Archive for maio, 2012

As 11 regras de Bill Gates

Esta é uma dessas mensagens que se espalham por aí nos e-mails, redes sociais e sites. O que importa é o conteúdo da mensagem. Vale a pena pensar um pouco.

Comecemos…

Bill Gates foi convidado por uma escola secundária para uma palestra. Chegou de helicóptero, tirou o papel do bolso onde havia escrito onze itens. Leu tudo em menos de 5 minutos, foi aplaudido por mais de 10 minutos sem parar, agradeceu e foi embora em seu helicóptero.

Eis o que ele proferiu que ficou conhecida como suas famosas regras.

1. A vida não é fácil — acostume-se com isso.

2. O mundo não está preocupado com a sua auto-estima. O mundo espera que você faça alguma coisa útil por ele ANTES de sentir-se bem com você mesmo.

3. Você não ganhará R$20.000 por mês assim que sair da escola. Você não será vice-presidente de uma empresa com carro e telefone à disposição antes que você tenha conseguido comprar seu próprio carro e telefone.

4. Se você acha seu professor rude, espere até ter um chefe. Ele não terá pena de você.

5. Vender jornal velho ou trabalhar durante as férias não está abaixo da sua posição social. Seus avós têm uma palavra diferente para isso: eles chamam de oportunidade.

6. Se você fracassar, não é culpa de seus pais. Então não lamente seus erros, aprenda com eles.

7. Antes de você nascer, seus pais não eram tão críticos como agora. Eles só ficaram assim por pagar as suas contas, lavar suas roupas e ouvir você dizer que eles são “ridículos”. Então antes de salvar o planeta para a próxima geração querendo consertar os erros da geração dos seus pais, tente limpar seu próprio quarto.

8. Sua escola pode ter eliminado a distinção entre vencedores e perdedores, mas a vida não é assim. Em algumas escolas você não repete mais de ano e tem quantas chances precisar até acertar. Isto não se parece com absolutamente NADA na vida real. Se pisar na bola, está despedido… RUA!!! Faça certo da primeira vez!

9. A vida não é dividida em semestres. Você não terá sempre os verões livres e é pouco provável que outros empregados o ajudem a cumprir suas tarefas no fim de cada período.

10. Televisão NÃO é vida real. Na vida real, as pessoas têm que deixar o barzinho ou a boate e ir trabalhar.

11. Seja legal com os Nerds (aqueles estudantes que os demais julgam que são uns
babacas). Existe uma grande probabilidade de você vir a trabalhar PARA um
deles.

31/05/2012 at 11:41 AM 1 comentário

Meu livro está à venda na ABTG dentro do evento Pós-Drupa

Desde ontem (29/05) até amanhã (31/05) está se realizando na ABTG o Evento “Pós Drupa” com palestras de especialistas sobre o que a feira deste ano teve de mais marcante.

Durante o evento a Editora Senai-SP está colocando à venda o meu livro “Manual do Gestor da Indústria Gráfica” com um desconto de 20%.

Apareça (e compre o livro….)

30/05/2012 at 5:16 PM Deixe um comentário

DESENVOLVIMENTO DE UM MODELO DE GESTÃO EVOLUTIVA PARA A INDÚSTRIA GRÁFICA APOIADO NA TEORIA DA HIERARQUIA DE NECESSIDADES DE MASLOW – Flávio Botana

Para obter a apresentação é só clicar no link abaixo e salvar em seu computador.

Gestão Evolutiva baseada em Maslow

28/05/2012 at 11:23 AM 2 comentários

Você é um bom ator? – Texto de Adriano Silva (Fonte: www.manualdeingenuidades.com.br)

Quer ser um executivo? Aprenda a atuar

A vida corporativa requer “acting” – que é a arte de atuar, de representar um papel. Toda relação humana requer essa habilidade, em alguma medida – mas a vida nas grandes empresas extrapola essa demanda. Quanto mais políticas são as empresas – e me aponte uma que não seja – mais essa necessidade de saber se colocar bem no palco se impõe. É isso mesmo, meu amigo e minha amiga ingênuos: executivos são grandes atores.

Atuar não é tão simples quanto parece. Os sorrisos que você dá no palco não são autênticos, espontâneos (a espontaneidade costuma ser letal no escritório), mas eles também não podem ser fingidos – o ator canastrão, na vida corporativa, é pichado como falso. E só uma coisa é pior do que dizer a verdade no mundo do trabalho: ser visto como falso. É um paradoxo. Mas é isso mesmo. O problema da sinceridade é que ela incomoda pelas verdades que expõe. O problema com a falsidade explícita é que ele incomoda pelas mentiras que expõe – afinal, todo mundo ali naquele ambiente é “falso”, é sócio nessa “falsidade” tácita. E num ambiente em que todos estão atuando – fingindo dizer a verdade e buscando ser convincentes nesse intento – um canastrão meio que levanta o pano e revela o palco, o script, a maquiagem, enfim, os elementos cênicos que estão regendo aquele convívio. O mau ator, inadvertidamente, estraga o jogo de todos, mostra com sua interpretação canhestra de si mesmo naquele ambiente que todos aqueles gestos e aquelas falas pretensamente francos são na verdade movimentos estratégicos, bem calculados, desempenham uma função e tem um objetivo.

Executivos atuam para operar, orquestrar seus intentos. Atuam para sobreviver. Para buscar saber mais do outro – sempre um adversário em potencial – se expondo o menos possível. É uma esgrima. Atuar, no escritório, é uma ferramenta competitiva. Uma questão de sobrevivência. Executivos de sucesso, aqueles que se dão bem, são os que sabem se preservar e esnucar os outros, os que não dão ponto sem nó e que jogam xadrez 24/7. Os demais são os transparentes. Os sinceros. Os honestos. Os que se precipitam e dizem a verdade. Os que não pensam dez vezes antes de falar. Os que não projetam cinco jogadas à frente antes de agir. Os que fazem o que lhes parece correto, de modo lépido e ingênuo. Os que muitas vezes pensam antes no negócio e na empresa do que neles próprios e em suas carreiras. Esses são os que não se dão bem.

O mundo dos negócios, eis o meu ponto, é feito de literatura – às vezes da pior qualidade – muito mais do que de jornalismo. Nosso dia a dia é um roteiro de ficção e não de documentário. Vivemos numa grande novela mexicana – ou brasileira. Numa dramaturgia na maioria das vezes opaca e esteticamente pobre. Eis a vida como ela é.

25/05/2012 at 12:24 PM 1 comentário

O processo de reação a mudanças – Texto de Abraham Shapiro (Fonte: www.hsm.com.br)

As pessoas temem mudanças. De certo modo todos somos assim. Primeiro detestamos ter de entrar na piscina com água fria. Depois, detestamos ter de sair de lá.
Gerentes precisam ter desenvolvida a habilidade de motivar as pessoas quando mudanças são adotadas. Os chefes mais comuns percebem que seu pessoal é contrário à mudança e acabam se identificando com a resistência, simpatizando com o protesto e admitindo que mudar é mesmo um aborrecimento.
Quando motivadas, as equipes diminuem sua resistência. Mas, o que geralmente ocorre é que poucos gestores estão aptos ou se dedicam a conhecer as pessoas a ponto de serem bons motivadores. Em vez disso, agem como babás, resolvedores de problemas e bombeiros, ou seja, são preparados para lidar com bebês, com problemas triviais e incêndios.
Conhecer o caráter das pessoas é coisa sobre a qual somente gestores excelentes se debruçam – seja estudando um bom livro a respeito ou lendo revistas especializadas. Isso ajuda muito, pois, em matéria de mudanças, por exemplo, existe uma sequência típica de reações psicológicas que em geral acontecem. Entendê-las é a chave para sintonizar a equipe e a si mesmo aos benefícios reais do “novo”.
Vamos ao processo:
Primeiro as pessoas negam. É quando dizem: “Essa mudança não é nada boa. É prejuízo geral à empresa”.
Em seguida, elas resistem. A fala típica dessa etapa é: “Eu é que não vou me meter com isso!”.
Depois, elas pensam um pouco, refletem, e assumem uma postura de utilidade. É quando passam a dizer: “Como posso fazer essa mudança trabalhar a meu favor?”.
Por fim, chega o momento da aceitação: “Ah, tá! Descobri como isso pode funcionar para mim e para os demais! É bom!”.
As equipes levam muito tempo para passar pelos três primeiros estágios do processo.
No entanto, vivemos num mundo onde conviver e processar mudanças positivamente não é opcional. Peter Drucker comentou isso em um de seus livros, quando disse: “Toda organização precisa estar preparada para abandonar tudo o que faz para sobreviver no futuro”.
Quem não está preparado para mudar, deve aprender rápido a viver fora do cenário.

24/05/2012 at 11:14 AM Deixe um comentário

Komori e Landa selam parceria estratégica para nanografia durante a Drupa 2012 (Fonte: revistadesktop.com.br)

A Komori Corporation de Tóquio, Japão e a Landa Corporation de Rehovot, Israel, assinaram oficialmente na Drupa o acordo de parceria estratégica global pelo qual a Landa licenciará a Komori Corporation para fabricar e comercializar máquinas de impressão digital para a área comercial, bem como para outros mercados gráficos, utilizando o processo da Landa Nanographic Printing.

Yoshiharu Komori, presidente e CEO da Komori, disse: “Eu sinto que a celebração deste acordo é excelente para a nossa empresa. Embora a Komori venha trabalhando com a OffsetOnDemand, agora adicionamos também os produtos DigitalOnDemand à nossa linha, e portanto o nosso tema para esta Drupa passou a ser KOMORI OnDemand. Como se sabe, a Komori é um fabricante de impressoras, reconhecido pela alta qualidade e os mais elevados níveis de produtividade, sendo que esta filosofia também se aplica aos nossos sistemas de impressão digital. Eu acredito que a tecnologia da Landa pode nos ajudar a atingir níveis ainda mais altos porque somos empresas de engenharia que têm uma relação próxima e assim podemos juntos desenvolver novas tecnologias. Estamos ansiosos para firmar essa relação de longo prazo entre amigos. Acredito que a Landa tem um papel importante em nossa nova política como provedores de serviços de engenharia de impressão.”

Benny Landa, fundador da Landa, seu presidente e CEO, afirmou: “Estou muito contente por termos firmado esta parceria estratégica global entre nossas duas empresas durante essa Drupa. Em todos os níveis, um relacionamento está baseado na forte confiança mútua e eu não tenho dúvida de que a Komori e a Landa trabalharão juntas com sucesso por um longo tempo. A apresentação da marca conjunta Komori-Landa para impressoras digitais de última geração que visa aos mercados comerciais e de embalagens em todo o mundo vai acelerar significativamente a adoção da Landa Nanographic Printing.”

Com base nessa parceria estratégica, a Landa fornecerá à Komori a Nanographic Printing technology e a Landa NanoInkTM, que são o cerne do processo Nanographic Printing. A Landa Nanography é uma nova categoria de impressão digital que emprega tintas de base aquosa, combinando a versatilidade da tecnologia digital com a qualidade e velocidade da impressão offset, a um custo por página sem concorrência.

O acordo foi assinado no estande da Landa no Hall 9, em meio aos inúmeros visitantes que manisfestavam altos níveis de interesse e grande empolgação pela Landa Nanography, com sessões de exibição dos produtos superlotadas, e um fluxo constante de clientes assinando suas cartas de intenção para a compra de impressoras da Landa Nanographic.

23/05/2012 at 9:44 AM Deixe um comentário

Pós Graduação – Gestão Inovadora da Indústria Gráfica – Disciplina: Gestão da Qualidade – Material de Apoio: Motivação Humana

É só clicar no link abaixo e salvar em seu computador

Notas de Aula Pós Graduação 2o sem 2011 – Módulo Motivação

21/05/2012 at 12:45 PM Deixe um comentário

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