encolheu 70%. Mais de 5 mil bancos faliram. Agravadas por uma impiedosa seca, as safras fracassaram por completo. O desemprego disparou, chegando à casa dos 25%.

Para dar uma ocupação a milhões de pessoas que estavam sem ter o que fazer, o governo americano, em meio de tantos cortes nos orçamentos, decidiu expandir as bibliotecas públicas para ali acomodar os que estavam desempregados. Assim foi feito. Os acervos aumentaram, os espaços e os horários de funcionamento se ampliaram. Surgiram nessa época as bibliotecas circulantes para atender os leitores das pequenas cidades e da zona rural.

Qual foi a consequência daquela iniciativa? Importantíssima. Durante quase dez anos, milhões de desempregados se ocuparam com a leitura. O resultado foi o previsível: no meio de tantos desastres, o país enriqueceu o seu mais precioso ativo – o capital humano – e com isso enfrentou os desafios da retomada do crescimento.

A história está repleta de exemplos desse tipo. O Plano Marshall teve sucesso na Europa porque, mesmo durante a guerra, a educação foi preservada. Muitas escolas funcionaram até mesmo em dias de bombardeio.

Depois da terrível devastação nuclear de Hiroshima e Nagasaki (agosto de 1945), o Japão se levantou com base no bom preparo da sua gente. A Coreia do Sul ressurgiu das cinzas após o conflito dos anos 50 e renasceu novamente depois da crise de 1998 – nos dois casos, com base na educação do seu povo.

Li com muita atenção a matéria da revista The Economist (10/3/2012) que revelou uma interessante recorrência nos Estados Unidos: neste ano de 2012, no meio da recessão que ainda assola aquele país, 60% dos americanos de 16 a 24 anos – um recorde histórico! – estão matriculados nas universidades americanas. Mais fantástico é verificar que, entre 2005 e 2011, as bolsas de estudo passaram de 5,5 milhões para 9,6 milhões. O crédito para pagar as matrículas também aumentou de forma expressiva.

Nos Estados Unidos, 50% dos jovens entre 18 e 19 anos estão matriculados nas universidades. E mais: 16% dos que têm mais de 35 anos estudam em escolas de nível superior, ainda que em tempo parcial.

Como se vê, no momento em que faltam empregos, os jovens decidiram sentar nos bancos escolares. Tudo indica que a história vai se repetir. Os Estados Unidos sairão da recessão atual com mais capital humano. Tenho dúvidas de que isso venha a acontecer com os países mais afetados pela crise na Europa (Portugal, Espanha, Itália, França e Grécia), que estão cortando fundo os orçamentos da educação.

No Brasil, por sua vez, estamos desperdiçando a oportunidade dos bons ventos da economia. Sim, porque, mesmo com todos os incentivos do Pro-Uni, menos de 15% dos jovens cursam as escolas de nível superior. A taxa média de evasão é de 22% e, nas escolas particulares, onde está a maioria dos alunos, chega a 26%. Nessas escolas, a ociosidade atinge 52% das vagas existentes.

Esse quadro precisa mudar não apenas no aspecto quantitativo, mas, sobretudo, no qualitativo. A julgar pelo desempenho dos estudantes nas provas de avaliação, verifica-se que a qualidade do ensino da grande maioria de nossas faculdades está fortemente comprometida pelo conluio entre escolas que fingem que ensinam e alunos que fingem que aprendem. Uma farsa.

A melhoria da educação, além dos visíveis impactos nos campos da cidadania e da democracia, é crucial para elevar a produtividade do trabalho e a competitividade das empresas e da economia como um todo. Para os trabalhadores, é essencial para a elevação da renda e o progresso na carreira.

No mundo competitivo, sem educação, não há salvação.

27/04/2012 at 2:33 PM Deixe um comentário

Vencedoras por Opção – Epílogo. Texto EXCELENTE de Jim Collins (Fonte: Livro “Vencedoras por Opção” – HSM Editora)

Sentimos que há uma doença perigosa que vem infectando a cultura moderna e erodindo a esperança: uma visão cada vez mais dominante de que a condição de grandeza se deve mais às circunstâncias, até mesmo à sorte, do que ao trabalho e à disciplina – ou seja, o que nos acontece é mais importante do que aquilo que construímos. Em jogos de azar, como a loteria ou a roleta, essa visão nos parece plausível. No entanto, tomada como filosofia e aplicada indiscriminadamente ao empenho humano, é uma perspectiva de vida bastante debilitante, que não podemos nos imaginar transmitindo às novas gerações. Será que realmente acreditamos que nossas ações contam muito pouco e que aqueles que constroem algo efetivamente grande são apenas pessoas de sorte? Acreditamos mesmo que somos prisioneiros das circunstâncias? Queremos realmente construir uma sociedade e uma cultura que nos incitam a acreditar que não somos responsáveis por nossas escolhas e que não devemos ser responsabilizados pelo nosso desempenho?

As evidências que colocamos em nossa pesquisa colocam-se firmemente contra essa visão. Esse trabalho começou com a premissa de que parte substancial de tudo o que enfrentamos em nosso dia a dia está fora de nosso controle, que a vida é incerta, e o futuro, desconhecido, e que a sorte tem um papel na vida de todos nós, seja ela boa ou má. Mas, se uma empresa se torna grande e mesmo em condições semelhantes e com sorte comparável outra não consegue, a causa principal dessa diferença de desempenho não pode ser, simplesmente, uma questão de circunstância ou de sorte. Na verdade, se existe uma mensagem geral que pode ser extraída de mais de 6 mil anos de história corporativa que nossas pesquisas abrangem – estudos que empregam um método de comparação entre grandes empresas e boas empresas em circunstâncias semelhantes -, essa mensagem é: a grandeza não é, em essência, uma questão de circunstância; a grandeza é, acima de tudo, uma questão de escolha consciente e disciplina. Os fatores que determinam se uma empresa vai ou não se tornar realmente grande, mesmo em um mundo caótico e incerto, estão, em larga medida, nas mãos de seus profissionais. E não se trata do que acontece a esses profissionais: trata-se sim, daquilo que criam, daquilo que fazem e da competência com que o fazem.

O livro Vencedoras por Opção e os três outros livros de Jim Collins que o precederam – Feitas para Durar, Empresas feitas para Vencer e Como as gigantes caem – são olhares em direção ao que é necessário para construir uma organização grande e duradoura. Enquanto conduzíamos a pesquisa sobre as empresas 10X (empresas que superaram em mais de 10 vezes o desempenho médio do setor), testamos simultaneamente os conceitos-chave dos trabalhos anteriores, para verificar se algum deles teria deixado de ser aplicável em ambientes altamente incertos e caóticos. Os conceitos anteriores se mantiveram, e temos confiança de que os conceitos presentes em todos os quatro estudos, se postos em prática, aumentam as probabilidades de construir uma grande empresa.

Mas eles garantem o sucesso da empreitada? Não, não garantem. Boas pesquisas ampliam o entendimento, mas nunca oferecem respostas absolutas; temos sempre que aprender mais e mais. A vida não oferece garantias. É sempre possível que situações-limite e forças incontornáveis – como doenças, acidentes, danos cerebrais, terremotos, tsunamis, calamidades financeiras, guerras civis ou qualquer um entre mil acontecimentos possíveis – venham a subverter nossos mais sólidos e disciplinados esforços. Ainda assim, é preciso agir.

Quando chega o momento crucial e estamos com medo, exaustos ou somos postos à prova, que escolhas fazemos? Abandonamos nossos valores? Desistimos? Aceitamos um desempenho mediano porque é o que praticamente todo mundo aceita? Capitulamos diante da pressão do momento? Abrimos mão de nossos sonhos quando somos atingidos por fatos brutais? Os maiores líderes que estudamos ao longo de nossa pesquisa consideravam os seus valores tão importantes quanto a vitória, o propósito tão importante quanto o lucro e ser útil tão importante quanto atingir o sucesso. Suas motivações e seus padrões eram essencialmente internos e brotavam de algum lugar bem profundo do ser.

Não somos prisioneiros das circunstâncias. Não somos reféns da sorte que temos ou da injustiça inerente à vida. Não somos prisioneiros de reveses destruidores, de erros autoinfligidos ou de nossos sucessos passados. Não somos prisioneiros do tempo em que vivemos, nem do número de horas do dia ou mesmo do número de horas que acumulamos em nossa curtíssima vida. No final, tudo o que conseguimos controlar é uma minúscula partícula de tudo aquilo que nos acontece.

Ainda assim, somos livres para escolher – e somos livres para ser vencedores por opção.

26/04/2012 at 7:58 AM Deixe um comentário

CTPR1 – 5º Semestral – Notas de Aula – Resultados Econômicos / Financeiros e Satisfação dos Clientes

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CTPR1 – Aula – Avaliação de Resultados

CTPR1 – Aula – Satisfação do Cliente

25/04/2012 at 11:19 AM Deixe um comentário

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24/04/2012 at 11:00 AM Deixe um comentário

População dividida – Texto de Sofia Moutinho – Ciência Hoje On-line. (Fonte:www.uol.com.br)

foto: Gilberto Filho/ Flickr – CC-BY-2.0

Pesquisa mostra que metade do país não tem o hábito da leitura. Aponta também que o contato com livros é maior entre crianças que entre adultos e que isso se deve mais à obrigação escolar que ao interesse pessoal.

Quantos livros você leu nos últimos três meses? Se a resposta for menos que dois, você está dentro da média brasileira, segundo resultados de pesquisa divulgada recentemente pelo Instituto Pró Livro. O levantamento, feito a partir de cinco mil entrevistas domiciliares em 2011, também mostra que apenas metade dos brasileiros cultiva o hábito da leitura.

Em sua terceira edição, a pesquisa apontou uma leve queda no número de leitores brasileiros. Se atualmente o país tem cerca de 88,2 milhões de pessoas que leram pelo menos um livro (inteiro ou em parte) nos últimos três meses, em 2007 essa parcela era estimada em cerca de 95,6 milhões de pessoas (55% da população). Mas essa diminuição pode ser explicada por mudanças na metodologia da pesquisa, que ganhou novas perguntas no formulário de entrevistas.

Mesmo assim, os resultados do levantamento revelam um cenário preocupante. O Brasil é um dos países que menos leem na América do Sul. Enquanto os brasileiros leem cerca de quatro livros por ano, os argentinos leem 4,5 e os chilenos, 5,4.

A principal razão apresentada por mais da metade dos entrevistados para não ler é a falta de tempo, seguida pela falta de interesse
“Não temos motivo para comemorar esses índices”, comenta a presidente do instituto responsável pelo estudo, Karine Pansa. “Esperamos que esse quadro contribua para a avaliação e a implementação de políticas públicas que melhorem os índices de leitura no Brasil.”

A principal razão apresentada por mais da metade dos entrevistados para não ler é a falta de tempo, seguida pela falta de interesse. A maioria também considera mais prazerosas outras atividades que não a leitura. Assistir à televisão é o passatempo preferido de 85% das pessoas. Ouvir rádio e sair com amigos também estão entre as preferências. Já a leitura, seja de livro, revista ou jornal, só está nos planos para tempo livre de 28% dos entrevistados.

Apesar de ser uma das últimas opções de muita gente, a leitura é considerada importante por grande parte dos entrevistados. Para 64%, ler representa “fonte de conhecimento” e 6% pensam que a leitura é uma forma de “vencer na vida” e “melhorar a situação financeira”, embora 47% dos entrevistados digam não conhecer ninguém que tenha se tornado bem-sucedido por causa dos livros.

Ler, só se for obrigado

A pesquisa também mostra que no Brasil são os estudantes os que mais leem. Crianças entre cinco e 17 anos, em idade escolar, representam 35% dos leitores do país.

Entre os entrevistados que estudam, o percentual de leitores – 48% – é três vezes maior do que o de não leitores – 16%.Entre as pessoas que não estudam, a parcela de não leitores é cerca de 50% superior à de leitores.

Os dados mostram ainda que a maioria das crianças só lê livros didáticos obrigatórios e paradidáticos indicados pela escola. Isso é mais evidente entre os cinco e 10 anos, faixa etária em que somente 28% leem por iniciativa própria.

Para Pansa, isso é reflexo de que não basta investir em políticas públicas de incentivo à leitura no ambiente escolar, mas é preciso incentivar o contato com livros em casa. “Os pais têm que dar o exemplo, mostrar que a leitura também é entretenimento, não apenas obrigação”, afirma.

A pesquisa confirma a influência da família na aquisição do hábito da leitura. Entre os leitores, 43% apontam a mãe como figura determinante nessa escolha, enquanto seis em cada dez não leitores afirmam nunca terem visto os pais lendo.

Como solução possível, Pansa aponta o investimento em espaços não formais de educação, como bibliotecas. “Tornar as bibliotecas públicas um ambiente atraente e acolhedor, com opções de atividades culturais e de lazer – com programações atrativas, espaços confortáveis, grupos de leitura, horários acessíveis, entre outros – ajudaria a fazer com que a imagem da biblioteca não seja associada somente a um dever escolar.”

(Obrigado JC mais uma vez!!!)

23/04/2012 at 11:06 AM Deixe um comentário

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20/04/2012 at 10:44 AM 8 comentários

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