Archive for junho, 2010

TCC’s: Divulgação

Gostaria de reforçar o convite para os alunos do 8º Semestral para que me enviem as apresentações dos TCCs para que eu possa divulga-los aqui no blog. Foram 14 trabalhos apresentados e consegui postar apenas 1.

Me enviem através do e-mail “flaviobotana@uol.com.br” e terei o imenso prazer de mostrar o trabalho excelente que foi feito por todos vocês

Essa divulgação me parece muito importante para vocês, como profissionais, para mim, como o coordenador do projeto, e para a Faculdade que patrocinou todo este trabalho de qualidade.

Aguardo!!!

30/06/2010 at 12:10 PM Deixe um comentário

Você sabe fazer networking? – Texto de André Massaro (HSM Online)

“Não espere estar na pior para falar com seus contatos. Tenha interesse nas pessoas, o que não significa ser interesseiro”

Vamos começar imaginando uma cena que acontece com muita gente. Subitamente você recebe uma ligação de um amigo que há muitos anos não fala com você. A conversa começa com algo do tipo “Há quanto tempo! Você sumiuuuuuu…”. Bem, você “não” sumiu – seu endereço, seu telefone e seu e-mail continuam os mesmos. Você continua frequentando os mesmos lugares. Qualquer um que quisesse lhe encontrar, a qualquer momento, saberia onde e como.

Você dá “corda” para o amigo, e ele segue falando. Relembra eventos dos “velhos tempos”, pergunta se você ainda mantém contato com os colegas de antigamente. Quando chega o momento adequado, ele dá o “bote”. Conta que está com problemas, possivelmente desempregado, e está procurando ajuda. Quem sabe uma indicação para um novo emprego?

Bem, o que vimos aqui é um exemplo de como “não” fazer networking. Tenho certeza que muitas pessoas que estão lendo isso já se viram na situação descrita. Algumas outras podem ainda ter participado de uma cena parecida, na embaraçosa situação do “amigo” que só se lembra dos outros quando precisa de alguma coisa.

Fazer networking não é apenas conhecer pessoas e trocar cartões. Um networking vencedor deve ser cultivado de forma muito cuidadosa. Networking é sobre pessoas e relacionamentos, e é um grande equivoco tratar seu networking como aquela coleção de figurinhas da infância, que fica guardada em alguma caixa empoeirada que você só abre em momentos de “surto nostálgico”.

A rigor, não existem regras para se fazer um bom networking, mas se fosse para elencar uma “regra principal” do networking vencedor, diria algo como “faça antes de precisar”. Aproveite os momentos em que as coisas caminham bem e a maré está favorável para desenvolver relacionamentos e cultivá-los. Faça o que puder para conhecer pessoas novas e interessantes, que possam representar oportunidades futuras, mas se esforce ainda mais em cultivar o networking que já tem. Mantenha contato com essas pessoas, interesse-se por elas (no sentido de ser “interessado” e não “interesseiro”) e faça um grande favor a si mesmo: Jamais coloque-se na situação constrangedora de ser a pessoa que lembra dos “amigos” apenas quando está em dificuldades.

Uma boa dica para pessoas que querem fazer um networking vencedor é começar com um inventário dos contatos, amigos e colegas. Antes de procurar conhecer novas pessoas, é interessante tentar fazer algo com aquilo que já temos à mão. Há quanto tempo você não dá um “alô” para seus contatos? Ligar de vez em quando ou mandar um e-mail (um e-mail pessoal, por favor, nada de e-mails coletivos com mensagens “bonitinhas” ou as infames “correntes”) é uma medida muito salutar.

Geralmente as pessoas costumam gostar quando damos demonstrações de interesse. Melhor ainda quando não pedimos nada em troca ou insinuarmos alguma intenção oculta. Se dermos, periodicamente, uma demonstração de interesse para essas pessoas, certamente será muito mais fácil conseguir algo delas no futuro caso realmente precisemos. Pequenas atitudes como essas fazem com que estejamos presentes na memória de curto prazo das pessoas. Será muito mais fácil sermos lembrados quando elas ficarem sabendo de alguma oportunidade que não interessa para elas, mas elas sabem que seria a oportunidade “da sua vida”.

Não tem uma lista de contatos? Ou sua lista é muito pequena? Nesse caso é uma boa pedida investir um pouco de tempo e esforço em conhecer gente nova. Frequentar eventos de interesse de profissionais de sua área, cursos ou mesmo eventos sociais absolutamente despretenciosos. Vale tudo. Em qualquer lugar é sempre possível encontrar pessoas interessantes, mas sempre observando a regra de “fazer antes de precisar”.

Deixar para fazer sua rede de contatos quando se está “na pior” é contraproducente. Geralmente quem está na posição de querer algo e não poder contribuir com nada em troca acabará ingressando em redes sociais de baixo nível. Comece a fazer sua rede de contatos e, principalmente, a cultivá-la agora. Não espere o momento em que vai precisar dela.

André Massaro (Consultor financeiro e profissional e criador do método MoneyFit – email: andre@moneyfit.com.br e site http://www.moneyfit.com.br)

HSM Online

http://br.hsmglobal.com/notas/58120-voce-sabe-fazer-networking?utm_source=280610_rh&utm_medium=280610_rh&utm_content=280610_rh_voce-sabe-fazer-networking&utm_campaign=280610_rh

29/06/2010 at 11:53 AM Deixe um comentário

Cuidado! A água pode começar a ferver – Texto de Mauricio de Almeida Prado (HSM Online)

Citando a parábola do sapo na panela, consultor faz uma reflexão entre a ascensão e decadência das empresas de internet

Em uma entrevista publicada na Advertising Age, Bob Mcdonald, o novo CEO Mundial da multinacional Procter & Gamble, declarou que o que lhe tira o sono é a parábola do sapo na panela. Para quem não conhece, diz a parábola que, se tentarmos colocar um sapo em uma panela com água fervente, ele pulará para fora e não morrerá. No entanto, se colocarmos o sapo em uma panela com água fria e, posteriormente, começarmos a aquecer a água, o sapo não notará o aumento de temperatura e acabará morrendo.

Esta metáfora é bastante usada no mundo corporativo para mostrar que o que “mata” as empresas não são as mudanças bruscas na economia ou no cenário competitivo, mas sim as mudanças lentas, ou seja, aquelas não percebidas pelos lideres das empresas e que, pouco a pouco, acabam com a competitividade das companhias, levando muitas delas à extinção.

Na entrevista, McDonald lembrou que, das 50 maiores empresas dos EUA listadas na Fortune em 1955, apenas nove ainda permanecem no ranking – e a Procter & Gamble é uma das gloriosas sobreviventes. Isto significa que apenas 18% das maiores empresas norte-americanas conseguiram acompanhar as mudanças das últimas décadas e permaneceram em posição de destaque nestes últimos 55 anos. Mesmo fazendo parte da maior economia do mundo, 41 das grandes companhias não perceberam o aquecimento da água e praticamente morreram.

Essa história me fez lembrar do período de glória das locadoras de vídeo em São Paulo. O negócio parecia muito promissor e vários empreendedores ingressaram neste segmento. Eu, por exemplo, freqüentava uma locadora no bairro onde morava que sempre estava cheia de clientes e admirava o sucesso e os possíveis lucros de seu feliz proprietário. Foi quando uma empresa mais audaciosa, a Hobby Video, começou a dominar a capital paulista e, em pouco tempo, acabou com aquela pequena loja de bairro. A Hobby Video tinha a receita da solidez: uma marca forte, poder de barganha com as produtoras de cinema e os melhores pontos da cidade. Era imbatível.

Mas, quando se pensava que tudo corria seu fluxo normal, desembarcou na cidade a gigante multinacional Blockbuster. Em pouco tempo, a empresa dominou o mercado e acabou com aquela empresa que, até aquele momento, parecia ser a mais sólida e imbatível do setor. Nós, consumidores perplexos, assistimos a rápida ascensão e hegemonia da Blockbuster – com lojas padronizadas e cores fortes.

Com uma multinacional na liderança do mercado, poderíamos ficar “sossegados”. Imaginávamos que nada acabaria com gigantesco império e nunca mais teríamos que fazer uma carteirinha em qualquer outra locadora de vídeo. Estávamos seguros que aquele modelo havia chegado para ficar. Ledo engano! Vieram então as novas tecnologias que permitem fazer downloads pela internet e, juntamente, com as TVs digitais reduziram a Blockbuster a uma singela prateleira no fundo das Lojas Americanas.

Este exemplo reforça a frase de Karl Marx que “tudo que é sólido desmancha no ar”, também titulo do livro do filósofo Marshall Berman, que busca explicar o modernismo e seu processo de destruição criativa. E, olha que nesta época ainda não havia internet!

Se o ritmo das mudanças nos negócios é cada vez mais rápido, na era da informação, ele é alucinante. O Facebook já roubou muitos usuários do Orkut, que parecia dominar as redes de relacionamento. Outro exemplo? Como ficará o Apontador, que é um guia de mapas, com a disseminação do Google Maps? Apesar de a internet ser um meio em que fortunas são criadas, também é um lugar onde fortunas evaporam em instantes.

Poucos se lembram do primeiro buscador de sucesso, o Lycos, logo substituído pelo Altavista Em pouco tempo, a liderança ganhou outro personagem: o Yahoo, que também tomaria proporções inimagináveis, até ser engolido pelo Google. Hoje, muitos acreditam ser impensável que outra empresa seja capaz de ultrapassar o Google.

No entanto, assim como em todos os outros segmentos, o futuro dependerá da capacidade dos líderes de identificar e perceber as mudanças lentas que, pouco a pouco, podem acabar com a competitividade das companhias. Se continuarem acreditando no imutável e na estabilidade, certamente a água voltará a ferver.

Maurício de Almeida Prado (Sócio-diretor de planejamento da agência de promoções e eventos Plano1)

HSM Online

28/06/2010 at 11:50 AM Deixe um comentário

A Copa dos Bragantinos – Texto de José Roberto Torero

(Obs. do blogueiro: este texto foi postado no intervalo do jogo entre Brasil e Portugal)

Tirando um ou outro time, um ou outro jogo, a verdade é que a Copa não está sendo um grande espetáculo. É como se fosse um campeonato só de Bragantinos, times esforçados mas sem muito brilho, que até podem chegar a uma final de campeonato, mas não empolgam.

Temos Bragantinováquias, Bragantinovênias, Braganterras, Bragantálias, Bragantinos do Norte e do Sul. Todas as seleções jogam muito parecido. Se trocassem o uniforme da maioria delas, não saberíamos quem é quem.

Nem os africanos escaparam. Numa tentativa de acelerar seu desenvolvimento, eles chamaram técnicos estrangeiros e moldaram seu futebol à europeia. Acabaram perdendo o que tinham e não encantam mais. Viraram Bragantinos do Marfim, Bragantarões, Bragangérias.

Isso acontece em grande parte porque não há tanto talento no mundo quanto se espera, mas também por medo. O Brasil, por exemplo, poderia escapar do esquema tático bragantino, mas optou por segui-lo fielmente. E assim, em menor escala, com outras seleções.

A esperança é que na próxima fase, com a obrigação da vitória, as equipes se lancem mais à frente, ousem mais. Porém, pode acontecer exatamente o contrário. Vai ser a luta entre o medo e a esperança, entre o não perder e o ganhar.

Talvez estes tempos sejam meio medrosos mesmo. Não há utopias sociais, não há grandes revoluções morais, nem nada. Talvez estejamos num tempo em que mais se quer não perder do que vencer.

Fonte: Blog do Torero. (http:://blogdotorero.blog.uol.com.br)

25/06/2010 at 11:58 AM Deixe um comentário

Torne sua empresa um ótimo lugar para se trabalhar – Texto de Renato Grinberg

“A ideia agora é fazer com que as pessoas trabalhem com muito foco, por um menor período de tempo”, afirma especialista.

Anualmente, temos a possibilidade de acompanhar indicadores de qualidade sobre o ambiente de trabalho de grandes empresas. A partir dos resultados desse tipo de pesquisa, podemos inferir que há uma grande relação entre os esforços corporativos para a criação de um ambiente de trabalho agradável e o sucesso financeiro. Não penso apenas no espaço físico do escritório, mas, principalmente, na motivação, no engajamento e no bem-estar mental dos colaboradores.

Deixamos há algum tempo o paradigma de empresas que apostam fortemente em estruturas horizontalizadas, verdadeiros símbolos de estresse e do desgaste gerado por longas jornadas de trabalho, tendo como figura central o chefe mal-humorado e extremamente exigente. A ideia agora é fazer com que as pessoas trabalhem com muito foco, por um menor período de tempo, gerando mais resultados. A fórmula parece não bater, mas, no final das contas, as grandes empresas têm tirado proveito dessa mistura de alta performance e investimento dos funcionários em suas vidas pessoais.

Observe que, em nenhum momento, disse que há a necessidade de grandes investimentos, mas, sim, de uma preocupação verdadeira sobre como os funcionários podem deixar à mostra o melhor de suas competências. Isso quer dizer que todas as empresas, independentemente do seu porte, podem estabelecer políticas de gestão de pessoas que possam conciliar o bem-estar físico, financeiro e mental.

Podemos observar que as empresas hoje tem se preocupado com essa questão ao liberar seus funcionários para assistir aos jogos da Copa do Mundo. Isso traz um ótimo retorno em produtividade e satisfação pessoal. Assim, as empresas podem contar com a gratidão de seus colaboradores, ao invés de ter que lidar com a queda em produtividade durante os jogos do Brasil, que, inevitavelmente, aconteceria.

Especialmente para os profissionais das gerações mais recentes, a realização com o trabalho é um ativo mais importante que a própria remuneração, por exemplo. Traduzindo, nessa nova realidade, as organizações devem ter propósitos financeiros e sociais capazes de trazer satisfação aos funcionários durante suas jornadas. Gerenciar grandes volumes de dinheiro ou tocar projetos no exterior não são os únicos objetivos de quem pensa grande. Por isso, questões como sustentabilidade e voluntariado tem ganhado tanto espaço dentro da iniciativa privada.

Planos de saúde, salários adicionais ao final do período fiscal e cursos pagos pela companhia não são mais diferenciais, mas itens básicos para aquele que escolhe uma empresa para trabalhar. Agora, o desafio dos gestores de RH é possibilitar, por exemplo, que os profissionais tenham tempo para praticar esportes durante a semana e a disponibilidade de levar seus filhos à escola pela manhã. Os jovens, particularmente, querem ter a certeza que poderão flexibilizar seus horários por conta de cursos de desenvolvimento ou mesmo viagens.

O importante é ter em mente que o investimento em pessoas traz apenas um resultado: benefícios, para a empresa e para seus funcionários. Além de pessoas mais felizes, a realização é capaz de gerar estímulos para que os colaboradores acionem energias interiores que elevam os índices de produção, tanto em quantidade quanto em qualidade.

Renato Grinberg (Diretor Geral do portal de empregos Trabalhando.com.br e especialista em carreiras e mercado de trabalho. Concluiu seu MBA na University of Southern California – Marshall School of Business, e é pós-graduado em Marketing pela University of California – Los Angeles e formado em música e filosofia pela FAAM).

Fonte: HSM Online

24/06/2010 at 11:09 AM Deixe um comentário

Frases

“Quando me permito ser o que sou,
torno-me aquilo que deveria ser.”

Lao Tzu

“Abre teus braços para a mudança,
mas não permita que escapem os valores.”

Dalai Lama

“Cuida dos teus pensamentos; eles se tornarão palavras.
Cuida das tuas palavras; elas se convertem em atos.
Cuida dos teus atos; eles se convertem em hábitos.
Cuida dos teus hábitos; eles se convertem em caráter.
Cuida do teu caráter; ele se converterá em teu destino.”

Frank Outlaw, ator

Fonte: Livro “Você – Marca Pessoal” de Roberto Álvarez del Blanco – Editora Saraiva

23/06/2010 at 12:27 PM Deixe um comentário

Só para relaxar….

Está em espanhol, mas é muito facil entender…

22/06/2010 at 11:34 AM 1 comentário

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