Archive for outubro, 2009

Você administra bem o seu tempo?

Esta é uma questão que tira o sono de muita gente. Como conciliar o tempo no trabalho, na escola, com a familia e o lazer.

Vejam a princípio um texto que compara 3 chamados “recursos limitativos” de uma empresa: dinheiro, pessoas e tempo. O texto é de Peter Drucker no seu livro “O Gerente Eficaz”

” O tempo é, também, um recurso singular. Dentro os outros recursos mais importantes o dinheiro é, na verdade, bem abundante. As pessoas – o terceiro recurso limitativo – podem ser contratadas.
Mas ninguém pode contratar, alugar, comprar ou tentar obter mais tempo. O suprimento de tempo é totalmente inelástico. Seja qual for a quantidade de demanda, o suprimento não crescerá… E mais, o tempo é totalmente perecível e não pode ser armazenado. O tempo de ontem está perdido para sempre, e não voltará jamais. Portanto, há sempre uma grande escassez de tempo.”

E neste mesmo livro, ele dá a primeira grande receita para utilizar melhor o tempo: a delegação.

” Nunca vi um trabalhador do conhecimento que, quando confrontado com o seu registro de tempo, não tenha adquirido rapidamente o hábito de delegar para outra pessoa tudo o que não fosse preciso fazer pessoalmente. Basta uma olhada na lista de atividades a fazer para que fique extremamente claro que não há tempo suficiente para fazer as coisas que o próprio gerente considera importantes, que queira fazer ou que já tenha se comprometido a fazer. A única forma encontrada por ele para realizar as coisas importantes é delegando aos outros tudo o que eles puderem fazer.”

E para concluir assisti um vídeo de uma palestra do Roberto Tranjan (autor do livro “Metanóia”, entre outros) e ele sugeria que os executivos dividissem suas atividades em 4 listas:

1) Lista do desfazer: o que eu estou fazendo que não precisa ser feito
2) Lista do não fazer: o que eu estou fazendo que deveria ser feito por outra pessoa
3) Lista da Ação: o que eu estou fazendo que só eu posso fazer
4) Lista da Superação: o que eu deveria fazer que não estou fazendo

e usar o tempo recuperado nas listas 1 e 2, nas atividades da lista 4.

Pensem neste assunto e aproveitem bem o seu tempo!

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30/10/2009 at 11:30 AM 3 comentários

Motivar equipes, o desafio da liderança – > A visão de Michael Useem

Como fazer com que os funcionários se empenhem em cumprir suas metas e estejam alinhados aos objetivos da organização?

Como motivar pessoas e equipes a trabalhar de modo produtivo? Como alinhar seu trabalho a fim de que contribuam para as metas? Essas são questões enfrentadas por todos os líderes em qualquer parte do mundo e cruciais para os resultados das organizações.

Useem define motivação como atitudes que determinam o comportamento dos funcionários, enquanto o alinhamento é definido pelos recursos gerenciais que canalizam as ações para o atingimento das metas. É a variação desses fatores que leva às maiores dificuldades enfrentadas pela liderança na previsão de resultados, como bem definiu Robert Crandall, presidente do Conselho Administrativo da American Airlines em 1995: “todos querem vencer, mas cada um tem o seu motivo para isso”.

Na visão de Useem, é impossível motivar um funcionário que não deseje ser motivado. Por isso, os gerentes devem buscar motivar os funcionários que mais necessitem de:

Realização
– Dando-lhes tarefas não rotineiras e desafiadoras com metas claras;
– Oferecendo-lhes feedback rápido e frequente de seu desempenho;
– Aumentando-lhes o grau de responsabilidade.

Influência
– Permitindo-lhes que controlem e planejem seu trabalho;
– Incluindo-os nas tomadas de decisão;
– Dando-lhes responsabilidade direta pela tarefa, não por meio da equipe.

Sociabilidade
– Incluindo-os em iniciativas de cooperação e de grupo;
– Oferecendo-lhes apoio e reconhecimento;
– Incentivando-os a se desenvolver e ser mentores de outros.

Para manter a equipe motivada, o professor deu algumas lições certeiras. Ele lembrou que um dos maiores inimigos da motivação é a rotina, porque níveis elevados de padronização roubam do trabalho seu interesse intrínseco, reduzindo a motivação e a criatividade. O risco disso é que o trabalho desmotivador provoca absenteísmo, rotatividade da mão de obra, queda da qualidade, greves e sabotagem. Por isso, esteja atento aos desafios e nível de autonomia propostos à sua equipe.

Investir na autonomia, inclusive, é uma das decisões inteligentes que você pode tomar por sua equipe. Estudos já mostraram que as pessoas tornam-se passivas e deprimidas se forem rigidamente controladas. Por outro lado, seu nível de energia e atividade sobe quando elas tem responsabilidade e influência.

HSM Online – 22/10/2009.

29/10/2009 at 10:40 AM 1 comentário

Estão chovendo novas informações sobre e-books, e outras ameaças ao mundo gráfico. Fique informado!

Notícia 1: (Obrigado ao Jonathan Geiger pela informação!!)

Editoras estudam como melhor explorar o livro digital
21/08/2009 09:01

Por Luiz De França

As editoras brasileiras não querem ser pegas de surpresa quando o livro digital for uma realidade, assim como aconteceu com a indústria fonográfica em relação ao formato MP3. Até meados de outubro, três grupos de trabalhos formados a pedido da Câmara Brasileira do Livro (CBL) deverão apresentar o resultado de um estudo que deverá dimensionar o mercado do livro digital no Brasil, os modelos de negócios que mais condizem com as tecnologias disponíveis e os aspectos legais que o substituto papel trará aos autores e outros envolvidos na cadeia de negócios. Henrique Farinha, diretor-geral da Editora Gente, coordenador dos grupos, revelou quais as expectativas do setor.

O que faz esse grupo de trabalho?
A Câmara Brasileira do Livro sentiu a necessidade de obter respostas para algumas questões que serão vitais para a sobrevivência dos negócios em pouco tempo. Nossa função será fazer um levantamento de todas as possibilidades tecnológicas para a distribuição de conteúdo e ferramentas que sirvam para o mercado melhor se preparar para a vinda do livro eletrônico, mesmo sabendo que a internet tem várias áreas exploráveis e que não dá para cobrir tudo.

O futuro do livro é mesmo digital?
Que o futuro é digital, ninguém tem dúvida. A questão é quanto tempo isso vai levar. As limitações das plataformas ainda é grande. O Kindle, vendido pela Amazon, é preto e branco, não é agradável, é pesado e não substitui o livro. Eu vejo muita gente carregando quando vai viajar. Por enquanto, acho que essa é a vantagem deles, em vez de carregar cinco ou mais livros, carrega-se apenas um e-book.

O que as editoras temem?
As editoras não querem ser pegas de surpresa como a industria da música, que foi engolfada pela pirataria e a distribuição gratuita de música pela web.

Mas hoje a indústria fonográfica parece ter reagido.
Graças a iniciativas como o iTunes, da Apple. Uma vantagem da web é que o consumidor exerce com muito mais força sua vontade. Quem compra a música não é obrigado a comprar o CD inteiro. Passa-se de um conceito uno para fragmentado.

Isso deverá acontecer com o livro digital?
Sem dúvida. Não para romances, mas para conteúdo de referência, como já acontece nos materiais acadêmicos para universidades. Um aluno não precisa comprar um livro todo se o professor não vai usá-lo inteiro.

Tem alguém que já faz isso no Brasil?
O portal da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Caps) é um exemplo. Ele disponibiliza conteúdo digital de referência com artigos acadêmicos com as mais variadas fontes e áreas de conhecimento e gasta algumas dezenas de milhões de dólares.

O livro digital já é vendido no Brasil, não?
É, mas não há números oficiais sobre a venda de conteúdo digital. Eu diria que é desprezível, não é mensurável.

O que exatamente o grupo deverá definir?
Vamos decidir os tipos de acesso de conteúdo e quais as plataformas de leitura e mídias que o mercado brasileiro deverá adotar. Existe no mercado alguns leitores de livros eletrônicos, como o Feedbooks, Sony, Kindle, Bookeen eIrex iLiad book. Mas sabemos também que já é possível acessar o conteúdo por celular.

E como funcionaria o sistema, as pessoas vão baixar o livro nesses aparelhos?
O cliente terá uma assinatura que dará direito a acessar uma série de conteúdo, sem baixá-lo. Ele não vai ter mais o direito à posse. Aliás, esse conceito muda também, assim como a questão da remuneração dos autores.

E já se sabe qual o potencial desse mercado?
Nos Estados Unidos, a venda do e-book pulou de 67 milhões para 113 milhões de dólares em 2008, em um mercado que vale 25 bilhões de dólares. Ou seja, ainda é algo muito pequeno. O mercado brasileiro de livro movimenta 3 bilhões de reais. A estimativa para o Brasil seria de 0,5%, o que representaria 15 milhões de reais.

Será o fim das livrarias?
Não vejo a razão de substituir os livreiros. Eles podem perfeitamente ter um papel de distribuição de conteúdo, até porque eles são quem melhor conhecem os hábitos dos consumidores.

Notícia 2: (Obrigado ao João Carlos Cardoso – “o meu aluno do Rio” – pela informação!!)

Apoio | Governo francês oferece assinatura gratuita de jornal para jovens

09:05 Em uma tentativa de manter viva a mídia impressa no país, o governo da França resolvou oferecer assinaturas gratuitas de jornais para jovens de 18 a 24 anos. Os custos do projeto, chamado de ‘My Free Newspaper’, serao divididos entre o Estado e as editoras. Cerca de 60 publicaçoes participam da iniciativa, incluindo Le Monde, Le Figaro e o esportivo L’Équipe. Cada assinante poderá escolher o título de sua preferência. Na França, a situaçao dos diários é ainda pior do que no restante da Europa – os franceses consomem apenas metade da quantidade de jornais vendida em países como Inglaterra e Alemanha. A taxa de leitores é especialmente baixa entre os mais novos. Para promover sua açao, o governo pretende lançar uma campanha publicitária cujo principal meio de divulgaçao, ironicamente, será a… internet. Noticia do NYT

Notícia 3: (Obrigado a Sonia Carboni da Abigraf pela informação!!)

O Estado de SP 22.OUT.09

28/10/2009 at 10:59 AM 2 comentários

Perspectivas para a Indústria Gráfica no Pós Crise

Escrito por Flávio Botana
Publicado na Revista Tecnologia Gráfica no. 68 – Outubro 2009

Uma crise “talvez” esteja se acabando. É bom começarmos a nos preparar para a próxima!

Um dos assuntos que tem sido alvo de grandes discussões no mundo dos negócios nos últimos meses é, sem dúvida alguma, a crise econômica mundial que realmente balançou os alicerces do mundo econômico e político e causou efeitos em maior ou menor grau para todos nós.
E dentre tudo que ouvi sobre o assunto, destaco a brilhante palestra do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso no 14º. Congraf que se realizou em Novembro de 2008, onde ele nos mostrou, entre outras coisas, o caráter cíclico das crises econômicas, o que daria uma certa previsibilidade do que poderia ocorrer. Lembro que esta palestra ocorreu nos primeiros momentos da crise onde o grau de incerteza sobre o que viria era altíssimo.
E a análise desta visão cíclica das crises me levou a duas reflexões. A primeira é a de que o mundo não iria acabar com esta crise. Percebe-se , e novamente isto foi claramente demonstrado pelo Professor Fernando Henrique, que o mundo vem aprendendo com as suas crises e consegue entender e enfrentar melhor as que vem pela frente. O exemplo típico foi uma série de erros políticos em relação ao sistema bancário que ocorreram na crise de 1929, que não se repetiram na atual crise e que foram decisivos para o início da retomada da ordem econômica mundial.
Porém a segunda reflexão é um pouco mais cruel. Tem-se a certeza de que outras crises virão. Mais violentas ou não, mais frequentes ou não, mais catastróficas ou não, vindas dos países emergentes ou dos desenvolvidos, enfim, não se sabe como elas serão e nem quando elas irão ocorrer, mas que virão não se tem dúvida.
Além disso, existe um outro aspecto que deve ser ressaltado quando falamos de crises, que é o efeito delas na gestão das empresas.
Culpa-se a crise por uma série de problemas, mas o que me parece muito claro é que a crise não “gera” problemas de gestão. Ela apenas “evidencia” problemas de gestão que já estavam lá, mas que por conta da prosperidade e/ou abundância e/ou cegueira gerencial não eram visíveis.
A produtividade baixa, os altos custos, a equipe pouco capacitada, o descontrole sobre a inadimplência e sobre o endividamento e outros itens que destroem uma empresa estavam lá, porém uma carteira de pedidos cheia, um caixa suficiente, crédito em abundância e uma grande movimentação financeira criavam uma nuvem de efeitos temporários e incipientes que escondiam as reais causas dos problemas de gestão.
Quando chega a crise, esta nuvem se dissipa e os resultados negativos aparecem. A empresa não está pior do que estava. Isso só não era palpável.
O que a crise faz é uma “depuração” das empresas.
Existirão menos pedidos, a preços mais baixos, com prazos mais curtos, feitos por empresas menos saudáveis que pedirão mais créditos e que talvez não paguem. As negociações chegam a condições extremas e este é o grande check-up para a saúde das empresas vendedoras.
Aquelas que têm qualidade de gestão antevêem os efeitos da crise, reorientam a sua estratégia, agem preventivamente, e conseguem fôlego extra para suportar a crise ( e em alguns casos, até prosperar com ela ).
As que não têm qualidade de gestão tentam vender qualquer coisa, para qualquer um a qualquer preço. E os resultados são desastrosos.
Ao vender “qualquer coisa” colocamos dentro da nossa produção itens que não são a nossa especialidade e isto faz com que a produtividade caia e o custo suba.
Ao vender para “qualquer um” aumenta-se a inadimplência, que prejudica o caixa, que pode ter efeitos no endividamento da empresa.
Ao vender a “qualquer preço” colocamos à prova os nossos custos, que são fruto de gorduras desnecessárias, ineficiências evidentes e materiais mal comprados.
O resultado disso para estas empresas “sem gestão” é que algumas delas simplesmente morrem, outras sofrem lesões que levarão alguns anos para serem reparadas, algumas saem vivas porém muito arranhadas e, na melhor das hipóteses, algumas levam um grande susto…
Logo, os resultados de uma crise nas empresas é moldado antes de sua chegada e este é o ponto que quero ter como base para a análise das perspectivas pós crise na indústria gráfica.
A depuração do mercado que a crise causa traz como consequência empresas “melhores”. As medidas acertadas que foram tomadas e os problemas/erros que tiveram que ser prontamente administrados trazem conhecimento e experiência para a empresa.
E este conhecimento fez com que a empresa sobrevivesse a uma condição extrema. A conclusão obvia é que, ao melhorar o mercado, esta condição de sobrevivência passa para o estágio de prosperidade, desde que não se percam os progressos obtidos na crise.
Mas antes de comentarmos estes progressos vale lembrar que no pós crise o mercado raramente volta à condição anterior. As conquistas obtidas pelos seus clientes, como menores preços, prazos de entrega mais curtos, prazos de pagamento mais longos, serviços agregados, não serão esquecidos por eles, isto é, cria-se um novo ambiente onde as condições de entrada e manutenção de um player no mercado são outras. A exigência do cliente aumenta.
E quem sobreviveu na crise e vai prosperar no pós crise são as empresas que souberam que medidas tomar e vão saber como mantê-las no novo ambiente.
Foi preciso cortar custos na crise. Quem souber fazer isto com inteligência, cortando efetivamente as gorduras, atacando os custos diretos desnecessários e atuando com firmeza e determinação na análise de desempenho / desperdícios e controle de gastos, obteve a resposta necessária e percebeu que a maior parte do resultado de uma empresa hoje não vem das receitas crescentes, mas sim de custos reduzidos.
Foi preciso melhorar a produtividade. Quem soube trabalhar corretamente a equipe treinando adequadamente os seus funcionários, motivando-os para a obtenção de resultados conseguiu muito retorno com pouco investimento.
Foi preciso melhorar a qualidade e quem soube utilizar corretamente a tecnologia disponível e “se livrar” de equipamentos e processos ineficientes ou onerosos conseguiu melhorar sua qualidade sem aumentar seus custos.
Portanto temos um novo ambiente de negócios: empresas melhores atendendo um mercado mais exigente. Estamos prontos para uma nova fase de prosperidade.
Só nos resta cuidar de um último ponto, mas que é crucial. Precisamos cuidar da memória!
E o que significa cuidar da memória? Significa que, à medida que os resultados forem surgindo, que a empresa for prosperando e a lucratividade melhorando, que não se esqueça de tudo o que precisou ser feito nos momentos difíceis e que se saiba ter o controle adequado de custos, desempenho e da estrutura organizacional para não se incorrer nos mesmos erros do passado e ter que lutar para sobreviver na próxima crise.
As cicatrizes precisam ficar visíveis!
Na prosperidade, devemos controlar nossos custos como se houvesse uma crise. Não contrate desnecessariamente; não faça gastos, só investimentos; pense no longo prazo; dê a chave do cofre para a pessoa mais conservadora de sua equipe.
Na prosperidade, continue investindo nas pessoas para aumentar a produtividade. Vamos tirar de cada um o que eles têm de melhor. Não compre mais equipamentos se os atuais não são bem aproveitados. Crie procedimentos, implemente, treine, motive e cobre.
Na prosperidade, invista na qualidade do produto e no atendimento aos clientes. Mas aos clientes certos; aqueles que querem o que sua empresa faz de melhor e estão dispostos a pagar por isso.
E mais do que tudo; faça tudo isso pensando na próxima crise… pois ela virá.
Fiz um comentário numa palestra no final do ano passado que gostaria de repetir para concluir este tema:
“Sempre encontro um otimista nos tempos de crise, e isso é bom. No entanto, sinto falta de um pessimista nos tempos bons, para nos manter com os pés no chão”.
É isso aí. Vamos colocar os pessimistas para nos ajudar na boa fase que está por vir.

27/10/2009 at 9:44 AM 1 comentário

Gestão de Recursos – Notas de Aulas – Partes 1, 2 e 3 – Inclui Administração de Processos

Notas de Gestão de Recursos 2o sem 2009 – Partes 1 2 e 3

Se alguém não conseguir acessar o arquivo, mande um e-mail para flaviobotana@uol.com.br que eu retornarei com o arquivo anexo

27/10/2009 at 9:31 AM Deixe um comentário

Você gostaria de ser chamado de “Massa de Manobra”?

Na semana passada, durante uma aula onde discutíamos qualidade de vida dos recursos humanos x resultados da empresa, recordei um conceito que aprendi a muitos anos atrás sobre atuação das pessoas dentro dos Sistemas Humanos (que podem ser a população de um país, um grupo de funcionários de uma empresa, um grupo de alunos de uma sala, etc).

O conceito é o seguinte: dentro de um grupo, as pessoas se dividem em 3 categorias: os chamados “líderes positivos” que recebem e analisam todas as informações sob uma ótica otimista (são os que falam “tudo vai passar” na hora em que ninguém vê uma saída para a situação); os “líderes negativos” que vêem tudo pelo lado da desconfiança (são os que falam “o que será que está por trás disso” quando recebemos uma notícia boa) e a “massa de manobra”, que caminha ao sabor do vento, isto é, que segue a liderança mais influente, positiva ou negativa.

O que chama a atenção é a quantidade de elementos em cada um desses grupos. Diz-se que um grupo normal se divide em 8% de líderes positivos, 4% de líderes negativos e 88% de massa de manobra.

Este número me assusta. A maioria de nós é massa de manobra!

E você? Você é massa de manobra?

O que você está fazendo para não ser massa de manobra, sendo um mero seguidor de algum líder que anda por aí.

Eu acho que o caminho passa pela educação, pelo engajamento e pela curiosidade. Temos que falar sobre tudo, discutir sobre tudo e defender as nossas idéias. O resultado disso são pessoas melhores, que vão fazer um mundo melhor e mais autônomo.

O que você acha disso?

26/10/2009 at 11:27 AM 2 comentários

5 Práticas ou Habilidades para ser uma pessoa eficaz

De acordo com Peter Drucker em seu livro “O Gerente Eficaz”, estas são as habilidades necessárias para uma pessoa ser eficaz no seu trabalho:

– Gerenciar o seu tempo;
– Esforçar-se para dar contribuições;
– Tornar os seus pontos fortes produtivos;
– Concentrar os seus esforços nas tarefas mais importantes para atingir resultados; e
– Tomar decisões eficazes.

23/10/2009 at 12:58 PM 3 comentários

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