Moralismo Político x Realismo Político – Fonte: O Livro da Política -Paul Kelly

Moralismo Político:
Para os moralistas a vida política é um ramo da ética. Eles argumentam que a política deveria ser direcionada à conquista de objetivos relevantes, ou que os arranjos políticos deveriam ser organizados para proteger certas questões. Dentre elas, estão valores políticos tais como justiça, igualdade, liberdade, felicidade, fraternidade ou autodeterminação nacional.

Realismo Político
Os realistas entendem que o foco deve estar no poder, em vez de na moralidade. Os realistas rejeitam a ideia de que a política existe para oferecer valores éticos ou morais, tais como felicidade ou liberdade. Em vez disso, eles argumentam que a política tem a ver com o poder, que é o meio pelo qual os fins são alcançados, os inimigos são derrotados, e as concessões mantidas. Sem a habilidade de alcançar e exercer o poder, os valores – a despeito de quão nobres podem ser – são inúteis.

09/03/2016 at 10:03 AM Deixe um comentário

02/03/2016 at 7:55 PM Deixe um comentário

Heidelberg vai lançar a primeira impressora plana B1 inkjet na drupa

Saiu no site da Drupa..

Heidelberg will launch world’s first B1 sheetfed inkjet at drupa

Heidelberg will introduce the world’s first B1 sheetfed inkjet press at the upcoming drupa 2016. The company will have the new Primewire 106 seven color single sided press on its stand and available to buy. Built on a classic Heidelberg chassis with Heidelberg paper handling, the Primewire 106 has Fujifilm Samba inkjet heads to provide the imaging. Heidelberg will also launch the Gallus Labelfire at drupa, a webfed inkjet label press. It will also rebrand its Linoprint range as Versafire.
More at i-Grafix

22/02/2016 at 3:11 PM Deixe um comentário

Impressão 3D – Aplicações em alimentos

Achei interessante!!

Aplicações de impressão 3D em alimentos

18/02/2016 at 8:06 PM Deixe um comentário

Um é pouco, dois é bom, noventa é falta de bom senso – Texto de Alfredo Duarte – Fonte: exame.com.br

O Brasil, Deus nos livre, continua patinando como parece ser nosso jeito pouco profissional de gerir e liderar.

Considerando apenas os vetores fundamentais do processo – os tributos cobrados e os serviços devolvidos em educação, saúde, segurança e infraestrutura, temos sido na maior parte dos casos gestores irresponsáveis e líderes incompetentes.

Boa gestão é, naturalmente, incompatível com opinião e ideologia. O que conta, de fato, são os princípios, balizados por ética e integridade, e o desempenho, balizado por legalidade e eficácia.

No aspecto prático, boa gestão e liderança efetiva são validados pelos números corretos e pelos indicadores de satisfação pertinentes. Todo o resto é conversa, mesmo quando há boa intenção e real necessidade.

O exemplo patético de conversa foi essa recente reunião do chamado Conselhão.

O país está anêmico de gestão e liderança e se faz um evento com mais de noventa participantes.

Iam decidir o quê? Que método de consideração e análise da situação funcionaria com esse tamanho e modelo de reunIão?

Um é pouco, dois é bom, mas noventa, mesmo que sejam todos notáveis, o que nossa história não avaliza, é muito input para pouco output, se é que deste algum terá consequências efetivas.

Boa gestão e liderança efetiva são vitais para construção e perenização de projetos, negócios e empreendimentos de todos os tamanhos e finalidades.

Boa gestão não tem bula, mas tem lógica. Boa liderança não tem fórmula, mas tem exemplo.

A lógica da gestão integra pessoas e metas, clientes e parceiros, riscos e recompensas. Todo é resto é dispensável.

Liderança é 100% exemplo.

Exemplos emblemáticos referenciados em pessoas reconhecidamente notáveis, ou  exemplos de pessoas absolutamente comuns de nossas relações que atuam com inteligência, energia, disciplina e compromisso nos problemas e desafios pessoais ou de negócios no dia-a-dia.

Discurso, quando bonito ou populista pode disfarçar incompetência. Carisma, mesmo natural e não deslumbrado, pode encobrir intenção e desempenho, mas nem um, nem outro, têm qualquer apelo quando comparados ao exemplo modelador.

Exemplo repetido, onde um é pouco, dois é bom e noventa, em vez de ser demais, garante que há consistência e efetividade no comportamento. Garante que haverá futuro.

10/02/2016 at 3:22 PM Deixe um comentário

A verdade sobre o futuro dos livros – Texto de Manoel Manteigas de Oliveira

O livro certamente é o produto mais emblemático da indústria gráfica. Talvez por causa da profunda transformação que o advento do livro impresso provocou nos destinos da humanidade, algo comparável com o controle do fogo e a invenção da roda.

Se um dia o livro impresso acabar, será um fato histórico muito mais importante do que o fim das notas fiscais impressas, ou das listas telefônicas ou dos guias de rua (embora muitos vão observar que listas e guias também podem ser considerados livros…). Por isso, os debates em torno do futuro do livro acabam emocionando os envolvidos.

E é com alguma emoção que uma matéria publicada em 22 de setembro no New York Times tem sido interpretada e comentada em todo o mundo. Segundo a matéria de Alexandra Alter, as vendas de e-books caíram 10,5% nos EUA nos primeiros cinco meses de 2015. A fonte dos dados é a Association of American Publishers (APP). Trata-se de uma queda contínua, o que pode indicar uma tendência e não um fato isolado. Além disso, mesmo em anos anteriores o crescimento das vendas dos e-books já estava aquém das expectativas ou mesmo mostrava declínio em diferentes mercados. A jornalista conclui que a queda nas vendas de livros digitais poderia indicar que parte dos leitores de livros eletrônicos estaria voltando suas preferências novamente para o impresso ou, pelo menos, se tornando leitores híbridos.

Por sua vez Michael Cader, fundador da Publishers Lunch – newsletter sobre o mercado editorial norte-americano – publicou uma aprofundada crítica às análises do NYT, mostrando que as vendas de livros impressos também teriam caído no mesmo período e que, portanto, seria prematuro se falar de uma reversão de tendências. O artigo de Cader pode ser encontrado em português em www.publishnews.com.br

Em artigo anterior ao do NYT João Varella afirma, também com base em dados estatísticos, que “os livros digitais dão sinais de perda de fôlego nos países desenvolvidos e ainda não têm relevância nos negócios das editoras brasileiras” (www.istoedinheiro.com.br). Em janeiro de 2015, o Financial Times publicou a informação de que as vendas de livros impressos contrariaram as expectativas de mercado  e subiram em 2014 nas principais livrarias dos EUA, Reino Unido e Austrália. Só para citar mais uma notícia interessante, também do FT no início de novembro – a Amazon, que domina a venda de e-books, inaugurou sua primeira loja de livros físicos. A mesma matéria fala de uma dramática desaceleração no crescimento dos e-books.

 

Quem fizer uma pesquisa na internet vai encontrar muitos artigos sobre o tema. Trata-se então de se examinar os números com muito cuidado, observando a competência das fontes e evitando-se interpretações apaixonadas.

De qualquer modo, o que podemos afirmar com certeza é que o apocalipse dos livros impressos de fato não aconteceu. Independentemente de quais estatísticas adotamos e como as interpretamos, o fato é que o livro impresso continua firme, 22 anos após o aparecimento do primeiro e-book e 18 anos após o advento do primeiro e-reader.

Aliás, convêm relembrarmos a diferença entre esses dois termos. E-book (livro eletrônico) é um arquivo digital preparado para ser lido em telas – seja de computadores, tablets, smartphones ou de… e-readers! Estes são dispositivos especialmente projetados para leitura de livros eletrônicos. A diferença entre eles e os tablets é que a tela do e-reader é mais adequada para a leitura, tornando essa experiência bem mais próxima da leitura em papel, mais agradável e menos cansativa. Outra diferença muito importante é que o e-reader serve apenas para ler, enquanto o tablet permite navegar na internet, fotografar, filmar e mesmo realizar algumas tarefas normalmente feitas em computadores.  Na análise dos dados de mercado é importante considerar essa distinção.

Muitos têm ficado espantados com essa sobrevivência do livro impresso porque acreditavam que a digitalização iria fazer, no mercado editorial, a mesma revolução que provocou um terremoto no mercado fonográfico.

Volto a defender neste espaço a tese de que o futuro dos livros será compartilhado entre o eletrônico e o impresso. Eu me confesso um apaixonado pela mídia impressa, portanto minha opinião também deve ser vista com cuidado, mas até aqui os fatos indicam essa direção. Avalio que a grande revolução tecnológica que alavancaria o negócio dos livros eletrônicos já aconteceu e o apocalipse dos livros impressos não veio. Nem mesmo no primeiro mundo, muito pelo contrário. O que mais pode aparecer que mude esse cenário? Um novo dispositivo de leitura muito melhor que os atuais? Melhor em quê? Tablets muito mais baratos? Smartphones com as telas tão maiores que tornem a leitura nelas um hábito? Telas flexíveis? Não acho que tais avanços mudariam radicalmente os hábitos dos leitores.

Continuo acreditando que a grande ameaça ao mercado de livros no Brasil –  sejam os eletrônicos ou os físicos – é o baixo nível educacional da nossa população que lê muito pouco.

Manoel Manteigas de Oliveira

Diretor da Escola SENAI Theobaldo De Nigris e da Faculdade Senai de Tecnologia Gráfica

Diretor técnico da ABTG

16/11/2015 at 2:23 PM Deixe um comentário

O que é ética? Mario Sergio Cortella

Não me canso de ouvir este brilhante professor!!!!

28/10/2015 at 10:33 AM Deixe um comentário

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