Archive for setembro, 2013

Livros Fundamentais sobre Gestão (Fonte: Revista HSM Mangement – Edição 100)

A Revista HSM Management (que é a melhor revista de gestão do país!) chegou a sua edição no. 100 e um dos artigos “comemorativos” desta edição é a indicação dos 100 livros de gestão que são indispensáveis para os executivos.

Segue abaixo um resumo que selecionei desta lista:

 

A Cauda Longa – Chris Anderson – Campus/Elsevier

A Estratégia do Oceano Azul – W. Chan Kim e Renée Mauborgne – Campus/Elsevier

A Hora da Verdade – Jan Carlzon – Sextante

A Quinta Disciplina – Peter M Senge – Best Seller

A Riqueza na Base da Pirâmide – C.K. Prahalad – Bookman

A Terceira Onda – Alvin Toffler – Record

Administração de Marketing – Philip Kotler

Capital Intelectual – A Vantagem Competitiva das Empresas – Thomas Stewart – Campus/Elsevier

Como Chegar ao Sim –Roger Fischer, William Ury e Bruce Patton – Imago

Competindo pelo Futuro – Gary Hamel e C.K. Prahalad – Campus/Elsevier

Estratégia Competitiva – Michael Porter – Campus/Elsevier

Good to Great – Empresas Feitas para Vencer – Jim Collins – Campus/Elsevier

Inteligência Emocional – Daniel Goleman – Objetiva

Made in Japan – Akio Morita e a Sony – Akio Morita – Cultura

O Futuro da Administração – Gary Hamel – Campus/Elsevier

O Gestor Eficaz – Peter Drucker – LTC

O Mundo é Plano – Thomas L. Friedman – Objetiva

O Sistema Toyota de Produção – Taiichi Ohno – Bookman

Os 7 Hábitos de Pessoas Altamente Eficazes – Stephen R. Covey – Best Seller

Saia da Crise – As 14 Lições Definitivas para Controle da Qualidade – W. Edwards Deming – Futura

Steve Jobs – Walter Isaacson – Bookman

The Balanced Scorecard – Robert S. Kaplan e David P. Norton – Harvard Business

A Meta – Eliyahu Goldratt e Jeff Cox –

Vencendo a Crise – Thomas J. Peters e Robert H. Waterman Jr – Harbra

 

 

É uma bela biblioteca de negócios!!!!

29/09/2013 at 3:27 PM Deixe um comentário

Lições de Peter Drucker (Fonte: Revista HSM Management ed. 100)

Drucker

 

A Revista HSM Management (que é a melhor revista de gestão do país!) chegou a sua edição no. 100 e um dos artigos “comemorativos” desta edição são as 100 lições de Peter Drucker que precisarão ser incorporadas pelas empresas durante os próximos 50 anos.

Selecionei algumas delas para colocar aqui no blog…

 

1. Não se faz a gestão desejada sem pessoas dignas, responsáveis e éticas

2. Os resultados estão fora da empresa, já que são provenientes do aproveitamento de oportunidades, e não da solução de problemas.

3. Uma organização saudável deve se apoiar na transparência e em uma autoridade que seja proporcional à responsabilidade

4. Liderança não significa cargo, privilégios, títulos ou dinheiro; é responsabilidade.

5. É fundamental que os líderes ouçam as pessoas, saibam se comunicar e se fazer entender, deleguem as tarefas e não aceitem desculpas quando algo estiver malfeito.

6. Vivemos em uma sociedade pós-capitalista, em que o meio de produção não é o capital, a terra ou a mão de obra, mas o conhecimento.

7. No século 21, a estratégia competitiva, a liderança, a criatividade, o trabalho em equipe e a tecnologia serão os novos desafios dos gestores. As práticas gerenciais que funcionavam bem no século 20 devem ser abandonadas.

8. O trabalhador do conhecimento não é quem fez mestrado e doutorado, mas o tecnólogo do conhecimento, como o fisioterapeuta. O sistema educacional deve formar tecnólogos de informática, tecnólogos de fábrica, tecnólogos de escritório, tecnólogos médicos, etc.

9. Uma época de turbulência é uma grande oportunidade para quem compreende, aceita e aproveita a nova realidade.

10. Para que uma organização se torne líder da mudança, deve estar em condições de: abandonar o passado; procurar a melhoria sistemática e contínua de tudo o que faz interna e externamente; e se concentrar em alimentar as oportunidades, aproveitando o sucesso que teve.

 

E tem muito mais….

Nos próximos dias postarei mais lições do grande mestre de gestão!

21/09/2013 at 12:10 PM Deixe um comentário

Faculdade Senai de Tecnologia Gráfica – Pós PPMI – Material de Apoio – Qualidade – Garvin

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Pós PPMI – Qualidade na Industria Gráfica

19/09/2013 at 11:16 AM Deixe um comentário

Devo educar meus filhos para serem éticos? – Texto de Gustavo Ioschpe – Fonte: Veja Ed. 2339

(Nota do blogueiro: Este é um texto que eu gostaria de ter escrito)

 

Quando eu tinha uns 8 ou 9 anos, saía de casa para a escola numa manhã fria do inverno gaúcho. Chegando à portaria, meu pai interfonou, perguntando se eu estava levando um agasalho. Disse que sim. Ele me perguntou qual. “O moletom amarelo, da Zugos”, respondi. Era mentira. Não estava levando agasalho nenhum, mas estava com pressa, não queria me atrasar.

Voltei do colégio e fui ao armário procurar o tal moletom. Não estava lá, nem em lugar nenhum da casa. Gelei. À noite, meu pai chegou em casa de cara amarrada. Ao me ver, tirou da pasta de trabalho o moletom. E me disse: “Eu não me importo que tu não te agasalhes. Mas, nesta casa, nesta família, ninguém mente. Ponto. Tá claro?”. Sim, claríssimo. Esse foi apenas um episódio mais memorável de algo que foi o leitmotiv da minha formação familiar. Meu pai era um obcecado por retidão, palavra, ética, pontualidade, honestidade, código de conduta, escala de valores, menschkeit (firmeza de caráter, decência fundamental, em iídiche) e outros termos que eram repetitiva e exaustivamente martelados na minha cabeça. Deu certo. Quer dizer, não sei. No Brasil atual, eu me sinto deslocado.

Até hoje chego pontualmente aos meus compromissos, e na maioria das vezes fico esperando por interlocutores que se atrasam e nem se desculpam (quinze minutos parece constituir uma “margem de erro” tolerável). Até hoje acredito quando um prestador de serviço promete entregar o trabalho em uma data, apenas para ficar exasperado pelo seu atraso, “veja bem”, “imprevistos acontecem”etc. Fico revoltado sempre que pego um táxi em cidade que não conheço e o motorista tenta me roubar. Detesto os colegas de trabalho que fazem corpo mole, que arranjam um jeitinho de fazer menos que o devido. Tenho cada vez menos visitado escolas públicas, porque não suporto mais ver professores e diretores tratando alunos como estorvos que devem ser controlados. Isso sem falar nas quase úlceras que me surgem ao ler o noticiário e saber que entre os governantes viceja um grupo de imorais que roubam com criatividade e desfaçatez.

Sócrates, via Platão (A República, Livro IX), defende que o homem que pratica o mal é o mais infeliz e escravizado de todos, pois está em conflito interno, em desarmonia consigo mesmo, perenemente acossado e paralisado por medos, remorsos e apetites incontroláveis, tendo uma existência desprezível, para sempre amarrado a alguém (sua própria consciência!) onisciente que o condena. Com o devido respeito ao filósofo de Atenas, nesse caso acredito que ele foi excessivamente otimista. Hannah Arendt me parece ter chegado mais perto da compreensão da perversidade humana ao notar, nos ensaios reunidos no livro Responsabilidade e Julgamento, que esse desconforto interior do “pecador” pressupõe um diálogo interno, de cada pessoa com sua consciência, que na verdade não ocorre com a freqüência desejada por Sócrates. Escreve ela: “Tenho certeza de que os maiores males que conhecemos não se devem àquele que tem que confrontar-se consigo mesmo de novo, e cuja maldição é não poder esquecer. Os maiores malfeitores são aqueles que não se lembram porque nunca pensaram na questão”. E, para aqueles que cometem o mal em uma escala menor e o confrontam, Arendt relembra Kant, que sabia que “o desprezo por si prórpio, ou melhor, o medo de ter de desprezar a si próprio, muitas vezes não funcionava, e a sua explicação era que o homem pode mentir para si mesmo”. Todo corrupto ou sonegador tem uma explicação, uma lógica para os seus atos, algo que justifique o porquê de uma determinada lei dever se aplicar a todos, sempre, mas não a ele(a), ou pelo menos não aquele momento em que está cometendo o seu delito.

Cai por terra, assim, um dos poucos consolos das pessoas honestas:  “Ah, mas pelo menos eu durmo tranqüilo”. Os escroques também! Se eles tivessem dramas de consciência, se travassem um diálogo verdadeiro consigo e seu travesseiro, ou não teriam optado por sua “carreira” ou já teriam se suicidado. Esse diálogo consigo mesmo é fruto do que Freud chamou de superego: seguimos um comportamento moral porque ele nos foi inculcado por nossos pais, e renegá-lo seria correr o risco de perda do amor paterno.

Na minha visão, só existem, assim, dois cenários em que é objetivamente melhor ser ético do que não. O primeiro é se você é uma pessoa religiosa e acredita que os pecados deste mundo serão punidos no próximo. Não é o meu caso. O segundo é se você vive em uma sociedade ética em que os desvios de comportamento são punidos pela coletividade, quer na forma de sanções penais, quer na forma do ostracismo social. O que não é o caso do Brasil. Não se sabe se De Gaulle disse ou não a frase, mas ela é verdadeira: o Brasil não é um país sério.

Assim é que, criando filhos brasileiros morando no Brasil, estou às voltas com um deprimente dilema. Acredito que o papel de um pai é preparar o seu filho para a vida. Essa é a nossa responsabilidade: dar a nossos filhos os instrumentos para que naveguem, com segurança e destreza, pelas dificuldades do mundo real. E acredito que a ética e a honestidade são valores axiomáticos, inquestionáveis. Eis aí o dilema: será que o melhor que poderia fazer para preparar meus filhos para viver no Brasil seria não aprisioná-los na cela da consciência, do diálogo consigo mesmos, da preocupação com a integridade? Tenho certeza de que nunca chegaria a ponto de incentivá-los a serem escroques, mas poderia, como pai, simplesmente ser mais omisso quanto a essas questões. Tolerar algumas mentiras, não me importar com atrasos, não insistir para que não colem na escola, não instruir para que devolvam o troco recebido a mais…

Tenho pensado bastante sobre isso ultimamente. Simplesmente o fato de pensar a respeito, e de viver em um país em que existe um dilema entre o ensino da ética e o bom exercício da paternidade, já é causa para tristeza. Em última análise, decidi dar a meus filhos a mesma educação que recebi de meu pai. Não porque ache que eles serão mais felizes assim – pelo contrário -, nem porque acredite que, no fim, o bem compensa. Mas sim porque, em primeiro lugar, não conseguiria conviver comigo mesmo, e com a memória de meu pai, se criasse meus filhos para serem pessoas do tipo que ele me ensinou a desprezar. E, segundo, tentando um esboço de resposta mais lógica, porque sociedades e culturas mudam. Muitos dos países hoje desenvolvidos e honestos eram antros de corrupção de sordidez 100 anos atrás. Um dia o Brasil há de seguir o mesmo caminho, e aí a retidão que espero inculcar em meus filhos (e meus filhos em seus filhos) há de ser uma vantagem, e não um fardo. Oxalá!

16/09/2013 at 2:22 PM 1 comentário

Empresário: é melhor mudar do que se lamentar! – Texto de Paulo Sérgio de Moraes Sarmento

Navegando em mar grosso o capitão revê a sua rota. Em negócios se faz o mesmo. Quando a economia vira, o empresário tem que traçar um novo rumo e não ficar sem ele. O cenário da macroeconomia brasileira que vemos hoje deverá permanecer praticamente o mesmo para os próximos anos. Em linhas gerais há quase consenso entre os analistas econômicos quanto aos aspectos que explico sucintamente:

·         O crescimento do PIB brasileiro continuará baixo, variando em torno de 2% pelo menos por uns três anos. Com os investimentos na casa dos 18% do PIB, o país não cresce mais que isso. Há uma correlação estreita entre investimentos e taxa de crescimento. Como o orçamento da União está meio que engessado, não há perspectivas para que essa taxa de investimento cresça.

·         A indústria brasileira permanecerá com baixa produtividade em relação às médias encontradas nas grandes economias, logo, com pouca capacidade de competição no mercado internacional. Produtividade baixa eleva o custo.

·         A produção está perigosamente em queda e poderá ficar crítica, levando muitas indústrias a terem problemas sérios.

·         Embora o dólar esteja subindo, tornando mais caro o produto importado, só pela desvalorização do Real não dá garantia da substituição pelo produto nacional. Já temos problemas com a Balança de Pagamentos – mais importações que exportações – e irá piorar.

·         A  recuperação dos EUA é um fato que, entre outras mudanças, está provocando a valorização do Dólar em relação ao Real e em outras moedas. O Dólar pode chegar próximo de R$2,70 ou acima até o final de 2014.

·         Detalhe importante: a retomada do crescimento americano está acontecendo sem inflação, ou seja, ele está ocorrendo de forma sólida. Os EUA voltarão a dar as cartas na economia mundial, revertendo a importância que foi dada aos países emergentes como o Brasil.

·         A nossa agropecuária continuará forte e liderando as nossas exportações, porém com  preços e lucros menores. A China diminui o seu crescimento gerando menor demanda. Isto quer dizer queda nas exportações.

·         Espera-se que parte dessa oferta não exportada venha para o mercado interno com preços melhores e ajudando o controle da inflação que será forçada a subir pela valorização do Dólar.

·         A oferta de crédito pelos bancos está sendo reduzida e os juros que já eram altos continuam subindo. Para complicar mais um pouco, há uma possibilidade de recebermos uma nota mais baixa do risco de crédito internacional.

·         Com o Dólar subindo, os capitais internacionais estão indo para os investimentos americanos, tornando a oferta de dinheiro menor para outros países. Consequentemente, a remuneração para atrair esse dinheiro fica maior, com juros maiores.

·         Os governos gastam muito e mal, por isso o orçamento para investimentos é apertado. Estamos a um ano do próximo pleito para as eleições para presidente e governadores e todos sabem que politicamente o país para e nada de relevante será feito.

Ora, pelo curso que estão tomando a economia e a política nacional o melhor que as empresas têm a fazer é reavaliar seus planos e estratégias. Até mesmo para os otimistas o horizonte está complicado e não é para ficarmos passivamente esperando as coisas mudarem. Temos que usar a cabeça e reagir!

O planejamento estratégico é uma importante, senão a única, iniciativa para se repensar o negócio, para traçar o melhor rumo neste cenário complexo, estabelecer objetivos, avaliar os recursos e conquistar espaços.

É possível crescer em crise. É possível renovar e inovar em tempos difíceis. É possível sair-se bem considerando um cenário adverso. Só não é possível mudar sem provocar a mudança.

Paulo Sérgio de Moraes Sarmento é economista e sócio da VSW Soluções Empresariais.

10/09/2013 at 11:30 AM Deixe um comentário

Faculdade Senai de Tecnologia Gráfica – CTPR1 – 5o. Semestral – Material de Apoio – Qualidade na Indústria Gráfica – Deming

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Qualidade na Industria Gráfica – Deming

06/09/2013 at 9:59 AM Deixe um comentário

Mobilidade urbana: é preciso mais do que corredores de ônibus – Texto de Alexandre Hernandez – Fonte: www.exame.com.br

Com as recentes mudanças realizadas pela CET (Companhia de Engenharia e Tráfego), a cidade de São Paulo passou a contar com 164,4 km de faixas exclusivas para ônibus. A meta da prefeitura é cercar o centro da cidade com estes corredores a partir do dia 16 de setembro.

Esta inciativa é essencial para a resolução de um dos maiores problemas enfrentados pelas cidades na atualidade: a mobilidade urbana. O tema tem recebido notoriedade nos últimos tempos, com destaque para as manifestações sociais que aconteceram nos últimos meses e as perspectivas em relação aos grandes eventos esportivos que o País sediará nos próximos anos.

A implantação dos corredores, sem dúvida, trará maior rapidez nos deslocamentos, mas será que isto é o bastante? A preferência por transportes públicos depende de outros fatores além da agilidade. Condições mínimas de atendimento aos usuários são necessárias.

Não precisamos de dados estatísticos para avaliar as condições do transporte público na capital paulista. Basta cruzar por um ônibus ou simplesmente passar em frente a um ponto para constatar as superlotações, principalmente, em horários de picos. Poucos são aqueles que enfrentam esta situação porque têm consciência do que implica a circulação de mais um carro particular nas ruas. A maioria está ali por falta de opção. E quem tem opção, certamente, não irá se animar a encarar um ônibus pelo simples fato da agilidade.

03/09/2013 at 4:19 PM Deixe um comentário


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