8 Executivos famosos que não terminaram a faculdade (Fonte: www.exame.com.br)

11/01/2011 at 7:58 AM 3 comentários

1. Mark Zuckenberg ( Facebook )
2. Steve Jobs (Apple)
3. Bill Gates (Microsoft)
4. Michael Dell (Dell)
5. Eike Batista ( Grupo EBX)
6. Silvio Santos (SBT)
7. Samuel Klein (Casas Bahia)
8. Julian Assange (Wikileaks)

Obs do blogueiro: Cuidado ao analisarem esta informação! Estes empresários são exceções! Não vá pensando que é só parar de estudar e se tornar um grande empresário/executivo … ou um presidente da república.

Amanhã falaremos um pouco mais sobre isso…

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Entry filed under: Debates, Gestão, Senai.

Por que é preciso chamar mais universitários – Texto de José Roberto Caetano (Fonte: www.exame.com.br) Formação Acadêmica dos 10 Presidentes das Empresas mais Lucrativas do Brasil (Fonte: www.exame.com.br)

3 Comentários Add your own

  • 1. J.C.Cardoso  |  11/01/2011 às 10:24 AM

    Gostei da polêmica, mas vale lembrar que nos tempos de Silvio Santos, Bill Gates e, principalmente, Samuel Klein a época era outra…
    Quanto a Eike Batista, herdou do pai uma fortuna e, principalmente, informações privilegiadas de quando esteve no governo.
    Mas… gostei da observação que eles são exceções.

    O problema é que hoje o mercado exige cada vez mais vez para oferecer cada vez menos. Sem desmerecer a profissão, mas para ser GARI (varredor de rua) aqui na cidade do Rio, tem que se ter ENSINO MÉDIO COMPLETO. É exigência da Comlurb, a companhia municipal de limpeza. Nada contra a profissão, muito pelo contrário (veja quando eles fazem greve como a cidade fica), mas venhamos e convenhamos… tudo o que aprendi no então Segundo Grau (Revolução Francesa, Trigonometria, Parnasianismo e Romantismo, Efeito Doppler e outros…) não são sequer necessários para a função.
    Ah! E tem que ser superatleta. Já viram a prova física?
    ??

    No meu ramo (Comunicação Social), a Folha de S.Paulo não exige formalmente, mas dá preferência a jornalistas pós-graduados para serem repórteres… e de Polícia.
    Certa vez, comentei isso com uma colega que trabalhava aqui no jornal Monitor Mercantil e ela não gostou. Parece que havia sido repórter de Polícia no jornal “O Dia” (popular diário aqui do Rio). Ela me disse… “você está considerando o repórter de Polícia um repórter menor”.
    Não é isso. Mas se vocês forem nas Redações, verão que quem cobre Polícia, em geral, são os recém-formados, porque o trabalho, além de ser uma “senhora escola de jornalismo”, em geral, quem é mais veterano (com raras exceções) não gosta de fazer (rodar delegacia na madrugada, ir a IML…) e acaba sendo feito pelo recém-formado que quer mostrar raça para seguir carreira no veículo.
    Aí vem a questão: se o trabalho pode ser bem feito por um recém-formado, por que a “exigência” (ainda que subentendida) de Pós-graduação para a função (sem nem um pouco querer desmerecê-la)?
    ??
    Infelizmente – e dando sequência ao que comentei no post anterior – Curso Superior virou commodity em detrimento do Técnico, o que, justamente, me foi uma das razões pela qual optei pela Pós (com vocês, aí no Senai de SP).

    Responder
  • 2. barbara almeida  |  12/01/2011 às 10:44 AM

    Nossa, não sabia que o Eike batista nao tinha superior!
    Concordo super que o conhecimento empírico conta demais! Mas como medi-lo? Pelo curriculo? Por uma prova do Botana?
    Ai como seria bom se todas as entrevistas de emprego e cargo fossem com “resolva esse problema, ou o que você faria”.

    Complementando o post, o diretor de Atendimento e Operações aqui da agencia tbm não é formado; Já o de Criação tem 3 faculdades, nenhuma em publicidade. E a agencia? Vai muito bem, obrigada!
    barbara

    Responder
  • 3. Robson Xavier de Carvalho  |  24/01/2011 às 1:07 AM

    Analisando a lista percebe-se que a maioria é de empreendedores com ótimas idéias em um cenário mais favorável, seja pela exclusividade dos produtos ou pela grande necessidade do momento. Casos assim são raríssimos, independente dos caras terem grandes méritos.
    Concordo com a barbara e com o JC, hj em dia exige-se super qualificação antes mesmo de se dar a oportunidade de uma entrevista ou avaliação individual. Ou então pedem um super experiência na área (muitos anos) sem avaliar se a pessoa tem potencial ou competência suficientes. No meu mercado, de máquinas gráficas, é comum preferirem uma p. velha de mercado cheia de vícios profissionais do que alguém com bom conhecimento técnico e que seja capaz de analisar o negócio com olhos além do ganho financeiro imediato.

    Responder

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