Archive for março, 2011

Voce será aquilo que conversar. Texto de José Luiz Tejon Megido (Fonte: www.exame.com.br)

Pode prestar atenção. Somos o resultado das nossas conversas.
Tenho observado, nas organizações, que aquilo que é tema dominante das suas conversas, transforma-se no resultado efetivo e prático da companhia.
Empresas onde a conversa dominante é qualidade, inovação, evolução, oferecer o máximo ao cliente, na prática assistimos esses resultados.
Lugares onde a conversa dominante é o correr atrás do que ja devia ter sido feito, do pendente eterno, da reclamação contra o outro; na prática colhemos o mau humor, o desânimo e a má qualidade.
Preste atenção nessa observação dos líderes: somos aquilo que conversamos.
Quer mudar de sentido e de significado ? Mude suas conversas. Vale para organizações e para organismos… incluindo cada um de nós, como pessoas.

José Luiz Tejon é publicitário, jornalista, autor e co-autor de 27 livros, como “O vôo do cisne”, “A grande virada – 50 regras de ouro para dar a volta por cima” e “Luxo for all”. É presidente da TCA Internacional, com parcerias na Europa, Estados Unidos, China e Israel. tejon@tejon.com.br

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31/03/2011 at 12:27 PM Deixe um comentário

Dica para quem utiliza vários computadores e precisa organizar os seus arquivos – Dropbox

Veja se sua rotina de trabalho é semelhante à minha: utilizo vários computadores ( em casa, no trabalho, na escola, laptop ) e preciso sempre ter em mão um pen drive para “transportar” arquivos de um computador para outro, ou ficar mandando e-mails para poder acessar os arquivos em qualquer ambiente.
Já aconteceu comigo e com vários alunos meus de precisarem fazer uma apresentação ou mostrar um arquivo e a versão que está em mãos está desatualizada ou corrompida.
Recebi dos meus amigos e ex-alunos Rafael e Ariel a sugestão de usar o DROPBOX. Um software que guarda os seus arquivo “na nuvem” e sincroniza todos os computadores que você cadastrou com a versão mais atualizada, bastando que o seu computador esteja conectado na Internet.
Estou começando a usar e achei muito legal
Recomendo…

Quem estiver interessado, acesse http://www.dropbox.com . Na página inicial tem uma apresentação de como o sistema funciona

30/03/2011 at 11:10 AM 1 comentário

Pós Offset – Mapeamento de Processos – Exemplo Rhodia Fibras (Publicado na Revista HSM Management)

Este é o exemplo apresentado na última aula

Mapeamento de Processos Rhodia Fibras

29/03/2011 at 10:25 AM 3 comentários

Empreender: você possui este perfil? (Fonte: Portal HSM)

Relatório que cobre mais de 52% da população mundial e 84% do PIB do mundo revela que 250 milhões de pessoas em 59 países abriram empresa em 2010. Leia mais!

O sonho de ter o próprio negócio, aliado ao favorável momento econômico brasileiro, tem feito diversos profissionais de variados segmentos e níveis hierárquicos migrarem de seus postos de trabalho para o empreendedorismo.
Administrar a empresa, determinar as estratégias que serão adotadas para alavancar seu negócio e manter a empresa ‘viva’ nos dois primeiros anos (considerado período crítico para o empreendedor) são apenas alguns dos muitos desafios que o profissional deve estar preparado para enfrentar.
Dados da pesquisa GEM 2010 (Global Entrepreneurship Monitor) divulgados em janeiro de 2011 revelam que 110 milhões de pessoas de 59 países estavam focadas em abrir uma empresa em 2010, enquanto 140 milhões estavam em processo de execução de novas empresas.
Ou seja, 250 milhões de empreendedores estavam envolvidos na fase inicial da atividade empresarial. O estudo foi realizado com 175 mil pessoas e mais de três mil especialistas em 59 países, inclusive o Brasil.
Muitos confiam na ação empreendedora como auto-realização, mas deve-se considerar que nem todos estão preparados para serem empresários. A decisão de se tornar dono de empresa é muito mais complexa do que possa parecer.
Batista Gigliotti, presidente da Fran Systems, consultoria em desenvolvimento de negócios e de franquias, alerta sobre os eventuais riscos da aventura que devem ser avaliados antes de mudar o rumo de sua vida e de abraçar a profissão de empresário.

• Autoconfiança: se o empresário não acreditar em seu próprio negócio, quem acreditará? Ao mesmo tempo, é fundamental reforçar que autoconfiança excessiva pode ser um risco para o sucesso do negócio. Colaboradores e opiniões externas podem ser muitos úteis antes de qualquer decisão.
• Planejamento: antes de iniciar qualquer atividade, seja nos negócios ou em sua vida particular, é essencial planejar. Prevenindo eventuais riscos e preparando-se para enfrentar dificuldades, a chance de naufragar seus investimentos diminui consideravelmente. Além disso, com a mudança de fatores é, sempre, preciso, revisar seus planos.
• Comprometimento: ao abrir seu negócio, seja uma empresa com dois ou dez funcionários é vital ter o comprometimento de todos, inclusive o seu. Assumir os desafios e focar em superá-los, além de deixar você por dentro das atividades de sua equipe, colabora para evitar surpresas repentinas.
• Iniciativa: se antecipar às tendências, se precaver sobre o que o mercado espera, realizar as coisas antes de ser forçado pelas circunstâncias. Sua iniciativa pode revelar muito onde você quer chegar. Ser pró-ativo é fundamental.
• Riscos: não se iluda, eles existem em todos os negócios. Na verdade, aceitá-los é considerada uma das principais características do empreendedor de sucesso. Só o fato de se tornar empreendedor já pode ser considerado um risco. Porém, saber calcular onde e quando arriscar, além de ficar atento às dicas que o mercado nos proporciona, pode suavizar as dificuldades.
Gigliotti também ressalta que muitos jovens estão se tornando empreendedores para entrarem no mercado. “Logo que saem da universidade, muitos jovens partem para o empreendedorismo. Isso mostra que eles estão ficando mais atentos à identificação de oportunidades e de nichos potenciais de atuação e esperando aprender lições de práticas como empreender”, afirma o professor dos cursos de pós-graduação da FGV, Senac e Anhembi.

Olhar e pensar fora da caixa: tarefa de empreendedor

– Por outro lado, alguns empreendedores acreditam que a gestão segue direções que o próprio mercado se encarrega de traçar. Gigliotti observa, no entanto, que “em alguns casos, é vital ter um olhar de fora para dentro dos negócios para encontrar uma possível solução para as barreiras que surgem. Enxergar a questão por outro ângulo pode facilitar a busca de soluções e de melhores resultados. Diferente do que muitos pensam, ninguém nasce visionário. Identificar oportunidades é um processo que é aperfeiçoado com exercícios mentais.”

Portal HSM

28/03/2011 at 9:22 AM Deixe um comentário

De trainee a líder – um caminho cheio de desafios e expectativas ( Fonte: O Globo)

Escolhidos entre milhares de candidatos, os trainees, não raro, logo alcançam posição de destaque dentro das empresas. Nem todos, porém, estão totalmente preparados para superar os desafios e obstáculos do mundo dos negócios e alcançar um cargo de gerência. O agravante é que os jovens talentos da geração Y, de 20 a 30 anos de idade, têm pressa. A essa geração de profissionais, os especialistas recomendam paciência, humildade e, claro, muita dedicação para crescer dentro da organização.
Rafael Meneses, sócio-gerente da filial da Asap no Rio, empresa de recrutamento e seleção de executivos de média gerência, ressalta que cada cultura tem suas peculiaridades e os profissionais da geração Y, quando selecionados, alimentam uma expectativa muito grande de crescimento dentro das organizações:
– O profissional não pode achar que só porque foi aprovado no programa, seu futuro na empresa está garantido. É preciso ter em mente que será preciso muito trabalho e dedicação para se destacar e que isso muitas vezes leva tempo.
Renata Damásio Magliocca, consultora da Cia de Talentos, aponta três explicações para o fato de os jovens profissionais, muitas vezes, não conseguirem alcançar o almejado cargo de gerência: performance, por não conseguirem acompanhar o programa e atingir as metas; falta de adaptação à cultura da empresa, apesar de o profissional ser esforçado, inteligente e apresentar bons resultados; ida para outra empresa, motivada pela pressa por novidades. Neste caso, não há tempo de concluir o aprendizado e chegar ao objetivo final, que seria tornar-se um líder e ocupar um cargo de alta gestão.
As companhias também precisam estar preparadas para gerenciar esses futuros talentos, que estão ávidos por crescimento. Ao mesmo tempo, os novos funcionários devem ter uma dose moderada de paciência para absorver o jeito de fazer negócio e, sobretudo, de como se constroem as relações naquele ambiente.
Meneses ressalta que empresas que costumam ter mais sucesso com trainees são as que preservam uma cultura de concessão de autonomia e espaço de inovação para os jovens em um curto espaço de tempo:
– Hoje, os jovens com alto potencial de desempenho sentem-se mais confortáveis em estruturas inovadoras, que abrem espaço para discussão sobre as diretrizes do negócio full-time.
Na opinião do executivo, o grande desafio das empresas é oferecer programas que realmente formem líderes. Algumas empresas possuem programas bem completos. O trainee passa por experiências práticas e teóricas que o ajudam na percepção do mercado como um todo. Com este acompanhamento constante da empresa e a disposição para aprender dos trainees, é possível prepará-los para os desafios corporativos. É importante também que os gestores deem feedbacks constantes para que os trainees se desenvolvam.
– Os programas bem sucedidos são aqueles que têm coerência entre a velocidade e os resultados obtidos pelo trainee. Não adianta promover a pessoa se ela ainda não deu os resultados esperados. É preciso dar suporte às lideranças antigas para que segurem a velocidade dos mais novos e assim possam crescer no momento certo – conclui Meneses.

http://oglobo.globo.com/economia/boachance/mat/2011/03/16/de-trainee-lider-um-caminho-cheio-de-desafios-expectativas-924024893.asp

25/03/2011 at 12:07 PM Deixe um comentário

Três regras básicas para chefes de primeira viagem – Linda Hill (Fonte: Site CNN, via O Globo)

Ser chefe nunca foi uma tarefa fácil. Mas, hoje em dia, com o mercado cada vez mais competitivo, os desafios são ainda maiores e as competências do gestor são testadas o tempo todo por superiores e subordinados. E qual é a melhor forma de conquistar os seus funcionários e exercer da melhor maneira a sua autoridade?

Linda Hill, professora da Harvard Business School, em reportagem publicada no site da CNN, diz que o que realmente importa é o quão bom você é no que faz.

– Hoje, o mundo é tão competitivo e os papéis a serem desempenhados são tão complexos, que se você não for bom no que faz, você está em apuros – afirma

Listamos abaixo três regrinhas que podem ser seguidas por chefes ”de primeira viagem”, segundo especialistas americanos:

“Chefe” é apenas uma palavra: seja você mesmo

De acordo com Linda Hill, até mesmo os CEOs mais experientes já perceberam que precisam repensar a forma como lançam mão de sua autoridade para ter o trabalho bem feito. A autoridade formal – status oficial que o profissional ganha ao assumir seu novo papel – tem um impacto surpreendentemente pequeno em sua capacidade de exercer uma influência eficaz na equipe, ressalta.

A professora de Harvard já disserta sobre chefes de primeira viagem há algum tempo. Ela acaba de lançar o livro “Being the Boss: The 3 Imperatives for Becoming a Great Leader”, mas quase 20 anos atrás escreveu sua primeira obra sobre o assunto, “Tornando-se um gestor”, publicado em 1992.

A especialista afirma que as pessoas acreditam demasiadamente que a autoridade formal é a melhor maneira de influenciar os outros. O que é preciso, no entanto, é construir credibilidade com as pessoas e desenvolver outras formas de autoridade e influência.

– O objetivo, na verdade, não é controlar seus funcionários, mas sim que eles comprem a sua ideia, que o apoiem no que você está fazendo – acrescenta.

Quanto mais talentoso for o time que você gerencia, menos eles vão se preocupar com sua autoridade, argumenta Linda. Um histórico de competências é o que realmente vai contar na hora de comandar uma equipe, e os chefes ”de primeira viagem” precisam descobrir como ganhar esse respeito – não apenas representando uma versão clichê do ”estado autoritário”.

– Muitas pessoas assumem cargos de gestão pensando que devem agir de forma truculenta, como agem os treinadores de futebol, ao invés de serem pessoas agradáveis, porém firmes, como realmente devem ser – diz Hank Gilman, autor do livro “You Can’t Fire Everyone, and Other Lessons from an Accidental Manager”, que aborda a tentação que os novos chefes têm de serem alguém que não são.

– Tire um tempo para fazer uma auto-análise

Chefes de primeira viagem precisam pensar além dos desafios básicos da gestão. Dilemas éticos também vêm atrelados ao trabalho, diz Linda. É preciso estar em constante autoanálise:

– Um gestor não deve se preparar psicologicamente apenas para fazer demissões. A função vai além disso. Quão mais experiente você se torna, terá que enfrentar dilemas éticos cada vez mais complicados. Certamente, você irá querer se preparar para isso.

Na hora de planejar suas ações, além de aprender a administrar seus próprios sentimentos, o gestor deve, acima de tudo, se mostrar preocupado com os de seus subordinados.

– Os trabalhadores dependem de você para dar o melhor de si – acrescenta Linda.

Gilman, por sua vez, diz que os chefes precisam parar de tentar resolver os problemas demitindo pessoas e deveriam começar a investir nelas.

Mas a auto-análise da qual Linda e Gilman estão falando não se refere apenas às más notícias. Em sua carreira como gerente, Gilman diz que tem tentado priorizar pequenas mudanças, como , por exemplo, dar feedbacks de forma mais regular – um ponto fraco pessoal que, como executivo, ele acha que deve ser corrigido.

Construa relacionamentos que possam capacitar sua equipe

Laura Hill dá como exemplo a história de uma executiva encarregada de montar um escritório regional na América Latina, que foi obrigada a manter o foco em pessoas cujo trabalho não acompanhava para conseguir tornar sua equipe um sucesso.

– Se você não gerenciar seu relacionamento com seus chefes e seus pares, sua equipe não terá os recursos necessários para fazer o trabalho – diz Laura.

Mantendo uma relação direta com os superiores que controlavam os recursos da empresa, a executiva mencionada por Linda estava certa de que poderia dar a seus funcionários tudo o que precisavam. Com o tempo, ela entendeu que as empresas são inerentemente complicadas entidades políticas e decidiu mudar de estratégia. A partir dessa constatação, a empresária começou a construir melhor as relações e a compreensão entre os membros de sua equipe.

http://oglobo.globo.com/economia/boachance/mat/2011/03/17/tres-regras-basicas-para-chefes-de-primeira-viagem-924033665.asp

24/03/2011 at 11:48 AM 2 comentários

PESQUISA: “QUEM SÃO SUAS REFERÊNCIAS?” – Aguardo sua resposta!!!

Recebi o texto abaixo do meu ex-aluno Jonathan Geiger, que me sugeriu trata-lo no blog. Então resolvi fazer uma pesquisa com meus leitores para saber quem são as nossas referências, dentro e fora do mercado gráfico.
Eu gostaria muito de receber o seu comentário (é só clicar no link “add coments” ou “x comentários” no final do post)
Estarei passando também nos próximos dias algumas das minhas referências…

“QUEM SÃO SUAS REFERÊNCIAS?”

Um bom pesquisador acadêmico sabe reunir boas referências bibliográficas para preparar uma pesquisa. Quanto melhor elas são, melhor tende a ser o trabalho. Porém, poucos sabem que os melhores empresários e executivos também trabalham da mesma forma, isto é, utilizam ótimas referências para construir grandes empresas.

As referências, nesses casos, são outras empresas.
Curiosamente, os melhores buscam referências em setores distintos aos seus. Pense, por exemplo, em uma das maiores inovações em processo da história, a linha de produção de veículos criada por Henry Ford.
Ele só teve essa ideia porque visitou a empresa de um amigo, a Swift Armour, um frigorífico que suspendia animais em uma corda que era puxada e parava em momentos específicos para que cada funcionário, que ficava parado, cortasse sempre uma parte específica.
Ford imaginou um processo semelhante, no qual o carro em construção ficaria em uma esteira. Até em então, cada carro era montado em um canto da fábrica. Com tal ideia, Ford realizou seu sonho: levar sua criação para um grande número de pessoas.
Ford, por sua vez, inspirou milhares de outros empreendedores que também adotaram a linha de produção, mas nenhum deles é tão idolatrado quando Steve Jobs, cofundador da Apple. Jobs se inspirou em Ford e em sua obsessão em levar produtos tecnológicos para as massas.
Assim como Ford permitiu que qualquer operário pudesse comprar um automóvel, Jobs tinha a intenção de fazer a mesma coisa com o microcomputador. Mas Jobs também buscava referências na capacidade inventiva de Thomas Edison, fundador da General Electric e na capacidade visionária de Edwin Land, fundador da Polaroid.
Assim como Ford, Edison e Land, Jobs também serviu como referência para diversos outros empreendedores. Um deles, curiosamente, vende café. O que dono de cafeteria pode aprender com um fabricante de computadores? Caso queira saber detalhes, procure ler sobre a trajetória de Howard Schultz, empreendedor da Starbucks, maior rede de cafeterias do mundo.
Certa vez, Schultz comentou: “Gosto do estilo e da elegância da Nike, da onipresença e da qualidade dos produtos da Ikea (rede sueca que é líder mundial de varejo de móveis) e da logística primorosa da Zara (rede espanhola de varejo de roupas). Mas talvez a história mais semelhante à nossa seja a da Apple. Não só pela conexão emocional com os consumidores, mas também porque oferece produtos dos quais o público nem sabe que precisa”.
No Brasil, a lógica também é adotada por muitos empreendedores de sucesso. Talvez você não conheça Jorge Paulo Lemann, Marcel Hermann Telles e Beto Sicupira, mas com certeza já ouviu falar das suas empresas, como a Ambev (AB Inbev), a América Latina Logística (ALL), o Submarino e até mesmo a rede Burguer King, só para citar algumas.
Estes senhores foram buscar inspiração no banco Goldman Sachs e sua política de meritocracia (remuneração por resultados) e em Sam Walton, fundador da Walmart, famoso por seu estilo espartano de desenvolver negócios.
Quanto mais inspiradoras as referências, melhor o negócio. Quem são as suas referências?

23/03/2011 at 10:02 AM Deixe um comentário

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