Archive for fevereiro, 2011

O líder, a equipe executiva e a execução da estratégia – Texto de Roberto Campos de Lima (Fonte: www.hsm.com.br)

Em artigo, Roberto Campos de Lima, Sócio-Consultor da 3GEN Gestão Estratégica, aborda os fatores mais críticos para a execução da estratégia.

Muito já se escreveu sobre a complexidade na determinação da estratégia correta e da definição das prioridades de longo prazo nas organizações, especialmente quando estamos tratando da definição do correto posicionamento. No entanto, é na execução da estratégia que a liderança da organização encontrará sua tarefa mais árdua.
A execução é um processo mais complexo, principalmente porque depende do envolvimento das pessoas em todos os níveis organizacionais. É claro que um modelo de gestão que permita a avaliação e o aprendizado estratégico pode trazer grandes benefícios à implementação, mas não é o suficiente. É preciso ter um líder que patrocine a estratégia e uma equipe executiva engajada e alinhada às prioridades para que a execução não falhe.
Por mais competente que o líder seja, ele deve entender que a execução da estratégia não é tarefa de um homem só. Peter Drucker sentenciou, de forma brilhante, que o papel do líder é assegurar que as pessoas façam as coisas certas. O ponto aqui é que, para transformar a estratégia em resultados tangíveis, é preciso que o líder escolha e impulsione as pessoas certas.
Quais são, portanto, os fatores críticos para que a organização tenha as pessoas adequadas, nas posições corretas, fazendo as coisas certas em prol da execução da estratégia?

Equipe executiva com as pessoas certas
O primeiro grande desafio é a formação de uma equipe executiva robusta. A organização precisa buscar, no mercado ou internamente, pessoas que tenham o perfil adequado à estratégia. A experiência de um executivo não é o suficiente para assegurar a sua aderência.
O líder deve buscar profissionais que tenham as características comportamentais adequadas à velocidade e intensidade de transformação que a estratégia exige, compondo um time executivo que se complemente e que tenha um propósito comum.

Executivos exercendo as funções corretas
É preciso posicionar os executivos de modo que consigam fazer o melhor uso de suas potencialidades. A questão aqui está na delegação das iniciativas estratégicas de acordo com o perfil de cada executivo, e não somente com a área funcional que lidera.
Projetos mais ousados e inovadores demandam um perfil capaz de pensar e executar ações fora do framework tradicional. Ao passo que, projetos de melhoria da eficiência operacional, podem demandar perfis mais disciplinados e metódicos.

Equipe executiva priorizando as coisas certas
É preciso estabelecer um modelo consistente de avaliação e aprendizado em torno da estratégia, que enfoque as prioridades organizacionais de longo prazo. Ao mesmo tempo, é necessário incentivar os membros da equipe executiva a delegar tarefas mais operacionais. Só assim terão tempo para decidir e agir de forma analítica em relação à estratégia, assegurando os resultados no longo prazo.
Uma boa estratégia já é um ótimo começo para vencer o grande desafio competitivo que os mercados impõem. No entanto, a chave para a longevidade da organização está na execução consistente e sem falhas, alcançada somente por meio de uma equipe executiva totalmente comprometida com o seu sucesso.

Roberto Campos de Lima é Sócio-Consultor da 3GEN Gestão Estratégica.

28/02/2011 at 9:37 AM Deixe um comentário

Pós Offset – Notas de Aula – Melhoramento Contínuo

Basta clicar no link abaixo e assim que o arquivo abrir (às vezes demora um pouco), salve no seu computador

Melhoramento Contínuo [Modo de Compatibilidade]

25/02/2011 at 11:12 AM Deixe um comentário

Por quantas moedas você venderia a sua alma? – Texto de Adriano Silva (Fonte www.exame.com.br)

(Antes de mais nada uma observação do blogueiro: ontem tive com uma turma da faculdade uma conversa bastante interessante sobre ética e honestidade. Este texto veio bem a calhar para completar aquela discussão)

Quantos beijos de Judas você já deu em sua vida?

Você só conhece de verdade a pessoa quando há dinheiro em disputa sobre a mesa. Ouvi isso duas vezes. De pessoas diferentes. Com a mesma intenção: insinuar desonestidade e traição no comportamento do outro diante de uma possibilidade de ganho financeiro. O interessante é que disseram isso uma em relação a outra. Então deve ser verdade. Deve ser um traço universal da nossa espécie. Uma das tantas verdades que definem o ser humano e que são duras de admitir – porque, se definem o humano, meu amigo e minha amiga ingênuos, acabam definindo a mim e a você também, forçosamente.

Machado de Assis era um mestre (ou melhor: é. Sua obra é imortal) em identificar e escancarar, com ironia perfurante, essa grande mesquinhez que habita a alma de quase todos nós. E que se acentuaria na medida dos ganhos e da locupletação colocados sobre a mesa. Tem um conto exemplar do Machado em que um sujeito se sente impelido a dar uma gorjeta a outro por um serviço bem prestado. À medida que vão se aproximando, na rua, o sujeito vai revendo seu ímpeto generoso. Pensa que o outro ficaria feliz com menos, que não precisaria dar tanto, que muitíssimo menos já resolveria, e assim vai arregimentando uma série de atenuantes. Vai de tal forma tratando de minguar intimamente a ideia da gorjeta que, ao se cruzarem, ela já virou nada, coisa nenhuma. Acho que o sujeito sequer cumprimenta o outro. No mais das vezes, nós somos assim. Pequenos. Vis. Egoístas. Matamos a generosidade e a gratidão em nós como se elas fossem doenças que, se não tratadas, nos levariam à morte por miséria e por escárnio. (E no mundo em que vivemos talvez esse medo não seja totalmente absurdo.) O desapego e a entrega e a correção e a justeza são traços absolutamente raros de caráter. Virtudes cada vez menos frequentes e portanto, a meu ver, cada vez mais valiosas, fundamentais, necessárias. Coisa para poucos, pouquíssimos.

É realmente triste contemplar o ser humano sob esse prisma. Inclusive porque essa visão é cristalina: é assim mesmo que as coisas são. Você abre uma empresa e na hora de escapar dos ônus ou de dividir os bônus é um deus nos acuda, ou um toma que o filho é teu ou um pega para capar. (Três clichês para deixar bem claro o que quero dizer.) Sabe o seu irmão querido, com quem você tem tanto em comum? Pode virar um ogro na hora da partilha da herança que vocês tem em comum. Ou pior: o ogro pode ser você. Sabe sua filha, por quem você daria sua vida? Talvez vá ter vergonha de você e não vá querer vê-lo mais assim que você envelhecer. Sabe sua mulher, com quem você tem conta conjunta e com quem você partilha todas as suas conquistas materiais e sua vida financeira? Ahahahah. É isso o que tenho a lhe dizer: ahahahah.

A essas todas, tento pensar como um Jedi: primeiro, é preciso resistir ao Lado Sombrio da Força. A cafajestice generalizada não pode fazê-lo virar mais um Lord Sith a empestear o universo. Segundo, é preciso sempre lançar mão do Sabre de Luz para defender o que é bom e justo. A começar, pelo que é bom e justo dentro de você.

Adriano Silva: Jornalista e publisher do Gizmodo Brasil. Ele escreve sobre perplexidades, descobertas e insights que acontecem todo dia no mundo do trabalho — e fora dele também

24/02/2011 at 12:04 PM Deixe um comentário

Confea: falta de engenheiros ameaça crescimento, Mercadante defende formação de tecnólogos – Texto de Gilberto Costa (Agência Brasil)

Brasília – “Está faltando engenheiros no mercado de trabalho e faltará mais ainda”. O alerta é de Marcos Túlio de Melo, presidente do Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Confea), que reúne profissionais dessas áreas além de geólogos e meteorologistas. Para ele, “o apagão de mão de obra poderá trazer graves consequências para a economia brasileira”.

Em seu cálculo, o déficit é de 20 mil engenheiros por ano, número que poderá aumentar com a demanda dos projetos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e do Programa Minha Casa, Minha Vida; além da exploração de petróleo na camada pré-sal; das Olimpíadas de 2016 e da Copa do Mundo de 2014.

Segundo Melo, a queixa recorrente da Federação Internacional de Futebol (Fifa) é de que os projetos para a Copa de 2014 estão atrasados. Em sua opinião, faltam engenheiros para empreender projetos básicos e executivos. Ele ressaltou que alguns estádios-sede para a Copa foram projetados no exterior.

A importação de projetos e a contratação de mão de obra de fora preocupam não só os engenheiros, mas também o governo. “Isso pode ser viável desde que haja reciprocidade e tenha oportunidades de negócios para empresas brasileiras no exterior”, disse ontem (22) o ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, durante encontro organizado pelo Confea em Brasília.

Mercadante defende que a falta de engenheiros seja suprida por tecnólogos com formação mais curta do que o bacharelado em engenharia. A ideia não é apoiada pelos engenheiros e causou “burburinho”, nas palavras do ministro, entre os profissionais, ao ser defendida no encontro.

“O Brasil vai ter que acelerar a formação desse profissional que está fazendo falta no mercado”, insistiu Mercadante que contabiliza a formação de 10 mil tecnólogos e 30 mil engenheiros anualmente no país.

Mas, para o presidente do Confea, a entrada de tecnólogos no mercado de trabalho em substituição a engenheiros, por falta de mão de obra, não é o ideal. Melo apresentou outra opção: aproveitar engenheiros formados que não atuam na área e oferecer mestrado profissionalizante para a atualização profissional. Em sua conta, um terço dos cerca de 475 mil engenheiros formados no Brasil não trabalha na área.

Além disso, Melo quer que haja políticas públicas para diminuir a evasão dos cursos de engenharia e mais controle do Ministério da Educação sobre a qualidade dos cursos.

Mercadante disse que o governo trabalha na elaboração de um programa nacional para engenharia. Segundo ele, o Brasil forma um engenheiro a cada 50 pessoas que concluem o curso superior. Na Coreia do Sul, esse número é de um engenheiro para quatro graduados; e, no México, a relação é de um engenheiro para 20 graduados.

Em números absolutos, o Brasil também perde para outros países emergentes. Na Coreia, 90 mil engenheiros são formados por ano; na Índia, 220 mil; e, na China, 650 mil (incluindo-se, neste caso, 250 mil que têm formação assemelhada ao dos tecnólogos).

Edição: Lana Cristina

(Obrigado JC, por mais esta Informação!!!)

23/02/2011 at 12:18 PM 2 comentários

Como está o cenário atual do marketing direto? – Texto de Arthur Guitarrari (HSM Online)

Em artigo, o executivo Arthur Guitarrari aborda que este mercado está crescendo junto com a economia, mas cada vez mais se faz necessário gerenciar e segmentar melhor as informações do target.

Antes de iniciar a reflexão sobre o momento atual do marketing direto, é importante contextualizar o tema. Marketing Direto é uma disciplina de marketing, cuja ação utiliza uma ou mais formas de comunicação para obter uma resposta ou transação mensurável junto a públicos específicos ou gerar uma ação de relacionamento que produza encantamento junto ao público-alvo.
A natureza desses serviços faz com que, na maior parte de suas atividades, haja tendência de utilização de segmentos de listas ou veiculação de anúncios com estímulo à resposta (call to action, cupons etc.) e com o máximo de retorno dos investimentos (ROI) para o cliente, evitando a dispersão de esforços.
Segundo a DMA, “marketing direto é um sistema interativo de marketing que usa uma ou mais mídias para obter uma resposta mensurável em qualquer lugar e tem isto registrado em uma base de dados”.
Em outubro de 2010, estive em São Francisco participando da principal conferência anual de marketing direto – o DMA, onde tive a oportunidade de encontrar colegas do mercado e conhecer as novidades do marketing direto.
Entre os mais diversos assuntos abordados durante a conferência, o que mais me chamou atenção foi à utilização do termo convergência de canais com a proposta de integrar a comunicação.
Claro, a proposta das soluções tecnológicas apresentadas foi o gerenciamento integrado dos atuais e dos novos canais de comunicação. Não era para menos, nos corredores, nos stands das empresas expositoras e entre uma e outra palestra, lá estavam as pessoas checando suas mensagens, lendo seus e-mails, postando as novidades em suas redes sociais, tuitando pelos seus BlackBerrys, IPhones, IPADs, ou então na web, por meio dos computadores disponíveis.
Alguns participantes criaram seus blogs e entre uma e outra palestra, compartilhavam as informações com a sua comunidade.
Fica claro como a mobilidade e os meios de comunicação passaram a nos permitir acessar e compartilhar conteúdos, independente de onde estamos a qualquer momento e simultaneamente com inúmeras pessoas.
O que se tornou mais interessante é a forma de como nos comunicamos, pois agora somos capazes de interagir. A tecnologia vem mudando o nosso modo de viver, se relacionar e fazer negócios.
Com mais opções, as pessoas passaram a escolher, como vão investir o seu tempo, compartilhando-o entre os meios tradicionais e os modernos de comunicação. As possibilidades de comunicação e interação se multiplicaram e com eles também vieram os desafios. Principalmente, o desafio de integrar a comunicação por meio de múltiplos canais.
Se as empresas comunicam suas campanhas na TV, para o marketing direto é importante que as mesmas sejam direcionadas a um público específico, tenha um canal de respostas, seja por meio de um número de telefone, direcionando o público a uma central de atendimento e/ou um endereço de um Hotsite ou de uma Land Page (url personalizada).
Reforce a campanha com um email, contendo a mesma mensagem e veja também a possibilidade de usar veículos, mídia impressa ou digital, que tenha o seu público de interesse. Por fim, possibilite que a sua campanha seja acessada, ou melhor, esteja disponível, independente de qual o meio utilizado, um celular ou tablet; e mensure os resultados.
Se a ação for por mala direta, reforce a comunicação por meio de um e-mail marketing e SMS, pois o seu público-alvo agora também está disponível, por meio de inúmeros outros canais de comunicação.
Em uma campanha recente, realizada por uma instituição financeira com o objetivo de estimular o uso de um cartão de crédito, foi utilizada a mídia na TV e a mesma campanha, foi reforçada por email aos seus clientes.
Outro exemplo foi uma empresa de eletroeletrônicos. Para lançar uma nova máquina de lavar e secar, a companhia fez uma campanha por email, exclusiva aos seus clientes, na qual a peça direcionava o seu público a um hotsite, onde o cliente que se interessava preenchia um formulário e recebia um cupom com desconto para ser apresentado a uma das lojas participantes, para comprar o produto com exclusividade. Tudo isso, sem antes comunicar a mídia.
E o marketing direto? As novidades em plataformas de comunicação, como as redes sociais, os novos meios de acesso aos conteúdos e principalmente as recentes mudanças sociais tornaram o marketing direto uma ferramenta imprescindível na estratégia de comunicação de qualquer empresa que deseja ser bem sucedida.
Isto porque a evolução do ambiente digital proporcionou uma fragmentação dos meios de comunicação e dividiu a sociedade em segmentos homogêneos do ponto de vista comportamental, onde cada grupo tem os seus desejos e valores.
As empresas terão de planejar a sua estratégia de marketing sem deixar de fora a comunicação dirigida e adequar os seus meios de comunicação às novas plataformas tecnológicas que dão acesso a essa infinidade de conteúdos, além de atuarem com as suas campanhas, nos múltiplos canais ao mesmo tempo.
Se adaptar não será suficiente, as empresas devem ter atitudes, ir ao encontro do cliente traçando os seus objetivos de conquista por meio do marketing direto, definindo o perfil do seu público-alvo, os canais de comunicação e o retorno esperado.
Mas para isso é importante saber dosar e equilibrar a sua comunicação off-line e online, entre todas as opções existentes e de acordo com o seu objetivo e maturidade da empresa. Até porque sabemos que a verba de marketing está cada vez mais escassa. Mas lembre-se, um dos diferencias do marketing direto é a capacidade de se obter o ROI (retorno sobre o investimento). Utilize essa informação, para justificar os seus investimentos.
Diante deste cenário, o principal desafio da comunicação dirigida não mudou. Sempre foi e será tornar a comunicação pertinente e relevante ao público que se deseja atingir, sem invadir a sua privacidade e aumentar o retorno do investimento. Para isso, a comunicação dirigida dispõe das ferramentas certas.
Da estratégia de construção de um banco de dados às ações de relacionamento, a empresa deve procurar conhecer o seu cliente, obtendo informações que irão auxiliá-la nas suas ações dirigidas como, por exemplo: saber qual o canal de comunicação de preferência do cliente (pertinência), que serviço ou produto oferecer a ele, adequado ao seu momento de vida (relevância).
Em um programa de relacionamento, foi elaborado um livro contendo todos os estabelecimentos comerciais credenciados no Brasil a oferecer descontos aos clientes participantes. A empresa não percebeu que um cliente residente no sul do país, não teria interesse nos restaurantes do nordeste.
A empresa poderia ter disponibilizado somente o conteúdo da região que interessava ao target e informar que para as demais regiões as opções estariam disponíveis em um site. Ela não só iria economizar na impressão, como disponibilizaria mais uma opção de interação, adequando a comunicação.
Por esse motivo a segmentação é fundamental para o resultado de uma ação bem sucedida de marketing direto, ao invés de pulverizar a comunicação. Partindo do princípio que as pessoas têm necessidades, desejos e escolhas distintas.
Ter acesso a um público-alvo de interesse não é uma tarefa fácil. Por isso existem desde empresas que locam cadastro de pessoas físicas e jurídicas que podem ser segmentadas por dados demográficos, geográficos e psicográficos e utilizadas em ações de mala direta, e-mail marketing e telemarketing, até estratégias adotadas por grandes marcas como Samsung e Unilever que criaram a sua própria revista customizada, não só para oferecer conteúdo exclusivo como um atrativo, como também construir a sua própria base de dados para relacionamento. Um outro exemplo é o Grupo Pão de Açúcar, com o Programa de Relacionamento Cliente Mais.
Essas bases de dados concentram uma riqueza de informações, as quais possibilitam entender o comportamento, oferecer serviços e produtos adequados às necessidades dos clientes, como também conhecer as tendências de consumo. E ainda, estabelecer uma comunicação, que chamamos de clandestina, pois a empresa estará levando uma infinidade de oportunidades, promoções etc, exclusivamente ao cliente, sem que a sua concorrência saiba sobre a sua estratégia de negócio.
Para fazer a gestão dessa base de dados, o DMA 2010 apresentou inúmeras soluções online capazes de armazenar, realizar o tratamento dos dados cadastrais e manipular essas informações como facilidade, flexibilidade e agilidade.
Mas o seu público-alvo se renova, tem o hábito de também ler revistas especializadas, pertence a alguma rede social, a um grupo, ou associação e compartilha entre si os mesmos interesses. Dessa forma, a empresa deve incluir no seu plano de mídia, campanhas direcionadas aos veículos que concentram o público de seu interesse e criar os seus anúncios.
Seja por meio de um e-mail marketing, em um site ou revista especializada, um blog ou uma rede social. O importante é marcar presença, ter um call to action na comunicação, um canal de resposta e que os resultados sejam mensuráveis e que você possa aprender a cada ação realizada.
O marketing direto está crescendo juntamente com a economia brasileira e cresceu 11,3%, comparando os resultados do ano de 2009 com os de 2008. Os dados são de uma pesquisa realiza recentemente pela Abemd. Assim, aproveite estas oportunidades para fazer bons negócios em 2011!


Arthur Guitarrari (Gerente de Novos Negócios da ZipCode, uma das principais empresas de marketing direto do país. http://www.zipcode.com.br)
Portal HSM

22/02/2011 at 10:08 AM Deixe um comentário

Professoras têm medo de alunos; é preciso revolucionar a educação – Texto de Alexandre Garcia (Fonte: www.g1.globo.com/bom-dia-brasil)

“Adotar aprovação automática nos três primeiros anos pode dar resultados ou pode significar analfabetismo na quarta série”,

Tem que fazer uma revolução na educação. O problema é mais amplo que essas discussões de mudança. Professoras do Ensino Fundamental da rede pública têm medo de alunos. São agredidas, ameaçadas de morte e muitas desistem do magistério. Adotar aprovação automática nos três primeiros anos pode dar resultados ou pode significar muito analfabetismo na quarta série e prejuízo para os que acompanham o currículo, porque precisam diminuir o passo já que os de trás não seriam estimulados a acelerar o passo.
O mérito pode estar sendo abolido e isso pode criar uma cultura perigosa, porque o combustível do avanço é a concorrência. É o risco de nivelar por baixo; se satisfazer com a mediocridade. Professores, por mais que façam, alcançam pouco com alunos cujo ambiente doméstico é de descrédito na educação.
Para muitos pais, o que vale é a ajuda de algum candidato, o auxílio do governo ou, quem sabe, apostar em alguma loteria em vez de apostar no conhecimento, que sempre traz a melhor sorte. Enfim, essa é uma discussão saudável, porque é necessário fazer justiça na educação. Mas o problema é mais amplo. Tem gente com diploma de curso superior que não sabe a diferença entre este, esse e aquele. A educação teria que ser prioridade absoluta, mas não é. Afinal, o conhecimento liberta do clientelismo. Podemos perder feio para os demais dos BRICs(Russia, India e China); sem educação não há saúde, não há segurança, não há democracia, não há futuro. Um retrato da falta de atenção está aqui, na capital(Brasilia) que é patrimônio cultural da humanidade. A principal biblioteca pública está fechada por falta de manutenção da rede elétrica. É o elogio à escuridão.

(Teca: obrigado pela dica!!!)

21/02/2011 at 1:11 PM 1 comentário

Pós PPMI – Notas de Aulas – Norma NM-ISO 12647-2

Aqui estão os slides da apresentação do último Sábado sobre a norma ISO 12647-2

Norma ISO 12647-2

21/02/2011 at 10:47 AM 1 comentário

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