Um é pouco, dois é bom, noventa é falta de bom senso – Texto de Alfredo Duarte – Fonte: exame.com.br

10/02/2016 at 3:22 PM Deixe um comentário

O Brasil, Deus nos livre, continua patinando como parece ser nosso jeito pouco profissional de gerir e liderar.

Considerando apenas os vetores fundamentais do processo – os tributos cobrados e os serviços devolvidos em educação, saúde, segurança e infraestrutura, temos sido na maior parte dos casos gestores irresponsáveis e líderes incompetentes.

Boa gestão é, naturalmente, incompatível com opinião e ideologia. O que conta, de fato, são os princípios, balizados por ética e integridade, e o desempenho, balizado por legalidade e eficácia.

No aspecto prático, boa gestão e liderança efetiva são validados pelos números corretos e pelos indicadores de satisfação pertinentes. Todo o resto é conversa, mesmo quando há boa intenção e real necessidade.

O exemplo patético de conversa foi essa recente reunião do chamado Conselhão.

O país está anêmico de gestão e liderança e se faz um evento com mais de noventa participantes.

Iam decidir o quê? Que método de consideração e análise da situação funcionaria com esse tamanho e modelo de reunIão?

Um é pouco, dois é bom, mas noventa, mesmo que sejam todos notáveis, o que nossa história não avaliza, é muito input para pouco output, se é que deste algum terá consequências efetivas.

Boa gestão e liderança efetiva são vitais para construção e perenização de projetos, negócios e empreendimentos de todos os tamanhos e finalidades.

Boa gestão não tem bula, mas tem lógica. Boa liderança não tem fórmula, mas tem exemplo.

A lógica da gestão integra pessoas e metas, clientes e parceiros, riscos e recompensas. Todo é resto é dispensável.

Liderança é 100% exemplo.

Exemplos emblemáticos referenciados em pessoas reconhecidamente notáveis, ou  exemplos de pessoas absolutamente comuns de nossas relações que atuam com inteligência, energia, disciplina e compromisso nos problemas e desafios pessoais ou de negócios no dia-a-dia.

Discurso, quando bonito ou populista pode disfarçar incompetência. Carisma, mesmo natural e não deslumbrado, pode encobrir intenção e desempenho, mas nem um, nem outro, têm qualquer apelo quando comparados ao exemplo modelador.

Exemplo repetido, onde um é pouco, dois é bom e noventa, em vez de ser demais, garante que há consistência e efetividade no comportamento. Garante que haverá futuro.

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