Frases retiradas do Dossiê Talento publicado na Revista HSM Management Edição 89

19/01/2012 at 9:42 AM 3 comentários

Nos próximos anos, não será a qualidade dos produtos, nem o valor da marca, tampouco o baixo custo de produção, a grande diferença competitiva sustentável das organizações, e sim o Talento…

Um estudo sugere que a Índia está ganhando a corrida mundial pelo talento – por associa-lo ao orgulho nacional.

A maioria dos grandes talentos perde seu brilho ao mudar de emprego. Por isso, o especialista Boris Groysberg aconselha a não concentrar a política de recrutamento na contratação de executivos de alto desempenho; é melhor desenvolver as habilidades das pessoas que trabalham na própria empresa.

No SAS Institute, retenção é a regra. James Goodnight, cofundador e CEO dessa bem-sucedida companhia de software, diz que tudo se deve a uma equipe formada dentro de casa e que suas melhores ferramentas de gestão do talento são a confiança e a liberdade.

Gestores que conduziram processos extraordinários de criação de valor têm em comum uma extraordinária disciplina para a nomeação correta de executivos seniores, assim como para a seleção e o gerenciamento de jovens de alto potencial, afirma o expert Claudio Fernández-Aráoz

O Brasil terá um déficit de 8 milhões de profissionais nos próximos 3 anos, o que equivale à população da Áustria.

(Obs do blogueiro: Matéria muito boa! Vale a pena ser lida!)

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Entry filed under: Gestão.

O plano de ação só agrega valor quando une e engaja pessoas (Fonte: www.hsm.com.br) Inovando pela linha de menor resistência – Texto de Fabio Mestriner – (Fonte: www.hsm.com.br)

3 Comentários Add your own

  • 1. J.C.CardosoJ  |  19/01/2012 às 1:14 PM

    Minha área não serve muito de comparação, mas, de longe, não é talento o que manda.
    Já vi muita gente boa ser detonada e gente fraca ficar, porque era boa-praça (obviamente, os muito, muito ruins não ficam, nem sendo boa-praça) e, principalmente, porque chefes/líderes (ou algum cargo de relativo e limitado comando) fracos só querem subordinados mais fracos ainda.

    Responder
    • 2. flaviobotana  |  19/01/2012 às 2:07 PM

      JC,
      Acho que esta situação acontece em muitos ramos de atividade aqui no Brasil. O que eu acredito é que, com o aumento da competitividade, quem não adotar medidas diferentes e realmente investir em talentos tende a morrer, mais cedo ou mais tarde.

      Responder
      • 3. J.c. Cardoso  |  20/01/2012 às 10:30 AM

        Concordo com você, Botana.
        Mas, como disse, na minha área, veículos “de peso” continuam insistindo nesse raciocínio “torto” e sendo bem-sucedidos há anos.
        Mas, como também disse, minha profissão é meio um caso atípico.

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